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23 de fev de 2018

Imperialismo Acadêmico em queda


Você acredita mesmo naquela história tola de que Colombo e Cabral não sabiam o que havia do outro lado do oceano? Eram apenas exploradores aventureiros? Acredita mesmo que o que nos foi contado na escola tem base “científica” e credibilidade acadêmica?

Lageado do Piauí
 Será que já não está na hora de fazermos uma revisão atenta de toda a história da Terra e seus muitos capítulos? Os povos antigos queriam nos alertar para muita coisa, mas os controladores do tempo apagaram os vestígios, ocultaram as pistas e nos desviaram da pesquisa durante séculos, mas acho que agora eles não conseguem mais com tanta eficiência. 

No tempo em que a cultura Clovis morava nas Américas, o mundo estava no meio de uma Idade do Gelo. As pesquisas anteriores sugeriam que o povo de Clovis deu origem a maioria das culturas indígenas das Américas, o que hoje já se sabe que isso não procede.

Achados arqueológicos perto da localidade de Clovis, no Novo México, nas décadas de 1920 e 1930 sugeriram que esse povo surgiu em torno de 13.200 a 12.900 anos – e desapareceram misteriosamente no final do último período glacial.


Sua presença se caracteriza pela fabricação de ferramentas distintivas de osso e marfim de mamutes. Assim como esse povo, mais de 35 animais da idade do gelo foram extintos.

Foram encontrados traços de platina da Califórnia até as Carolinas e Virgínia em sítios arqueológicos da era Clovis. A platina é comum em objetos extraterrestres, como asteroides e cometas.

Desde então, os pesquisadores norte-americanos afirmavam que o homem (Cultura Clovis) chegou há 13 mil anos pela Ásia, a pé, durante o Pleistoceno (a Era do Gelo). Essa hipótese foi tão cegamente protegida pelos cientistas que descartavam qualquer outra teoria que colocasse uma nova cultura nas Américas antes da existência da cultura Clovis.

Tinham medo de que descobríssemos que o homem está aqui há muito mais tempo que possamos acreditar? Querem manter uma história que deve ser contada da mesma forma as gerações futuras para que elas não se motivem a saber a verdade da sua existência?

Novas descobertas seriam uma quebra de padrão e tanto no rumo dessa última civilização. Isso mudaria os planos, as agendas desses grupos que governam a Terra. Seria a perda de controle das massas.

Esse mecanismo sutil desses grupos que manipulam a informação por milênios, está desmoronando a cada dia após o advento da internet. Eles não podem mais controlar aquilo que podemos ver, estudar, pesquisar, analisar e acreditar. Por isso, vamos investigar mais.

Parque do Piauí, uma mega evidencia para a ciência estrangeira, 
mas totalmente ignorada pelos cientistas do Brasil.

Bem debaixo do nosso nariz - no parque arqueológico de um dos Estados mais pobres do Brasil – muitas evidencias, muitas provas de caráter irrefutável - confirmam a tese de que o “homem” andou nesse extenso Continente há mais de 60 mil anos atrás ou até mais. Quem sabe? Mas esses locais, porém, continuam ignorados por nós.

“Eles” nos levam a conhecer o “lá fora”, explorar Marte ou outros planetas para que encontremos respostas sobre nós mesmos. Os humanos como sempre, caem nessa armadilha e não percebem que as respostas estão sempre dentro de nós (intuição), bem diante de nossos olhos e bem fácil de verificar e muitas vezes, sempre ao nosso alcance.

E foi assim que nossos olhos se abriram quando uma pesquisadora franco-brasileira, Niéde Guidon, que participava de uma exposição no início da década de 1970, sobre pinturas rupestres no Museu do Ipiranga (em São Paulo) ouviu de um homem no recinto:

“- Lá na minha cidade tem um monte desses desenhos

Guidon, na época professora da École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris, não pensou duas vezes, e sua intuição a levou a organizar uma missão de pesquisa rumo a São Raimundo Nonato, um município no Polígono das Secas no Piauí, um dos Estados mais pobres do Brasil.

Logo em 1979, a pesquisadora conseguiu que a área de 129.000 hectares fosse demarcada para preservação, tornando-se o Parque Nacional da Serra da Capivara.

A Toca do Boqueirão da Pedra Furada, e tantos outros pontos onde pinturas rupestres estão espalhadas em mais de 600 sítios arqueológicos na Serra da Capivara, detém a maior concentração de arte rupestre ao ar livre no planeta!


Todo complexo compreende o sudeste do Estado e ocupa áreas de quatro municípios: São Raimundo Nonato, João Costa, Coronel João Dias e Brejo do Piauí, em um total de 130 mil hectares com relevos típicos de chapadas e serras.

O trabalho dessa pioneira foi além da capacidade de atrair cientistas de várias áreas e manter a pesquisa permanente na região, com financiamento do governo francês, já que nossos governantes não acham interessante essas “descobertas”.

O livro “O PARAISO É NO PIAUI: A DESCOBERTA DA ARQUEOLOGA NIEDE GUIDON” - conta a saga dessa incrível mulher, hoje octogenária, que se radicou na região para se dedicar integralmente à missão de consagrar o Sudeste do Piauí como o Berço do Homem Americano, apesar de todas as teorias contrárias.

Hoje patrimônio cultural da Humanidade, declarado pela Unesco, a região da Serra da Capivara e das Confusões, ambos parques nacionais, estão mais uma vez ameaçados por falta de recursos, já que a manutenção dos parques era parcialmente financiada pela iniciativa privada.

Nosso governo não deseja que você fuxique esse ambiente, pois quanto mais informação, mais dúvidas e mais busca de respostas. Respostas essas que causam problemas, novas revelações e mudanças de comportamento. Tudo que “eles” não querem que aconteça. A ignorância mantém a história do jeitinho que deve ser contada por décadas.

Cai o “imperialismo acadêmico”.
Os últimos achados na Serra da Capivara dão conta de que vestígios humanos na América ocorreram muito antes do que supunha a teoria predominante, e nele a velha história do povo de Clovis, que pode ter começado pela América do Sul e não pela América do Norte como os acadêmicos querem manter.

Para Guidon, o local foi povoado na verdade há mais de 100.000 anos, uma data considerada “absurda” pelos discípulos de Clóvis, mas sabemos que ela não está longe da verdade...

Em uma publicação no periódico científico “Journal of Archaeological Science”, Christelle Lahaye e Eric Boëda, que comandaram a escavação na Toca da Tira Peia, dentro do Parque Nacional, descobriram 113 artefatos de pedras lascadas ou polidas, feitos com uma matéria-prima que não foi achada perto do sítio escavado, o que indicaria a manipulação desses objetos pelos homens.

A análise dessas peças mostrou que os mais antigos objetos haviam sido usados há pelo menos 22.000 anos o que deixa longe a tese da cultura Clovis.


Como o Carbono 14 não funciona para datações tão antigas, aplicamos a termoluminescência, que faz com que o material emita uma luz que permite saber quando o fogo foi aceso”, conta ela.

Uma das possibilidades para o intervalo entre os indícios de 100.000 anos atrás e os de 22.000 anos poderia ser o desaparecimento do primeiro grupo populacional, mais antigo, na América do Sul.

Um estudo publicado em 2008 no American Journal Of Human Genetics apontou que há 70.000 anos a população humana pode ter encolhido para apenas 2.000 pessoas por conta do clima extremo.

Mapeamentos do genoma descobriram que nós temos muito pouca variabilidade genética. Isso poderia significar que a nossa população quase se extinguiu. Essa “quase extinção” teria ocorrido justamente na época do intervalo dos achados na América.

Partes dos EUA são consideradas mais frias do que em Marte.
Dados do Curiosity Rover, que está passeando pelo planeta vermelho, mostrou temperaturas em Marte que atingiram um agradável -23º C em 20 de dezembro de 2017.

O frio paralisante no começo desse ano de 2018 na América do Norte trouxe um recorde desde 1933. A temperatura de -35°C foi registrada no Observatório do Monte Washington em New Hampshire - o pico mais alto no nordeste dos Estados Unidos.

Até o Pólo Norte esteve mais quente do que algumas partes dos EUA nesse inverno, com temperaturas em torno de -21° C

Em um estudo publicado pela Environmental Research Letters em 2016, os cientistas alertaram que frequentes ondas de calor extremas estão em alta na África e que as condições climáticas prolongadas podem afetar negativamente a expectativa de vida e a produção de alimentos no continente.

O estudo ainda advertiu que as ondas de calor atualmente classificadas como incomuns poderá ser algo normal nos próximos 20 anos, principalmente devido ao aumento da temperatura média global.


Guatemala, um mundo mais antigo do que imaginamos
Um país com uma área de 108.889 km² e diversidade de climas, devido ao seu terreno montanhoso que vai desde o nível do mar até 4.220 metros de altitude, tem sua história marcada pela civilização maya, que habitou o território do país até a conquista da cidade de Yucatã, no México, pelos espanhóis.

Além da Guatemala, os Mayas viveram em Honduras, Belize, na parte sul do México e na parte oriental de El Salvador.

Atualmente Guatemala tem 15,5 milhões de habitantes é o país centro-americano mais populoso, e o segundo mais densamente povoado majoritariamente por indígenas e descendentes.

Graças a uma tecnologia laser capaz de emitir raios que penetram na cobertura da floresta, um grupo de arqueólogos descobriu cerca de 60.000 edifícios maya – incluindo túmulos, palácios e pirâmides – que permaneceram ocultos durante séculos sob a selva guatemalteca, na região de Petén.


Os muros defensivos em torno da antiga cidade de Tikal, a oeste de Holmul foram descobertos pela primeira vez na década de 1960, mas de acordo com os novos dados da pesquisa, as fortificações são mais extensas do que se pensava anteriormente – tudo estava escondido sob a mata

O “LIDAR” (Lightning and Ranging) um dispositivo que permitiu remover digitalmente árvores de imagens aéreas de cidades encobertas pela selva, revelou ruínas de uma civilização pré-colombiana que foi muito mais complexa e mais interligada do que a maioria dos especialistas da civilização maya supunha.

"LiDAR está revolucionando a arqueologia da mesma forma que o Telescópio espacial Hubble revolucionou a astronomia" - Francisco Estrada-Belli, explorador nacional geográfico.

Os pesquisadores escanearam mais de 2.100 km² da Reserva da Biosfera Maya na Guatemala , no departamento de Petén, obtendo o maior conjunto de dados já obtido com LiDAR para pesquisas arqueológicas. Os arqueólogos têm observado os dados desde o início de 2017

Além das centenas de estruturas anteriormente desconhecidas, foram expostas redes de super estradas que conectam centros urbanos, pedreiras e sistemas de irrigação complexos e terraços para agricultura, atividade que lhes permitiu alimentar centenas de trabalhadores encarregados de construção as grandes cidades que agora foram descobertas. As cidades como Tikal e Holmul estavam ligadas economicamente.

Os antigos Mayas nunca usaram os animais de roda ou de embalagem, no entanto, "essa foi uma civilização que literalmente mudava de montanha", disse Marcello Canuto, arqueólogo da Universidade de Tulane e explorador da National Geographic que participaram dessa pesquisa.

Todos esses resultados sugerem que a América Central 
abrigou uma civilização avançada e complexa,
comparável à da Grécia antiga.

No auge do período maya clássico, a civilização ocupava uma área aproximadamente o dobro do tamanho da Inglaterra medieval, mas era muito mais densamente povoada.


"Muitos pesquisadores haviam estimado uma população de cerca de 5 milhões", disse Francisco Estrada-Belli, arqueólogo da Universidade de Tulane e explorador da National Geographic.

"Com esta nova informação, não é razoável pensar que havia 10 a 15 milhões pessoas lá, incluindo muitos que viviam em zonas pantanosas e baixas que eram consideradas inabitáveis ​​".

Entre as descobertas mais surpreendentes foi a ubiqüidade das paredes de defesa, paredes, terraços e fortalezas. "A guerra não estava apenas acontecendo no final da civilização", disse Garrison. "Foi em grande escala e sistemática, e continuou por muitos anos".

Um ar de mistério ainda envolve o povo Maya, principalmente porque grande parte de sua sociedade poderosa e sofisticada está escondida agora debaixo de uma densa folhagem tropical.

Mas o que poderia ter ocorrido com toda essa gente no passado? Para onde foram todos? Onde estão seus corpos?

O que teria acontecido no passado para essa aniquilação geral da raça humana tão inteligente e poderosa? Por que seus prédios foram destruídos? Por que só sobraram “vestígios” de uma história contada na pedra? O que eles queriam que a gente soubesse?

Essas e muitas outras questões eu trabalho diariamente. Há muito ainda que revelar, mas acredito que já temos muitos links e pontinhos para fechar do que antes.

A cada dia fico convicta que os antigos tentaram nos avisar sobre um evento grandioso, inevitável e recorrente que abala cada nova civilização. Os avisos estão em todos os cantos, basta saber aprecia-los. Já aconteceu antes, vai acontecer de novo... e mais cedo que pensamos.

Laura botelho

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