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23 de fev de 2018

Imperialismo Acadêmico em queda


Você acredita mesmo naquela história tola de que Colombo e Cabral não sabiam o que havia do outro lado do oceano? Eram apenas exploradores aventureiros? Acredita mesmo que o que nos foi contado na escola tem base “científica” e credibilidade acadêmica?

Lageado do Piauí
 Será que já não está na hora de fazermos uma revisão atenta de toda a história da Terra e seus muitos capítulos? Os povos antigos queriam nos alertar para muita coisa, mas os controladores do tempo apagaram os vestígios, ocultaram as pistas e nos desviaram da pesquisa durante séculos, mas acho que agora eles não conseguem mais com tanta eficiência. 

No tempo em que a cultura Clovis morava nas Américas, o mundo estava no meio de uma Idade do Gelo. As pesquisas anteriores sugeriam que o povo de Clovis deu origem a maioria das culturas indígenas das Américas, o que hoje já se sabe que isso não procede.

Achados arqueológicos perto da localidade de Clovis, no Novo México, nas décadas de 1920 e 1930 sugeriram que esse povo surgiu em torno de 13.200 a 12.900 anos – e desapareceram misteriosamente no final do último período glacial.


Sua presença se caracteriza pela fabricação de ferramentas distintivas de osso e marfim de mamutes. Assim como esse povo, mais de 35 animais da idade do gelo foram extintos.

Foram encontrados traços de platina da Califórnia até as Carolinas e Virgínia em sítios arqueológicos da era Clovis. A platina é comum em objetos extraterrestres, como asteroides e cometas.

Desde então, os pesquisadores norte-americanos afirmavam que o homem (Cultura Clovis) chegou há 13 mil anos pela Ásia, a pé, durante o Pleistoceno (a Era do Gelo). Essa hipótese foi tão cegamente protegida pelos cientistas que descartavam qualquer outra teoria que colocasse uma nova cultura nas Américas antes da existência da cultura Clovis.

Tinham medo de que descobríssemos que o homem está aqui há muito mais tempo que possamos acreditar? Querem manter uma história que deve ser contada da mesma forma as gerações futuras para que elas não se motivem a saber a verdade da sua existência?

Novas descobertas seriam uma quebra de padrão e tanto no rumo dessa última civilização. Isso mudaria os planos, as agendas desses grupos que governam a Terra. Seria a perda de controle das massas.

Esse mecanismo sutil desses grupos que manipulam a informação por milênios, está desmoronando a cada dia após o advento da internet. Eles não podem mais controlar aquilo que podemos ver, estudar, pesquisar, analisar e acreditar. Por isso, vamos investigar mais.

Parque do Piauí, uma mega evidencia para a ciência estrangeira, 
mas totalmente ignorada pelos cientistas do Brasil.

Bem debaixo do nosso nariz - no parque arqueológico de um dos Estados mais pobres do Brasil – muitas evidencias, muitas provas de caráter irrefutável - confirmam a tese de que o “homem” andou nesse extenso Continente há mais de 60 mil anos atrás ou até mais. Quem sabe? Mas esses locais, porém, continuam ignorados por nós.

“Eles” nos levam a conhecer o “lá fora”, explorar Marte ou outros planetas para que encontremos respostas sobre nós mesmos. Os humanos como sempre, caem nessa armadilha e não percebem que as respostas estão sempre dentro de nós (intuição), bem diante de nossos olhos e bem fácil de verificar e muitas vezes, sempre ao nosso alcance.

E foi assim que nossos olhos se abriram quando uma pesquisadora franco-brasileira, Niéde Guidon, que participava de uma exposição no início da década de 1970, sobre pinturas rupestres no Museu do Ipiranga (em São Paulo) ouviu de um homem no recinto:

“- Lá na minha cidade tem um monte desses desenhos

Guidon, na época professora da École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris, não pensou duas vezes, e sua intuição a levou a organizar uma missão de pesquisa rumo a São Raimundo Nonato, um município no Polígono das Secas no Piauí, um dos Estados mais pobres do Brasil.

Logo em 1979, a pesquisadora conseguiu que a área de 129.000 hectares fosse demarcada para preservação, tornando-se o Parque Nacional da Serra da Capivara.

A Toca do Boqueirão da Pedra Furada, e tantos outros pontos onde pinturas rupestres estão espalhadas em mais de 600 sítios arqueológicos na Serra da Capivara, detém a maior concentração de arte rupestre ao ar livre no planeta!


Todo complexo compreende o sudeste do Estado e ocupa áreas de quatro municípios: São Raimundo Nonato, João Costa, Coronel João Dias e Brejo do Piauí, em um total de 130 mil hectares com relevos típicos de chapadas e serras.

O trabalho dessa pioneira foi além da capacidade de atrair cientistas de várias áreas e manter a pesquisa permanente na região, com financiamento do governo francês, já que nossos governantes não acham interessante essas “descobertas”.

O livro “O PARAISO É NO PIAUI: A DESCOBERTA DA ARQUEOLOGA NIEDE GUIDON” - conta a saga dessa incrível mulher, hoje octogenária, que se radicou na região para se dedicar integralmente à missão de consagrar o Sudeste do Piauí como o Berço do Homem Americano, apesar de todas as teorias contrárias.

Hoje patrimônio cultural da Humanidade, declarado pela Unesco, a região da Serra da Capivara e das Confusões, ambos parques nacionais, estão mais uma vez ameaçados por falta de recursos, já que a manutenção dos parques era parcialmente financiada pela iniciativa privada.

Nosso governo não deseja que você fuxique esse ambiente, pois quanto mais informação, mais dúvidas e mais busca de respostas. Respostas essas que causam problemas, novas revelações e mudanças de comportamento. Tudo que “eles” não querem que aconteça. A ignorância mantém a história do jeitinho que deve ser contada por décadas.

Cai o “imperialismo acadêmico”.
Os últimos achados na Serra da Capivara dão conta de que vestígios humanos na América ocorreram muito antes do que supunha a teoria predominante, e nele a velha história do povo de Clovis, que pode ter começado pela América do Sul e não pela América do Norte como os acadêmicos querem manter.

Para Guidon, o local foi povoado na verdade há mais de 100.000 anos, uma data considerada “absurda” pelos discípulos de Clóvis, mas sabemos que ela não está longe da verdade...

Em uma publicação no periódico científico “Journal of Archaeological Science”, Christelle Lahaye e Eric Boëda, que comandaram a escavação na Toca da Tira Peia, dentro do Parque Nacional, descobriram 113 artefatos de pedras lascadas ou polidas, feitos com uma matéria-prima que não foi achada perto do sítio escavado, o que indicaria a manipulação desses objetos pelos homens.

A análise dessas peças mostrou que os mais antigos objetos haviam sido usados há pelo menos 22.000 anos o que deixa longe a tese da cultura Clovis.


Como o Carbono 14 não funciona para datações tão antigas, aplicamos a termoluminescência, que faz com que o material emita uma luz que permite saber quando o fogo foi aceso”, conta ela.

Uma das possibilidades para o intervalo entre os indícios de 100.000 anos atrás e os de 22.000 anos poderia ser o desaparecimento do primeiro grupo populacional, mais antigo, na América do Sul.

Um estudo publicado em 2008 no American Journal Of Human Genetics apontou que há 70.000 anos a população humana pode ter encolhido para apenas 2.000 pessoas por conta do clima extremo.

Mapeamentos do genoma descobriram que nós temos muito pouca variabilidade genética. Isso poderia significar que a nossa população quase se extinguiu. Essa “quase extinção” teria ocorrido justamente na época do intervalo dos achados na América.

Partes dos EUA são consideradas mais frias do que em Marte.
Dados do Curiosity Rover, que está passeando pelo planeta vermelho, mostrou temperaturas em Marte que atingiram um agradável -23º C em 20 de dezembro de 2017.

O frio paralisante no começo desse ano de 2018 na América do Norte trouxe um recorde desde 1933. A temperatura de -35°C foi registrada no Observatório do Monte Washington em New Hampshire - o pico mais alto no nordeste dos Estados Unidos.

Até o Pólo Norte esteve mais quente do que algumas partes dos EUA nesse inverno, com temperaturas em torno de -21° C

Em um estudo publicado pela Environmental Research Letters em 2016, os cientistas alertaram que frequentes ondas de calor extremas estão em alta na África e que as condições climáticas prolongadas podem afetar negativamente a expectativa de vida e a produção de alimentos no continente.

O estudo ainda advertiu que as ondas de calor atualmente classificadas como incomuns poderá ser algo normal nos próximos 20 anos, principalmente devido ao aumento da temperatura média global.


Guatemala, um mundo mais antigo do que imaginamos
Um país com uma área de 108.889 km² e diversidade de climas, devido ao seu terreno montanhoso que vai desde o nível do mar até 4.220 metros de altitude, tem sua história marcada pela civilização maya, que habitou o território do país até a conquista da cidade de Yucatã, no México, pelos espanhóis.

Além da Guatemala, os Mayas viveram em Honduras, Belize, na parte sul do México e na parte oriental de El Salvador.

Atualmente Guatemala tem 15,5 milhões de habitantes é o país centro-americano mais populoso, e o segundo mais densamente povoado majoritariamente por indígenas e descendentes.

Graças a uma tecnologia laser capaz de emitir raios que penetram na cobertura da floresta, um grupo de arqueólogos descobriu cerca de 60.000 edifícios maya – incluindo túmulos, palácios e pirâmides – que permaneceram ocultos durante séculos sob a selva guatemalteca, na região de Petén.


Os muros defensivos em torno da antiga cidade de Tikal, a oeste de Holmul foram descobertos pela primeira vez na década de 1960, mas de acordo com os novos dados da pesquisa, as fortificações são mais extensas do que se pensava anteriormente – tudo estava escondido sob a mata

O “LIDAR” (Lightning and Ranging) um dispositivo que permitiu remover digitalmente árvores de imagens aéreas de cidades encobertas pela selva, revelou ruínas de uma civilização pré-colombiana que foi muito mais complexa e mais interligada do que a maioria dos especialistas da civilização maya supunha.

"LiDAR está revolucionando a arqueologia da mesma forma que o Telescópio espacial Hubble revolucionou a astronomia" - Francisco Estrada-Belli, explorador nacional geográfico.

Os pesquisadores escanearam mais de 2.100 km² da Reserva da Biosfera Maya na Guatemala , no departamento de Petén, obtendo o maior conjunto de dados já obtido com LiDAR para pesquisas arqueológicas. Os arqueólogos têm observado os dados desde o início de 2017

Além das centenas de estruturas anteriormente desconhecidas, foram expostas redes de super estradas que conectam centros urbanos, pedreiras e sistemas de irrigação complexos e terraços para agricultura, atividade que lhes permitiu alimentar centenas de trabalhadores encarregados de construção as grandes cidades que agora foram descobertas. As cidades como Tikal e Holmul estavam ligadas economicamente.

Os antigos Mayas nunca usaram os animais de roda ou de embalagem, no entanto, "essa foi uma civilização que literalmente mudava de montanha", disse Marcello Canuto, arqueólogo da Universidade de Tulane e explorador da National Geographic que participaram dessa pesquisa.

Todos esses resultados sugerem que a América Central 
abrigou uma civilização avançada e complexa,
comparável à da Grécia antiga.

No auge do período maya clássico, a civilização ocupava uma área aproximadamente o dobro do tamanho da Inglaterra medieval, mas era muito mais densamente povoada.


"Muitos pesquisadores haviam estimado uma população de cerca de 5 milhões", disse Francisco Estrada-Belli, arqueólogo da Universidade de Tulane e explorador da National Geographic.

"Com esta nova informação, não é razoável pensar que havia 10 a 15 milhões pessoas lá, incluindo muitos que viviam em zonas pantanosas e baixas que eram consideradas inabitáveis ​​".

Entre as descobertas mais surpreendentes foi a ubiqüidade das paredes de defesa, paredes, terraços e fortalezas. "A guerra não estava apenas acontecendo no final da civilização", disse Garrison. "Foi em grande escala e sistemática, e continuou por muitos anos".

Um ar de mistério ainda envolve o povo Maya, principalmente porque grande parte de sua sociedade poderosa e sofisticada está escondida agora debaixo de uma densa folhagem tropical.

Mas o que poderia ter ocorrido com toda essa gente no passado? Para onde foram todos? Onde estão seus corpos?

O que teria acontecido no passado para essa aniquilação geral da raça humana tão inteligente e poderosa? Por que seus prédios foram destruídos? Por que só sobraram “vestígios” de uma história contada na pedra? O que eles queriam que a gente soubesse?

Essas e muitas outras questões eu trabalho diariamente. Há muito ainda que revelar, mas acredito que já temos muitos links e pontinhos para fechar do que antes.

A cada dia fico convicta que os antigos tentaram nos avisar sobre um evento grandioso, inevitável e recorrente que abala cada nova civilização. Os avisos estão em todos os cantos, basta saber aprecia-los. Já aconteceu antes, vai acontecer de novo... e mais cedo que pensamos.

Laura botelho

Eles estão com pressa e você?


3 de fev de 2018

Revolta das Vacinas. Uma história que você não conhece


Brasil – campeão em homicídios no mundo
60 mil assassinatos por ano no Brasil - 1 em cada 10 pessoas assassinadas no planeta Terra é um brasileiro

Você acredita mesmo que nossos governantes estão preocupados com a nossa “saúde”? Eles querem mesmo evitar uma “epidemia”? 

Vacinar todo um país por que quase 100 pessoas morreram “diagnosticadas” (sabe lá por quem) com febre amarela, enquanto milhares estão morrendo nos corredores dos hospitais por causas simples?

Cadê a Dengue? A temível Zica? A Chikungunya? Mudaram o mosquito ou a doença? Milhões em dinheiro empregados para “prevenção” de algo que não existe!

Pacientes estão sendo atendidos no chão das maiores capitais do Brasil, equipamentos sucateados, ambulâncias quebradas. Profissionais sem receber, sujeira por todo lado... Isso é real!  existe e atinge a milhares de pessoas em todo país.

A cidade do Rio de Janeiro, quando distrito federal (1891/1960), entre os anos de 1890 a 1920, teve um crescimento populacional rápido e desordenado, mais do que duplicando os habitantes – de 500.000 a mais de 1.000.000 pessoas.

No início do século XX, a população do centro do Rio de Janeiro era formada por uma massa heterogênea de diversas classes, etnias e grupos sociais. Esta expansão repentina foi devido ao influxo de “ex escravos negros” do campo, migrando para a cidade em busca de emprego e uma vida nova e imigrantes alemães, espanhóis, portugueses, italianos chegando em navios lotados ao longo dos anos em portos do Rio.

Durante a administração do Presidente Rodrigues Alves de 1902 a 1906 teve que lidar com o empobrecimento das famílias - mais de 20 mil indivíduos empobrecidos e em grande parte afro-brasileiros – que viviam em cortiços ou estalagens, barracos improvisados por toda cidade.

Muita gente sem infraestrutura, sem água e esgoto, sem regras sociais e condições de manutenção de uma vida na cidade grande onde a comida precisava ser “comprada” - ao contrário da vida no campo – o que levou os nativos cariocas a um desconforto social.

É como receber de repente, muitos parentes para alojar na sua casa no Carnaval e sem data para eles saírem... isso pra mim, é prenuncio de “fim de mundo” ...

Voltando ao Rio antigo, em novembro de 1904, os cariocas deslocados e descontentes com tudo que viam, expressaram seu “desespero” nas ruas por longos 5 dias de forma violenta. Nada comparado com os “Black Bloc” de hoje, que passariam por “meninos desordeiros”. Era guerra! Guerra urbana.

Esse evento ficou registrado na história brasileira como a “Revolta Contra Vacina”...

Essa revolta” criou raiz dois anos antes, em 1902, quando o então Presidente, Rodrigues Alves iniciou uma campanha para “EuroPTzar” os brasileiros, levando-os a se “civilizarem”.

"Rio civiliza-se"! Ditava o Slogan
Esse foi o título da campanha que apresentava dois componentes principais para a cidade: um grande esforço da saúde pública e um “embelezamento arquitetônico” dirigido pelo parisiense Baron Georges-Eugène Haussmann.

Francisco Pereira Passos – o então “Eduardo Paes” no início do século XX, tentou elevar o perfil internacional da cidade fornecendo imagens familiares dos espaços arquitetônicos às elites internacionais, estabelecendo assim a relevância do Brasil para a ordem econômica europeia atraindo capital estrangeiro.

O então Prefeito, Pereira Passos, fez uma limpeza “visual”, proibindo mendigos dormindo nas ruas do Rio, sumindo com as vacas, porcos, cabritos e galinhas que transitavam livres pela cidade, além da punição aos que “cuspissem” nas calçadas. Queria tudo “limpinho”.

Declarou o Prefeito Pereira Passos entusiasmado:
A sua restauração (Capital do Brasil), aos olhos do mundo, será o início de uma nova vida, o início do trabalho nas áreas de grande alcance de um país que tem terra para todas as culturas, climas para todos os povos, potencial de investimento para todos os tipos de capital” (Underwood 55).

O Rio de Janeiro, como Capital do Brasil, merecia esse destaque, mas como sempre, mantendo as “aparências da faxina” as custas da hipocrisia, enganos e desespero do povo brasileiro, uma tradição que se mantém até hoje.

Campanha de Início da Vacinação
A gente que trabalha com “teoria de conspiração” entende fácil como os “governantes” resolvem problemas de todos os níveis. Se tem muita gente provocando caos social, eles fatalmente diminuem o “número de habitantes” de alguma forma e de maneira “limpa” e incontestável.

Rodrigues Alves e Passos acreditavam que, ao lado de uma grandeza arquitetônica insuficiente, “as doenças” estavam arruinando a “imagem do Rio” no exterior.

 “Doença”?
A “doença” tornou-se associada a uma firme crença na inferioridade dos pobres urbanos do Rio, de modo que o inspetor de saúde pública, Agostinho, José de Souza Lima, informou em 1891 que a cidade promovia uma "completa ausência de virtude moral" entre seus habitantes que viviam uma vida de "horrenda nudez e comportamento licencioso".

Para “remediar” essa “doença” oriunda dos pobres, Rodrigues Alves nomeou o Dr. Oswaldo Cruz como Diretor de Saúde Pública.

Oswaldo Cruz – cheio de gás e “modernidade científica”, seguidor dedicado do inovador microbiologista francês Louis Pasteur, ordenou a drenagem de todas as piscinas de água estagnadas no centro do Rio, a pulverização de larvas de mosquito e a demolição de todas as habitações insalubres. Ou seja, jogou um bocado de casa feia e velha consideradas anti-higiênicas no chão.

A Febre Amarela (doença de pobre) rondava a cidade.
Para terminar a “limpeza” geral, Oswaldo Cruz pediu que o governo aprovasse legislação que obrigasse a vacinação dos residentes do Rio contra o vírus da varíola.

Como podemos ver, todas as “doenças” são de pobre. Já viu mutirão de vacinação nos Shoppings da Barra da Tijuca e Leblon para “salvar” a todos dessa terrível maldição? Você enfrentou filas intermináveis nos postos de saúde da Zona Sul de sua cidade para vacinação? Duvido.

Não deu outra, o pau comeu.
Em 11 de novembro 1904, o dia em que a lei de vacinação entraria em vigor, foi criado também a “Liga Contra Vacina Obrigatória”. Essa liga da justiça era formada por trabalhadores sindicais e não sindicais, estudantes, marginalizados da cidade, radicais, jornalistas e cadetes júniors da Academia Militar que partiram para o ataque durante 5 dias, numa revolta que engoliu a cidade e destruiu muitas das suas recentes melhorias.

Queimaram bondes, cortaram água e gás, privando a cidade de suas necessidades básicas. Uma dezena de manifestantes foram mortos e mais de 60 feridos nos primeiros 3 dias da insurreição.

Hoje eles só precisariam desligar o Whatsapp... mas enfim.

Não pense você que a revolta resultou apenas do medo da vacina, mas sim de uma oposição ideológica ao aspecto obrigatório do programa de inoculação; a Revolta Contra Vacina foi para muitos de seus combatentes uma luta dos pobres contra a interferência do Estado em suas vidas privadas.

No início do século XX, ainda existia uma noção tradicional da relação entre cidadão e governo que incluiu o não envolvimento governamental em vidas comuns.

As tentativas de modernização em fin de siècle tiveram que se adaptar a resistência pública – o quebra pau deu resultado, apesar de um grupo de cadetes lançarem a tentativa de derrubar o governo, usando a violência de rua para desacreditar o governo no poder e criar um ambiente favorável à revolução. Embora o “golpe” tenha falhado, os tumultos foram destrutivos.

Após o sexto dia o governo anunciou seu plano de revogar a vacinação obrigatória contra a varíola, que rapidamente desinflou a agitação e restaurou a ordem na cidade. Filme velho e batido...

Mas “eles” não desistiram de reduzir a população, apenas mudaram as estratégias de manipulação ao longo dos anos. Hoje não precisam ser mais agressivos como antes, continuam controlando a massa, mas de forma hipnótica pelo rádio e TV. Fácil, eficaz e eficiente, sem resistência.

Mulheres, crianças e idosos empalados por uma agulha de vacinação.
Rodrigues Alves desacreditou os manifestantes como bárbaros, ignorou suas preocupações e deportou muitos deles para o território escassamente povoado do Acre. Sumiu com os “desordeiros”, com os encrenqueiros - uma adição à "civilização" global do projeto de renovação urbana do Rio.

Notavelmente, em 1909, um programa similar para a vacinação não encontrou nenhuma resistência tal como foi observado em 1904, isso porque, não obrigando aos mais esclarecidos, matem os menos.

Neste ponto, a vacinação não estava mais intimamente ligada aos programas de renovação urbana e os trabalhadores pobres já haviam sido transferidos do centro do Rio, longe da influência dos mais informados.

 O que tem nas Vacinas que possa ser tão perigoso?
Para uma minoria tranquila, sem estresse e orientada da população é só mais um envenenamento temporário. Mas para a maioria estressada, fragilizada, cansada, sacrificada e vitimizada da população, é como uma bomba relógio, programada para explodir a qualquer momento.

Um organismo debilitado, estressado, abre espaço para ativação desses agentes que foram introduzidos e temporariamente controlados pelo sistema imunológico. A desordem interna é apenas uma consequência do estado emocional do paciente.

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), por meio do laboratório Bio-Manguinhos, é o maior produtor mundial da vacina e o único nacional. A vacina da Fiocruz, no entanto, é distribuída apenas no Sistema Único de Saúde; em situações eventuais, o laboratório pode produzir para outras regiões do mundo, como o fez para Angola, em 2016.

Experimentos culminaram em produção em grande escala de vacinas a partir de 1937 em um laboratório da Fundação Rockefeller no Instituto Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro (um laboratório que posteriormente foi atendido pelo Instituto).

Entenda como isso funciona.
Thimerosal é um composto orgânico de partes iguais de ácido tiossalicílico e etilmercúrio. É 49,6% de etilmercúrio em peso. Thimerosal foi desenvolvido pelo químico Dr. Morris Kharasch.

Em Outubro de 1929, a Eli Lilly and Company registrou timerosal sob o nome comercial Merthiolate. Thimerosal foi patenteado no mesmo ano em que Alexander Fleming descobriu a penicilina. Coincidência?

O Merthiolate foi usado para “matar bactérias” e prevenir contaminação em unguentos antissépticos, cremes, gelatinas e sprays usados por consumidores e em hospitais. Usado também em pulverizadores nasais, colírios, soluções para lentes de contato, imunoglobulinas e o mais importante, dentro das vacinas.

Muitas dezenas de estudos sugerem que o thimerosal causa autismo e uma rica biblioteca de literatura revisada por mais de 400 estudos publicados - atestam sua letal toxicidade e sua conexão causal a um longo inventário de lesões neurológicas e danos aos órgãos.

Os investigadores de Eli Lilly, HM Powell e WA Jamieson relataram em 1931 que vários animais pareciam tolerar altas doses de Thimerosal.

Coelhos, por exemplo, toleravam na ordem de 25 miligramas por quilograma de peso corporal - comparativamente muito maior do que aqueles já utilizados em vacinas. No entanto, muitos dos animais que receberam doses mais elevadas morreram de intoxicação por mercúrio evidente poucos dias depois.

Os pesquisadores que são frequentemente referidos pelo CDC e FDA como tendo provado que o timerosal é seguro para injeção em sangue humano - HM Powell e WA Jamieson (1931) - eram funcionários da Lilly.

Powell e Jamieson relataram a primeira injeção de Thimerosal em seres humanos em 1929, durante uma epidemia de meningite meningocócica em Indianápolis, onde administrou Thimerosal a 22 pacientes doentes no Indianapolis City Hospital.

O Thimerosal não tinha nenhum benefício terapêutico aparente, e todos os pacientes morreram, sete deles no prazo de um dia da administração de timerosal. Apesar da morte de todos esses pacientes, Powell e Jamieson descreveram o experimento como um sucesso, perceberam que o fármaco administrado por via intravenosa em seus pacientes pareciam tolerar as dosagens elevadas da solução de 1% de timerosal.

Foi na década de 1930 que as empresas farmacêuticas começaram a usar Thimerosal em vacinas para o propósito de prevenir a contaminação bacteriana devido a punções de agulhas repetidas em frascos de vacinas fracionadas.

Então, para ficar claro aos leitores, se você quer eliminar humanos vacinados, esses precisam estar debilitados e fragilizados. Como se consegue isso em grande escala? Basta criar caos social: tire seus empregos, dificulte sua hospitalização. Promova conflitos raciais, de gênero, de crenças religiosas, regado a muita corrupção. Tire das novas gerações qualquer esperança de um “futuro” que possa ser “idealizado” e conquistado. Tire tudo desses humanos e a morte será uma epidemia de qualquer “nome”, de qualquer “doença” ...

Dr. Maurice Hilleman
Americano que se especializou em vacinação e desenvolveu mais de 40 vacinas revela em entrevista (casual a uns colegas de pesquisa) que as vacinas da Merck empresa farmacêutica, haviam sido deliberadamente contaminadas com SV40, um vírus que causa câncer.

Durante anos, os pesquisadores sugeriram que milhões de frascos da vacina contra a poliomielite, contaminada com SV40, causou tumores em crianças nascidas depois de 1982.

The Lancet, publicação científica, revelou evidências convincentes de que a vacina contra a poliomielite foi responsável por até metade dos 55 mil casos de linfoma não-Hodgkin ocorrido cada ano.

Dr. Hilleman fez uma gravação onde ele admite abertamente que as vacinas dadas aos americanos estavam contaminadas com leucemia e vírus do câncer. Acredita-se que à época, ele não acreditava que suas palavras saíssem daquele cômodo, não ganhariam dimensão mundial e que ficariam em alguma gaveta esquecida no tempo. Tinha tanta certeza que disse:

 "Obviamente, esse é um assunto científico da comunidade científica".

O que nos reforça a crença de que cientistas encobrem outros cientistas. Eles mantêm seus segredos sujos dentro de seu próprio círculo de silêncio e não revelam a verdade, a realidade de suas macabras experiências.

Trago um resumo da transcrição da entrevista de áudio com o Dr. Maurice Hilleman exposta pelo Dr. Len Horowitz que resolveu publicar esta gravação tornando-a disponível para os que estão atentos a essas manipulações dos governantes.

Destaquei apenas algumas frases dessa conversa. Se quiser a tradução total será fácil achar na WEB.

Dr. Len Horowitz: Ouça agora a voz do principal especialista em vacinas do mundo, o Dr. Maurice Hilleman, chefe da divisão de vacinas da Merck Pharmaceutical Company, transmitindo o problema que ele estava tendo com macacos importados. Ele explica melhor a origem da AIDS, mas o que você está prestes a ouvir foi cortado de qualquer divulgação pública.

Dr. Edward Shorter:
Diga-me como você encontrou SV40 e a vacina contra a poliomielite.

Dr. Maurice Hilleman:
Bem, isso foi na Merck. Sim, vim para a Merck. E eu, eu iria desenvolver vacinas. E naqueles dias tivemos vírus selvagens. Você se lembra dos vírus dos rins dos macacos selvagens e assim por diante? E finalmente, após seis meses, desisti e disse que não pode desenvolver vacinas com esses malditos macacos, acabamos e se eu não posso fazer algo, vou sair, não vou tentar. Então eu desci para ver Bill Mann no zoológico de Washington DC e eu falei a Bill Mann, eu disse "olhe, recebi um problema e não sei o que diabos fazer". Bill Mann é um cara muito brilhante. Eu disse que esses macacos ruins estão pegando isso enquanto estão sendo armazenados nos aeroportos em trânsito, fora do carregamento.

Dr. Maurice Hilleman:
Então, o que ele fez, ele trouxe, quero dizer, nós trouxemos esses macacos, eu só tinha aqueles e essa era a solução porque esses macacos não tinham vírus selvagens, mas nós ...


Dr. Albert Sabin
... havia aqueles que não queriam uma vacina de vírus vivo ... (ininteligível) ... concentraram todos os seus esforços em conseguir que mais e mais pessoas usassem a vacina de vírus morto, enquanto eles estavam me apoiando para pesquisar os vírus ao vivo.

Dr. Maurice Hilleman:
Então, agora tenho que ter algo (risos), você sabe que vai atrair a atenção. E gee, eu pensei que o maldito SV40, eu quero dizer, o maldito agente de vacinação que temos, eu vou escolher esse particular, esse vírus deve estar em vacinas, tem que estar nas vacinas de Sabin, então eu rapidamente testei (risos) e com certeza estava lá.

Dr. Edward Shorter
Eu vou ser condenado

Dr. Maurice Hilleman
... bem, existem 40 vírus diferentes nessas vacinas de qualquer maneira que estávamos inativando e uh,

Dr. Maurice Hilleman
 ... não, isso é certo, mas a vacina contra a febre amarela tinha vírus de leucemia e sabia que isso era nos dias de uma ciência muito crua. Então, de qualquer forma eu desci e falei com ele e disse bem, por que você está preocupado com isso? Bem, eu disse: "Eu vou te dizer o que, eu tenho uma sensação em meus ossos de que este vírus é diferente, não sei por que dizer isso, mas eu ... (ininteligível) ... Eu apenas acho que esse vírus terá algum tempo efeitos de longo prazo ". E ele disse o que? E eu disse "câncer". (risos) Eu disse Albert (Sabin), você provavelmente pensa que eu sou louco, mas eu só tenho esse sentimento. Bem, entretanto, tomamos esse vírus e o colocamos em macacos e em hamsters. Então, tivemos essa reunião e essa foi uma espécie de tópico do dia e as piadas que estavam acontecendo eram aquelas "

Dr. Albert Sabin
... foi muito show, era muito Hollywood. Havia muito exagero e a impressão em 1957 que foi, não em 1954 que foi dado era que o problema havia sido resolvido, a poliomielite havia sido conquistada.

Dr. Maurice Hilleman
... mas, de qualquer forma, sabíamos que estava em nosso estoque de sementes de fazer vacinas. Esse vírus que você vê é uma em cada 10.000 partículas não é ativada ... (ininteligível) ... era uma boa ciência na época porque era o que você fazia. Você não se preocupou com esses vírus selvagens.

Dr. Maurice Hilleman
... Então, a próxima coisa que você conhece é, 3, 4 semanas depois, descobrimos que havia tumores nesses hamsters.

Acredito que essa será a última vez que escrevo sobre vacinações.
Já publiquei muitos links para sua pesquisa. Daqui em diante, a escolha é sua.

Laura botelho





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