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4 de mar de 2011

Deus, consciência e colapso



Escrevo esse texto de hoje atendendo a inúmeras dúvidas que assolam a cabeça de muita gente que me escreve, portanto, estou disponibilizando mais informação para que os que ainda não conseguem ver o TODO, (mas apenas TOLDO), possam melhorar essa visão com as partes aqui indicadas.

Os temas são recorrentes: medo da morte; identificação de “verdade ou mentira” na mídia; o que devemos fazer quanto ao “fim do mundo”... etc etc etc

Mesmo observando que as perguntas são sempre as mesmas e que tudo já foi dito antes aqui nesse BLOG, vou repetir a informação fazendo uso de aspectos diferentes para que você possa ver o mesmo objeto de outra forma.

O que eu escrevo deve ter apenas como referencia um link que lhe dará outro link (elo) que você já dispõe em seu inconsciente. Todos nós sabemos sobre tudo, mas não sabemos que sabemos. OK?

Podemos acalmar nossas almas e atingirmos o conhecimento, a sabedoria com serenidade, através do estudo dos princípios da Física Quântica. Pelo menos há um fundamento respaldado pela ciência moderna que sacia as mentes inquietas dando a elas um sentido provável daquilo que não compreendem simbolicamente.

O princípio da incerteza de Heisenberg nos diz que nesse mundo que observamos existem apenas probabilidades e possibilidades

E por existirem probabilidades e possibilidades, deve haver um agente que causa o colapso dessas possibilidades e esse agente (nossa mente) não pode ser calculado matematicamente.


Havendo previsão acertada de tudo no tempo e espaço geraria o determinismo do evento, o que afastaria a idéia do livre arbítrio.

Se o universo fosse determinado por uma certeza absoluta, tudo giraria em torno de carmas e destinos, sem esquecer da “agenda dos bichos” de outros planetas. Teríamos que nos entregar sem discutir. Que chato, não?

Pense, não haveria porque mudar alguma coisa em nossas vidas se tudo estivesse pré-determinado a acontecer como eles querem que a gente acredite. Não há porque ter esperanças em um mundo que está praticamente viciado nos mesmos resultados...

Deus não joga dados!” – Assim Einstein gritou ao se deparar com a incerteza que rege o universo. Ele não acreditou, mas sem duvida teve que aceitar essa premissa com o tempo. Einstein, meu velho... se há um criador, ele aposta alto!

Einstein disse: “Não descobri a Teoria da Relatividade apenas com o pensamento racional

Nem tudo é racional, matemático; provável, nem tudo é pensamento racional e pode ser explicado a “olho nu” da ciência, pois é fato que somos nós que produzimos realidade, logo... se podemos produzir, podemos destruir, modificar, alterar os resultados

Em alguns sentidos, a relação entre a física clássica e a quântica corresponde à uma ilusão de ótica, pois o universo físico não existe sem os nossos pensamentos sobre ele. Nós os construímos, lembra?

Se alterarmos nossa percepção do agora, nossa visão alterará, mudará o futuro. Mas para isso, você deve saber o que se passa para mudar os resultados!

A Intuição é o sexto-sentido que abre as portas para a vida multidimensional consciente.  Abra essa porta e poderá ter o poder dos deuses!

Quanto mais você interage com
o Universo, mais você o conhece.

Se você procura uma consciência Superior (Deus), o fará mais acertadamente a partir do instante que procurar conhecimento sobre Você e seu ambiente. Nós criamos nossa realidade na medida em que fazemos perguntas à natureza - como ela funciona, como ela nos afeta, como afetamos a ela.

Diante da informação que: tudo no universo é um processo sistêmico, e que tudo afeta a todos, nada está separado da unidade, podemos perceber que a busca por Deus é um gasto desnecessário de energia, pois ele está em nós, o que nos leva a crer que “ele” não precisa nos encontrar, e você não precisa esperar que ele te encontre, te leve a qualquer lugar para ser feliz, pois ele já habita em você.

Mas... se mesmo assim você precisar que esse Deus tenha forma, cheiro, tamanho e cor... Penso que sua realidade é mais materialista do que a de qualquer ateu possa acreditar.

Senciência é a capacidade de sentir e perceber,
o sofrimento, o prazer ou a felicidade

Sentire é "sentir" - Senciência, portanto, é a capacidade de ter conhecimento do que está sentindo, não necessariamente ter autoconsciência.

Muitos filósofos, particularmente Colin McGinn, acreditam que a senciência não poderá jamais ser entendida, não importa quanto progresso seja feito pela neurociência na compreensão do funcionamento do cérebro.

Por que essa máxima tão enfática?
Porque a senciência é uma habilidade que foge a razão, ela é abstrata, intuitiva e absolutamente traduzida através do aprendizado cumulativo e da sensibilidade que cada um tem de perceber sua própria dinvindade.

Entende-se por ser senciente todo o ser que tenha a capacidade de experienciar o sofrimento (seja a nível físico, seja a nível psíquico) e entender a diferença entra estar bem ou estar mal. Ter a capacidade de perceber quando não está feliz, mesmo que o mundo esteja colorido e pacifico a sua volta. Ter capacidade de sentir a felicidade, mesmo que o mundo ao redor esteja desabando.

Qualquer experiência dolorosa é marcante (literalmente) no cérebro humano. A dor é um mecanismo biológico muito eficiente que avisa que estamos próximos a destruição total ou parcial do organismo. Nos avisa que devemos fugir ou atacar a qualquer sinal iminente de perigo para esse organismo.

Por desconsideramos totalmente a função biológica de nossos sistemas de alerta para a sobrevivência e aprendizado do corpo biológico, tememos e nos afastamos de qualquer evento que nos traga dor – seja ele físico ou psíquico

Seres sencientes que compreendem, obviamente, que devem evitar danos físicos e/ou psíquicos para sua integridade podem também perceber que é fundamental reconhecer essas emoções para saberem distingui-las posteriormente, pois ambas serão termômetros para uma experiência futura.


O indiano Sri Jagadis Chandra Bose, bacharel em ciências pela Universidade de Londres, "Real Sociedade de Londres", físico, químico foi contemporâneo e fez trabalhos importantes com Pauli e Einstein, e em 1899 descobriu a "fadiga" dos metais e a sua recuperação por um processo semelhante ao que acontece com os seres humanos e animais.

Percebeu nos gráficos que as curvas apresentadas pelo óxido de ferro magnético levemente aquecido eram muito semelhantes às dos músculos humanos. A fadiga podia ser rechaçada e a recuperação adquirida, fazendo-se o uso de massagens leves ou imersão em um banho quente.

Bose também providenciou uma experiência de "envenenamento" dos seus metais. Perplexo, descobriu que a reação era análoga às reações dos tecidos musculares aos venenos.

A partir dos metais, Chandra Bose chegou às plantas
Em uma série de experiências, Bose mostrou como elas reagem a estímulos tais como toque, música, veneno, calor e choques elétricos da mesma maneira que os animais.

Bose encontrou respostas conclusivas de que as plantas se embebedam também com o gim, uísque e outros tipos de bebidas alcoólicas, e de que sob o efeito do álcool cambaleiam como cambaleiam os seres humanos e assim também, os animais e aves sob o mesmo estímulo.

Nos anos 60, outro cientista pioneiro, o Dr. Clive Backster, conseguiu assombrosos resultados com experiências similares com as plantas, mas fazendo uso de detectores de mentira, certificando-se de que as plantas reagiam a ameaças concretas e potenciais, mutilações, cortes ou aos perigos potenciais representados por cães e pessoas que as machucam.

Um galvanômetro é a parte de um detector de mentiras que, ligado a um ser humano por fios, conduzem uma baixa corrente elétrica fazendo com que uma agulha se mova - e sua ponta trace um gráfico num papel móvel - em respostas às mais sutis oscilações emocionais.

A maneira mais eficaz de provocar num ser humano uma reação tão forte a ponto de causar um salto no galvanômetro é ameaçar seu bem estar.

E foi justamente isso que Backster resolveu fazer com uma Dracena (planta)
Ele colocou uma folha da Dracena na xícara de café quente que tomava. Nenhuma reação notável foi registrada pelo medidor.

Backster pensou bem e considerou então uma ameaça maior: queimar a folha à qual os eletrodos haviam sido ligados, e no instante em que lhe veio à mente a idéia do fogo, antes que ele pudesse se locomover para apanhar um fósforo, ocorreu no gráfico uma mudança dramática, sob forma de uma prolongada ascensão da ponta que realizava o traçado.

Saindo finalmente da sala e voltando com uma caixa de fósforos, ele notou que outra súbita alteração se registrara no gráfico, evidentemente causada pela sua determinação em levar a cabo a ameaça. Mais tarde, enquanto ele assumia atitudes fingidas, como se realmente fosse colocar fogo na planta, já nenhuma reação se notava.

Ele observou que a planta era capaz de distinguir entre a intenção real e a simulada!

Backster observou também que, ameaçada por um perigo eminente ou um dano grave, uma planta "apaga" ou "desmaia" por autodefesa, semelhante ao procedimento de alguns animais que fingem-se de mortos, como o Gambá.


Outra descoberta interessante foi a de que as plantas não toleram mentiras e falsidades, apontando o falsário através das reações às suas mentiras.

Em um teste efetuado com seis alunos, cada um deles, de olhos vendados, tirou de um recipiente um papelzinho dobrado. Um dos papéis continha a ordem de torturar e depois destruir completamente uma das duas plantas que estavam na sala.

O "criminoso" deveria agir em segredo e nem Backster ou qualquer um dos seus colegas saberia a sua verdadeira identidade. Depois de tudo feito, com o polígrafo ligado na planta sobrevivente, esta planta, através de uma manifestação feroz no polígrafo, indicou o "assassino".

Backter demonstrou também que existe um forte vínculo entre as plantas e quem cuida delas, independente das distâncias ou da proximidade da pessoa com a planta. Retornando de uma viagem a Nova York, constatou que as suas plantas manifestaram alegria pela sua volta no exato momento em que, inesperadamente, decidira (ainda lá) a voltar para casa.

Nem Backster e nem ninguém, até hoje, sabe ao certo o tipo de onda energética que leva às plantas os sentimentos e idéias de um ser humano ou mesmo de uma célula.

O citologista Dr Howard Miller concluiu que uma espécie de "consciência celular" deveria ser comum a toda a vida. Baseado nesta opinião abalizada, Backster pesquisou uma forma de conectar eletrodos a diferentes tipos de células: amebas, paramécios, levedo, culturas de mofo, raspas da boca humana e esperma.

A inteligência e sagacidade maior foram demonstradas pelas células do esperma, que foram capazes até de identificar os seus doadores, ignorando a presença de outros.

"O resultado obtido leva à hipótese de que uma espécie de memória total possa integrar uma simples célula. Sendo assim, talvez, o cérebro seja apenas um mecanismo comutador - e não necessariamente um órgão de armazenamento de lembranças". Backster

Backster prosseguiu e aprimorou o seu equipamento, com a aquisição de eletrocardiógrafos e eletroencefalógrafos que produziam leituras muito mais aperfeiçoadas do que as obtidas através do polígrafo e 10 vezes mais fiéis.

Todo esse material foi publicado um ensaio científico em 1968, no volume X do The International Journal of Parapsycology, sob o título: "Evidência sobre a percepção primária na vida vegetal".

Sete mil cientistas e alunos de 20 universidades reproduziram o experimento, e algumas fundações se ofereceram para propiciar o financiamento das pesquisas.

Os registros da história humana e suas crenças sempre foram proferidos pelo mundo antigo, usando na grande maioria, de tradições orais. Muito do que resta após milênios de mudanças geológicas está em desenhos grafados nas pedras em todo planeta.

Como podemos saber em que parte na história da humanidade é “verídica”, real ou foi sumariamente modificada a pretexto dos que “colonizam” as terras no globo terrestre? É um baita quebra cabeças que poucos podem montar com “precisão”.

O conhecimento do ciclo de precessão de 25.920 anos foi vital para que as gerações de sacerdotes antigos tornassem possível a realização de cálculos necessários para produzir um calendário e criar um sistema de medidas que viria a formar a base da história do Antigo Egito

Esses sacerdotes se utilizaram de planejamento e construção de edifícios em sintonia com os principais ritmos de energia da Terra e do cosmos realizando uma sincronização de relógios terrestres e astronômicos e os registros destas gravados em sua escrita de textos, arquitetura e localização de templos e túmulos. 

dedo humano de 110 milhões de anos
Há tanta coisa sem fundamento por aí, mas poucos procuram averiguar. É mais fácil ridicularizar, denegrir a pesquisa de alguém do que se dar ao trabalho de fazer sua própria investigação – preguiçosos levianos...


Nos foi dito na escola que o petróleo é um combustível fóssil, que surgiu há 500 milhões de anos oriundo de decomposição de animais, algas, plantas, restos de organismos aprisionados no fundo dos oceanos numa camada de lama e cobertos e submetidos a altas pressões e temperaturas formando o óleo que preto que conhecemos – essa premissa veio do geólogo russo Mikhailo Lomonossov em 1757

A teoria foi aceita e ao contrario do que a humanidade acredita, nunca foi confirmada, mas há mais de 200 anos é ensinada nas universidades até esse exato momento.

Mas o que a ciência prova é que o petróleo abiótico é produzido continuamente pela natureza, não havendo carência ou qualquer coisa que motive lutas e extermínio para seu controle. Ele não vai acabar.


Foi encontrado um dedo Humano (homo sapiens) fossilizado de mais de 110 Milhões de anos. Mas o Australopiteco afarensis, segundo narra a lenda, viveu há 2,9 a 3,7 milhões anos, então de quem é esse dedo de homem?

O dedo foi achado em Axel Heiberg uma Ilha no Ártico Canadense (América do Norte) e está exposto no “Evidencias Museum” naquele país.

Além do dedo temos também uma pegada de um ser Humano usando Sapato há mais de 500 milhões de anos. A “pegada de Meister” foi encontrada em 1968 por William J. Meister na região de Antelope Springs perto da cidade de Delta no Utah (EUA)

Além desse dedo e desse pé calçado há também o Martelo de Kingoodie achado em MyInfield na Escócia (Grã-bretanha) em 1844 pelo físico David Brewster com mais de 400 milhões de anos. Um martelo!!!

Vejam que esses achados são evidencias
na era dos dinossauros!!

Já em Atenas, Grécia, arqueólogos gregos e americanos descobriram na ilha de Creta indícios de que o homem já cruzava os mares há 130 mil anos. As descobertas não só demonstram a existência de viagens por mar no Mediterrâneo há milhares de anos antes do que sabíamos, como também alteram a avaliação das habilidades do homem pré histórico.


Cds de músicas com 12 mil anos
Foram mais de 715 CDs encontrados na China numa região chamada de Baiam-Kara-Ula. Descobertos no ano de 1950, contém Hieróglifos impressos, um tipo de escrita totalmente desconhecida na terra, mas que com a ajuda das tribos locais daquela região da China foram todos decifrados após 20 anos de pesquisas.

Aquecimento Global, Bin Laden e Al Quaeda
Isso ninguém discute. Os tolos de plantão ficam repetindo isso como um mantra e fazem desses temas dissertações calorosas nas conversas entre amigos entre uma cerveja e outra tentando impor o que sabe sobre os demais...

Já sabemos sobre a farsa do aquecimento Global e suas conseqüências. O pessoal do Green Peace sumiu! Cadê o povo? Os defensores do terrorismo também não entendem por que não pegaram ainda o Bin Laden - Não é possível que os Americanos vão a Lua, a Marte e não encontram o tal Bin Laden em lugar nenhum! Será que a Al Quaeda estará no controle da NOW – da Nova Ordem Mundial?

Bin Laden não pode ser encontrado porque está morto desde dezembro 2001.
Bin Laden sofria de problemas sérios nos rins e uma complicação o sucumbiu.

Al Quaeda não é um exército islâmico ou um grupo terrorista. Toda Agencia oficial de inteligência sabe disso e deve rir de rolar no chão quando ouve a mídia induzir ao erro.

assim revelou o ex ministro das relações britânicas Robin Cook do parlamento inglês. Um banco de dados de computador onde contém o nome de guerrilheiros mujahidin islâmico de uso exclusivo da Cia para guerrilhas contra os soviéticos no Afeganistão.
  
Como tudo acima descrito não passa de uma propaganda de lobbistas de guerra interessados em ganhar dinheiro com os bobos que defendem essas idéias sem questionamentos e ainda querem que a gente “use bom senso quando der uma notícia”.

Aqueles que pedem para que façamos uma “faxina crítica” antes de publicarmos qualquer coisa que possa atentar contra a inteligência alheia, estão definitivamente apoiando esse tipo de propaganda lobista, pois não é possível definir o que é lixo do que não é!

Antes de tudo a Informação é necessária, seja ela extravagante ou duvidosa, pois somente diante de muitos e pequenos detalhes, peças soltas em textos como os meus, é que poderemos juntar os pontinhos para ver, ampliar o mapa da percepção.

Eu defendo antes de tudo que: cada um de nós tem a habilidade de ver coisas que o outro não vê a primeira vista. Não porque tenha uma limitada inteligência, mas por ter um mundo limitado de experiências e visões.

Para concluir.
O Tsunami que devastou o sudeste asiático em dezembro de 2004 avançou a terra por cerca de 3,5 Km do Parque Nacional Yala, a maior reserva de vida selvagem do Sri Lanka e lar de centenas de elefantes, leopardos e outros animais.

Segundo o diretor do Departamento de Vida Selvagem do Sri Lanka, H.D. Ratnayake, nenhum animal selvagem foi morto. Não foi possível encontrar nem mesmo uma lebre morta no parque por conta da enchente repentina.

O que será que eles sabem que não sabemos? Talvez o sexto sentido tenha sido ativado naturalmente.

Precisamos resgatar nosso sexto sentido e isso só pode ser feito sem censura, sem poda, sem restrição de todo tipo de informação – informação do tipo que os tolos chamam de “alarmista”.

Chega de bancar o bebe chorão e vá pesquisar!

Laura botelho


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