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23 de nov de 2018

Avistado na praia de Itapuã um ser meio homem, meio peixe - um "sereio"



Essa semana publiquei mais um livro, com o tema que adoro explorar - o sobrenatural.
"Machu Picchu e os relicários extraterrestres" - não é um manual de viagem para o Peru, é muito mais que isso. Eu abordo e explico, justamente os fatos estranhos que ninguém nos conta quando vamos visitar um sítio arqueológico em qualquer lugar do nosso planeta, e nesse caso, pesquisei sobre o que vi em Cuzco, no Peru. Fiz uma pesquisa bem profunda sobre as "lendas" que dão suporte aquilo que estamos presenciando nesse passeio a região de Cuzco - o que  faz total sentido com tudo que está presente nesse relicário. Estive lá em 2017 e vi muita coisa que vai contra o censo comum. Construções inexplicáveis - cientificamente falando. Monumentos megalíticos erguidos em blocos de granito rosa em alturas que nos tiram o folego. Enfim, eu explorei argumentos e respostas para aquilo que você sempre quis saber, mas não tem onde encontrar, além de dicas de como baratear sua visita a Machu Picchu e ao arredores de Cuzco. 
Se um dia for visitar, leve esse livro!! 

Agora falando sobre essa notícia bizarra desse semana sobre um suposto "sereio".

Um Tritão tem a parte superior do corpo humano e cauda, ​​barbatana dorsal mole, barbatana dorsal espinhosa, barbatana anal, barbatanas pélvicas e barbatana caudal de um peixe "em tons de mar", segundo Ovídioautor de vários livros com temas sobre sexo, romance, mitologia e metamorfoses, que nasceu em Roma, numa importante família, no ano 43 a.C.

Um “Tritão” passou a ser associado a uma classe de criaturas semelhantes a sereias, que podiam ser masculinos ou femininos, e geralmente formavam a escolta das divindades marinhas. Tritões eram uma raça de deuses do mar.Tritões comuns foram descritos em detalhes pelo viajante Pausânias.

Esses tritões faziam uso de conchas como um trompete. Seu som era uma cacofonia tão grande que, quando explodia ruidosamente, faziam os gigantes fugirem, imaginando que seria o rugido de uma besta selvagem e escura. Segundo contos dos argonautas, seu habitat estaria nas costas da Líbia.

"Mito"? Ficção? As Lulas gigantes eram "mitos" até 2004, quando um grupo de exploradores japoneses filmaram uma...

22 de novembro de 2018
Mais de 100 pessoas presenciaram operação de busca na praia em frente ao Hotel Catussaba (praia de Itapuã) – Salvador – Bahia de um ser “estranho” gigantesco com cabelos compridos que cobriam seu dorso e rosto. Na descrição o ser enorme tinha barbatanas em seu pescoço.

Quem testemunhou esse fato, dizia que o ser afundava e voltava a superfície em outro ponto do mar facilmente. Isso ocorreu por mais de três horas, em plena terça-feira (20). Quem chegou próximo da criatura diz ter sentido um cheiro forte de “presunto fresco”.

Se não for uma encenação artística para a chamada do filme “Aquaman” que estreia dia 13 de dezembro nas telas brasileiras... o caso poderá dar muita repercussão daqui em diante.

O babado começou por volta de 11h de uma pacata terça-feira. Uma turista argentina abordou dois salva-vidas que trabalhavam perto do Hotel Catussaba para alerta-los que havia um “corpo” boiando. Os dois salva vidas saíram em busca desse cadáver e voltaram chocados contando ter visto aquilo que parecia um homem de comportamento sobrenatural.

Funcionária do Hotel Catussaba, foi uma das pessoas que presenciou a jornada dos salva-vidas e a aparição na praia. Ela participava de uma atividade de entretenimento na piscina do hotel, quando uma hóspede viu o que parecia ser um corpo se afogando. Nesse momento, todos que estavam no local foram para a areia tentar ajudar a orientar os salva-vidas.

No início, ela chegou a pensar que era alguém praticando caça submarina. Só que, numa das “subidas” desse “esportista” ela avistou o que realmente parecia ser um corpo. Em um dado momento, o corpo levantou – quase como se uma pessoa fizesse o movimento para deixar o mar, mas de costas para a areia. Pela aparência, ela via um homem de pele escura.

Não vi o rosto, mas de onde eu estava realmente estava na dúvida para enxergar se era cabelo ou (se estava coberto por) algas. Rapaz, todo mundo ficou pasmo. Porque não era só uma pessoa. Todo mundo estava vendo, por isso todo mundo estava preocupado de alguém estar se afogando”.

O ser apareceu perto da bancada de corais usada pelos surfistas. Pessoas descrevem como um homem, com a água cobrindo o corpo da cintura para baixo. Antes dessa confusão, a maré estava calma, logo depois mudou até mesmo o clima no mar.
Arte rupestre caverna no Egito
O áudio pelo WhatsApp que rolou entre quatro salva-vidas da região ganhou mundo. Eles descrevem um “homem” cabeludo, com barbatanas, que afundava e voltava à superfície continuamente. A cena à caça a esse TRITON foi presenciada por cerca de 200 pessoas, entre hóspedes e funcionários do hotel, vendedores ambulantes e outros banhistas e a menos que seja uma hipnose coletiva... aí tem algo fora do normal.

Um corpo apareceu na beira da praia – e era nítido que fosse um corpo. No entanto, a cada aproximação dos salva-vidas que tentavam resgatá-lo, o corpo sumia. Afundava de um lado, aparecia de outro

Como a corrente está descendo sentido Farol de Itapuã, ele ia no sentido (Praia do) Flamengo (oposto) e voltava como se tivesse brincando com a gente. Parecia que tinha uma barbatana pequena atrás do pescoço”, narrou um.

Nunca era visto de frente – apenas com os cabelos cobrindo o rosto e as costas. “Gigante”, completa a voz.

Um salva-vidas disse que, da beira da praia, era possível ver quando o corpo ‘levantou’ a cabeça. Era como se fosse a cabeça de uma tartaruga, mas não era uma tartaruga. Na gravação, ele conta que, na hora, acreditou que fosse alguém vestindo uma roupa de mergulho. Numa nova subida, conseguiu avistar a cabeça e uma parte do dorso, que voltou a mergulhar.

"Quando ele mergulhou, percebi que tinha uma pequena barbatana nas costas dele, bem colado com o pescoço, com a cabeça. Mas como eu pensei que fosse um mergulhador, imaginei que fosse um equipamento ou alguma coisa do tipo. Ainda falei com a senhora: 'não se preocupe, não, o rapaz está mergulhando e tal'", conta.

No áudio, o salva-vidas afirma ter avistado até o quadril do homem. Era um cara enorme, descreve. Mesmo com muito cabelo, a parte de cima da cabeça era careca. Naquele momento, teve certeza de que era um corpo. Mas só aparecia de costas, com o cabelo cobrindo o rosto. Nunca dava para ver os pés.

arte rupestre antiga no Egito
Se fosse mesmo um cadáver, já era para estar sendo levado em direção ao Farol de Itapuã – não o contrário. Mas esse cara ficou. Sei lá o que foi, irmão, uma parada que nunca presenciei em minha vida. Eu não sou supersticioso, só acredito vendo. E ontem eu vi”, narra.

Perto do corpo não identificado, ele afirma ter visto uma tartaruga gigante. O bicho tinha uma cabeça “enorme, pretona”.

Nunca tive medo para fazer salvamento nenhum. Nunca hesitei por sensação de medo. Mas ontem eu tive essa sensação. A gente tinha a sensação de que estava sendo monitorado, observado por alguém. Vai entrar aí para as lendas, porque quem não viu não vai acreditar. Isso aconteceu mesmo. Foi uma coisa sobrenatural, irmão”, completa o salva-vidas.

Quando esse negócio começou a acontecer, parecia que ele fazia um redemoinho por baixo da água. Quando ele subia, dava para ver bem. O rosto nunca virava, foi o que me deixou intrigado”, completou um surfista.

laura botelho

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