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23 de jun de 2018

A próxima erupção VEI-7



"A próxima erupção VEI-7 pode ocorrer dentro de nossas vidas, ou pode ser há centenas de anos adiante", disse Chris Newhall, um vulcanólogo nas Filipinas e principal autor de um novo artigo publicado na revista Geosphere.


Farewell Atlantis (Adeus Atlântida)
Esse foi o primeiro romance de ficção científica de Jackson Curtis
Te soa familiar esse nome? Não?



Nesse livro real, "Adeus Atlântida" começa com um acidente em órbita baixa da Terra.
O ônibus espacial Atlantis foi enviado ao espaço para estudar os efeitos da influência gravitacional do Grande Alinhamento sobre a Terra e nosso sistema solar.

O ônibus espacial estava fazendo descobertas surpreendentes sobre os efeitos das tempestades solares no campo magnético da Terra, mas de repente ficaram incapazes de se comunicar com a Terra e avisá-los: o rádio estava sendo bloqueado, o equipamento foi sabotado por um traidor na tripulação do ônibus espacial.

Regra número um, Jackson: mostre, não diga

Mais de 900, das páginas desse livro, são dedicadas à sabedoria antiga e formas perdidas de espiritualidade cósmica, de conhecimento perdido dos "antigos", locais sagrados, xamãs e mundos interdimensionais. Ele mistura os eventos de muitos anos ao longo da história humana com os eventos de hoje. As teorias da conspiração fazem parte do enredo e ressaltam essa transparência de fatos.  

O romance me parece, tem como objetivo educar os leitores para não se tornarem vítimas do ambiente, seja ele político, educacional e econômico, despertando ao máximo para uma evolução global da consciência.

Para ter “consciência” (conhecimento) é necessário ler, estudar, pesquisar muito para contrapor a informação “dada de graça” aos desavisados. Antigamente 95% das pessoas na idade média não sabiam ler, interpretar um discurso. Toda informação era dada por clérigos e governantes.

Os tempos mudaram, mas a mentalidade de receber informação pela mídia controlada, sem questionar, continua...

Farewell Atlantis, por Jackson Curtis - publicado 2009 – é o roteiro do filme 2012 com direção de Roland Emmerich com objetivo claro para despertar, e nos organizar para o futuro próximo.

O cara interpretado por John Cusack no filme 2012, é esse autor do livro Fareweell Atlantis – o autor do romance na nossa realidade, Jackson Curtis.

O filme 2012 foi uma alerta aos mais “iluminados”, aos despertos. Foi uma alerta aos que estão acompanhando a evolução dos eventos anualmente e o passo a passo de cada dia. Estão atentos aos “sinais”.

Foi “graças” a informação do livro no filme 2012 que o personagem Adrian Helmsley, geólogo, assessor científico chefe do presidente dos EUA e o astrofísico Satnam Tsurutani - que descobre que os neutrinos estão aquecendo a crosta terrestre – que perceberam a rapidez e a dinâmica dos eventos acontecendo.

Foi através dos relatos do livro (Farewell Atlantis) - que o geólogo ganhou de seu pai quando criança – que disparou sua intuição alertando aos “grandões” que haveria uma nova extinção humana a caminho – como no passado.

Aposto que você nunca observou isso no filme 2012. Prestou atenção nos efeitos especiais, se distraiu e não enxergou a mensagem... Normal, acontece com 90% da humanidade.

Litoral americano está sendo engolido pelo mar
Mais de 300.000 casas litorâneas dos EUA podem inundar a cada duas semanas daqui a 30 anos, diz relatório

As enchentes causadas pela elevação do nível do mar, poderão afetar essas casas 26 vezes por ano, ou uma vez a cada duas semanas, até 2045, segundo um relatório divulgado pela Union of Concerned Scientists.

O que é especialmente preocupante sobre este relatório é que ele se concentra em enchente de maré alta, não o tipo de inundação que poderia ser trazido por tempestade ou outros fatores climáticos. 

Em outras palavras, a elevação do nível do mar sob essas projeções causaria inundações em "dia ensolarado" 26 vezes por ano, além dos impactos de qualquer inundação causada pelo mau tempo.

As descobertas revelam que todos os estados ao longo de cada costa seriam afetados, com alguns estados tendo até um quarto de milhão de casas na zona de inundação até 2045.

Os Estados com o maior número de lares em risco até o final do século são os da Flórida, com cerca de 1 milhão de lares ou mais de 10% das propriedades residenciais atuais do estado, Nova Jersey com 250.000 lares e Nova York com 143.000 lares.

Cumuruchatiba - litoral da Bahia, Brasil
"O impacto pode ser impressionante", disse Kristina Dahl, cientista sênior do clima da UCS, ao Guardian. "Este nível de inundação seria um ponto de inflexão onde as pessoas nessas comunidades pensariam que é insustentável".

Os cientistas também divulgaram um gráfico interativo para que os moradores possam ver os impactos do aumento do nível do mar em suas comunidades; um alerta aos líderes mundiais para a necessidade de trabalharem rapidamente com essas comunidades costeiras.

O furacão Catarina, Brasil, 2004
Para os menores de 14 anos de idade, talvez nunca tenham ouvido falar em furacão no Brasil, mas em março de 2004 ventos devastadores atingiram a costa Catarinense destruindo cerca de 1.500 residências e danificando outras 40 mil casas.

Mais de 14 municípios catarinense decretaram estado de calamidade pública. Apesar da inexistência de uma estrutura de alertas e de avisos específicos para ciclones tropicais no país, as autoridades brasileiras conseguiram evacuar a população litorânea com rapidez.

O furacão Catarina matou 11 pessoas e deixou 518 feridos, um número considerado razoavelmente baixo em comparação ao de outros países afetados por ciclones tropicais.


Mas será que isso nunca mais acontecerá? Nós brasileiros estamos preparados para esses tipos de fenômenos corriqueiros? Você brasileiro, está preparado para um evento não usual? Tipo... falta de luz ou água por uma semana?

Acredite, nosso governo não está nem aí para sua vida. Não farão nada para melhorar essa condição de fuga de um desastre repetitivo. Portanto, mexa-se!

VEI - The Volcanic Explosivity Index
Esse termo foi inventado por Chris Newhall, do Serviço Geológico dos Estados Unidos, e Stephen Self, da Universidade do Havaí, em 1982.

Esse índice tem uma escala de 0 a 8 - baseado nas experiências dos maiores vulcões retratados pela história humana.

Um valor de 0 é dada para erupções não explosivas, definida como menos do que 10.000 m 3 (350,000 cu ft) de tephra (bombas vulcânicas) ejetado;

O valor de 8 representa uma erupção mega explosiva - colossal - que pode ejetar 1,0 × 10 12 m 3 (240 milhas cúbicas) de tephra e tem uma altura de coluna de nuvem de mais de 20 km.

Vulcões com erupções VEI- 7.
Tais erupções liberam um volume de pelo menos 100 quilômetros cúbicos com efeitos devastadores a longo prazo na área circundante e profundos efeitos de curto prazo no clima global.

O tsunami do Oceano Índico de 2004 e o terremoto de Tohoku no Japão em 2011 destacaram alguns dos piores cenários para desastres naturais, mas o que fizemos a partir daí? Relaxamos e nos distraímos. 

Nunca tivemos que lidar com um desastre vulcânico, desde pelo menos 1815, quando a erupção de Tambora na Indonésia matou dezenas de milhares de pessoas e levou a um "ano sem verão" na Europa e na América do Norte.

Em 1257, uma erupção do VEI-7 no que hoje é a Indonésia, provavelmente, resfriou o planeta o suficiente para iniciar uma onda de frio de séculos de duração chamada Little Ice Age (pequena idade do gelo), diz Robock, um dos autores do artigo.

O Pinatubo entrou em erupção no século 20 em 1991 e os efeitos da erupção foram sentidos em todo o mundo. 

Mandou grandes quantidades de aerossóis para a estratosfera (mais do que todas as erupções desde o Krakatoa em 1883).

Devido à explosão do Pinatubo, durante os meses seguintes as temperaturas globais desceram aproximadamente 0,5°C (0,9 °F) e isso se deve ao fato de que, as gotículas de ácido sulfúrico provocam a reflexão dos raios solares evitando que esses chegassem à Terra, ou seja, esfriando a Terra.

Um mundo globalizado sem chances de se precaver
Agricultura, saúde, sistemas financeiros e outros aspectos da vida moderna estão muito mais interconectados globalmente do que há algumas décadas, dizem os cientistas.

Uma erupção que se classificou apenas em VEI 3 - Eyjafjallajökull, na Islândia – há 8 anos atrás causou caos no tráfego aéreo europeu por dias, devido ao perigo de voar através de cinzas vulcânicas.


Newhall é o principal autor de um artigo publicado na semana passada na Geosphere 1, que categoricamente expõe as consequências potenciais da próxima erupção do VEI-7 - ainda na nossa era.

A equipe de Newhall diz que os pesquisadores devem começar a se preparar para uma erupção do VEI-7 estudando os efeitos potenciais em links de comunicação cruciais - como a umidade atmosférica e as cinzas vulcânicas podem interferir nos sinais do sistema de posicionamento global.

Os pesquisadores já têm uma longa lista de vulcões candidatos que podem ser capazes de uma explosão VEI-7. Eles incluem:

Taupo, na Nova Zelândia, local da última erupção do VEI-8 do mundo - 26.500 anos atrás
Monte Damavand, no Irã, a apenas 50 quilômetros de Teerã.

Se uma erupção do VEI 7 ocorrer, pouco sobrevirá em áreas varridas por fluxos piroclastos, a queda de cinzas poderia facilmente cobrir uma cidade grande como por exemplo, Cidade do México, Roma, Tóquio, Seul, Manila, Cingapura ou Jacarta, parando e fechando estradas, ferrovias e vias aéreas.

Consequências potencias:
Redução do ciclo diurno
Bloqueio de radiação de ondas curtas e emissão de radiação de ondas longas Imediatamente 1 a 4 dias
Resfriamento de verão do hemisfério norte
Bloqueio da radiação de ondas curtas - Imediatamente 1 a 2 anos
Durante a agitação pré-erupção e continuando ao longo e além de qualquer período de evacuação, o país anfitrião será severamente desafiado.

A complexidade de evacuar uma cidade grande no evento Katrina (agosto 2015) mostrou que estamos longe de salvar muitas vidas, e diante de uma erupção iminente, que será muito mais longa e com muito maior incerteza - já viu que poucos terão chances de escapar ilesos.



Aqueles que evacuam e sobrevivem a uma erupção do VEI 7 serão refugiados que necessitarão de cuidados e abrigo por um longo período de meses a anos... Alimentos, água, cuidados de saúde e outros suprimentos em uma área urbana, seriam interrompidos por uma semana ou duas. Milhões de pessoas famintas, inquietas por muito tempo entrariam em desespero.

Será uma extinção em massa?
Não acredito, vai sobrar muita gente pra contar a história novamente. Muita desgraça já aconteceu no passado e estamos aqui falando sobre isso, certo?

Eu quero apenas que você fique atento aos movimentos do clima, dos movimentos telúricos. Assim como nos filmes de “ficção”, nossos governantes não nos alertarão, acredite.

Cabe a cada um a responsabilidade de seu bem estar. Pesquise. Fique alerta, eles estão nos avisando!.

laura botelho

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