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8 de fev de 2014

Aprendendo a Morrer - parte 3


"Embora eu acreditasse estar aprendendo a viver,
estava aprendendo a morrer"
 Leonardo da Vinci

Uma onda de choque eletromagnética interplanetária em expansão atingiu o campo magnético da Terra em 31 de maio 2013. Este é provavelmente o primeiro de muitos, cada onda, provavelmente, chegando com força cumulativa superior de energia tal qual ondas gigantes batendo sobre a praia.

Esse impacto [do qual já falei diversas vezes em meus textos e chamei de NEXUS] ocasiona movimentos tectônicos (terremotos), já que o núcleo da Terra estará mais liquefeito, agitado e explosivo, como uma panela de pressão a todo vapor.



Com tantos gases internos borbulhando sobre nossos pés, as erupções vulcânicas serão mais constantes, tanto num nível superficial do planeta quanto os vulcões marinhos, aqueles que não vemos ou percebemos e são os mais perigosos, pois provocam tsunamis devastadores.   A atividade no Atlântico Norte tornou-se anormalmente elevado, aumentando em força dentro do Triângulo Tectônico do Atlântico Norte (St. Louis MO EUA à Islândia oriental das Ilhas Canárias).

Desequilíbrios eletromagnéticos estão extremamente altos de íons negativos o que provocam diversos eventos climáticos extremos, como tempestades muito persistentes. O clima ficará louco. Vários vulcões entrarão em erupção ao mesmo tempo em diferentes partes do mundo afetando todo ecosistema e desequilibrando a natureza das coisas como a conhecemos. O Monte Etna está em erupção de forma anormal e isso é um sinal de que os eventos estão mais acelerados.

Essa onda intensa de carga de energia vinda do espaço não só afeta a geologia e o clima do planeta, mas também ao cérebro de todos os seres vivos. Humanos e animais serão afetados em grau maior ou menor dependendo de sua evolução natural.

Distúrbios caóticos nos mercados financeiros, e comportamento social - eventos geopolíticos – darão a tonica das mudanças daqui em diante.  No aspecto comunicação teremos problemas com todo tipo de aparelhos eletrônicos. Dificuldade em acessar internet, celulares sem serviço, TVs com transmissão via satélite ficarão constantemente paralisados – fora do “ar”.

Os apagões nas grandes cidades serão coordenados pelos governos de forma a poupar a destruição das redes elétricas, para que não devastem todos os mecanismos de defesa de alta tensão. Será inevitável o corte de energia em picos de CME – Energia Massa Coronal. Tudo isso já foi por mim explicado aqui nesse BLOG muitas e muitas vezes. Nenhuma surpresa para os que estão despertos para esses fatos. Basta se preparar.

Uma nova teoria sobre nossa existência

Robert Lanza, MD - tem mais de 30 anos de pesquisa e experiência industrial na área de células-tronco e medicina regenerativa. Atualmente é Professor Adjunto do Instituto de Medicina Regenerativa da Escola Wake Forest University of Medicine. Ele tem centenas de publicações e invenções, e mais de duas dezenas de livros científicos: entre eles, "Fundamentos da Biologia de Células-Tronco" e "Princípios de Engenharia de Tecidos", que são reconhecidas como as referências definitivas no campo. É co-autor de uma série de documentos com o psicólogo de Harvard BF Skinner e o pioneiro de transplante de coração Christiaan Barnard. 

Pois bem, esse cientista, Robert Lanza, nos diz que a morte não existe

Parece que a ciência está mais atenta a essa nova etapa do “jogo”. É hora de ficar esperto, pois esse será um momento decisivo para aprender aquilo que nos foi negado entender.

Muitos de nós tememos a morte, pois fomos ensinados, (programados) a temê-la e evita-la a todo custo. Uma estratégia biológica que nos força a preservar a vida mesmo quando ela for insuportável. 

Um mecanismo que nos mantém na “escola” para aprendermos aquilo que precisamos, antes de passar para um estágio maior de excelência. Ou seja, ficar atento com os predadores. Desistir, seria “in” volutivo, contra as regras do jogo, que fará com que você volte desde o início, até chegar a esse estágio em que se encontra.

Fomos induzidos a pensar que somos apenas “corpo”, e se esse “corpo” morre, estraga, danifica, inutiliza... não servimos para nada a não ser aguardar o momento de ser “enterrado” pra sempre.

Mas... uma “nova teoria científica” - “Nova” porque agora ela é “científica” - sugere que a morte não é o evento terminal que fomos induzidos a acreditar. O conceito de Lanza sobre a morte não é original e se aproxima em gênero, numero e grau com a dos mestres espirituais ancestrais. Mas se agora os “cientistas” endossam, então passa a ser uma “verdade”, certo?

Uma nova teoria científica chamada biocentrismo propõe o que a física quântica já nos dizia no inicio do século 19 – que o universo não pode existir sem a vida = consciência – e identifica que a consciência no corpo individual - "Quem sou eu?" - o tal sentimento de estar vivo – não passa de uma fonte de 20 watts de energia operando no cérebro. 

Pense nos 20 watts de energia como simplesmente um holoprojetor imprimindo seus pensamentos em tempo real e se você virar a chave para desliga-lo, ainda assim é a mesma bateria ou o agente responsável pela projeção.

O biocentrismo - do grego bios, "vida"; e kentron, "centro" é uma concepção, que diz que todas as formas de vida são igualmente importantes, não sendo a humanidade o centro da existência

O biocentrismo foi proposto como um antônimo ao antropocentrismo, a concepção de que a humanidade seria o foco da existência.

O biocentrismo diz que a VIDA (o individuo)
cria o UNIVERSO e não o contrário

Tudo o que você vê e experimenta agora é um turbilhão de informações que ocorre em sua mente baseado no conjunto de informações que recebe a cada milésimos de segundos. O espaço e o tempo são simplesmente ferramentas, a cola que mantém junto tudo que experimentamos - que mantém o nosso “mundo unido”, fazendo sentido. 

Você precisa saber de onde veio e onde está. Sem regras para relacionar um quadro (o "passado") com o seguinte quadro (o "presente"), não poderia haver movimento - na verdade, a vida não poderia existir. 

E um dos axiomas mais seguros da ciência é que a energia nunca morre, não pode ser criada nem destruída, apenas canalizada, aprisionada, contida, armazenada, só pode mudar de forma - essa é a primeira lei da termodinâmica. E é nessa condição que estamos neste momento - aprisionados em um casulo orgânico. Portanto, não há nenhuma realidade independente de você.

John Wheeler declarou: "Nenhum fenômeno é um fenômeno real até que seja um fenômeno observado."

Quando perguntado se ele acreditava em Deus, Einstein respondeu: "Deve haver algo por trás da energia." Na verdade, esse algo é a mente, os 20 watts de energia eletromagnética definida como E = mc2.

Mas será que essa energia transcende de um “mundo” para o outro?
A morte não existe em um mundo atemporal. Espaço, como o tempo, não é um objeto ou uma coisa. O espaço e o tempo são formas de nossa percepção sensorial primitiva, animal. 

Nós a carregamos conosco como tartarugas carregam seus cascos. Ao menor sinal de um ataque, corremos pra dentro de nós mesmo ou caminhamos lentamente carregando “o mundo” para encontrar alimentos, procriar e originar mais vidas...

"Agora Besso já partiu deste mundo estranho um pouco à frente de mim. Isso não significa nada. Pessoas como nós que acreditam na física sabem que a distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente. Imortalidade não significa uma existência perpétua no tempo sem fim, mas reside fora do tempo completamente
Einstein admitiu essa ideia
após a morte de seu velho amigo - Besso

O modelo antigo da física propunha que o universo seria como uma coleção de partículas sem vida saltando umas contra as outras. Um universo apresentado como um relógio preciso que obedecia a regras predeterminadas “misteriosas em sua origem”. 

A consciência não é apenas um problema para os biólogos, mas um problema para a física! Não há nada na física moderna que justifique como um punhado de moléculas em um cérebro se manifesta com consciência. Nada na ciência consegue explicar como surgiu a consciência da matéria. Nossa compreensão deste fenômeno mais básico é praticamente nulo. 

O olho e retina reúnem fótons que entregam bits de força eletromagnética (informação) que passam canalizados através de cabos até seu que cheguem a tradução e percepção das imagens que ocorrem na parte de trás do cérebro, em seções especiais num labirinto complexo e tão vasto como os corredores da Via Láctea. 

Agora, o espaço e o tempo são ilusões certamente inofensivas, na realidade, não pode haver ruptura entre o observador e o observado. Se os dois são divididos, a “realidade” não se manifesta, não se materializa.

Você está testemunhando como o jogo começa e como ele termina! Você estará testemunhado o “gran finale” da busca do homem sobre si mesmo. Você deve se encher de alegria e se manter atento a todas as peças desse quadro, pois com certeza você estará apto a cair fora do circulo que te mantém prisioneiro nesse espaço tempo!

Sua consciência estará sempre no presente, em breve. Atento a suas decisões e suas escolhas, materializando aquilo que desejar. Estará mais livre, solto, sem uma “casca” enorme, pesada para carregar!

laura botelho

Aprendendo a morrer 
Aprendendo a morrer parte 2 


Brian Greene, professor de Física e Matemática, da Universidade de Columbia e outros participantes, apresentam interpretações da natureza do espaço-tempo.







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