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4 de jun de 2016

Robota, do Gênesis ao fim da Humanidade (meu novo livro)


Narra a lenda, que a Rainha Elizabeth estava usando um microfone de lapela e não se deu conta (descuidada?) que seus comentários foram ouvidos por toda a galeria...

A BBC estava gravando um pronunciamento da rainha no Parlamento agora em abril, que supostamente daria a entender que ela estaria planejando cair fora da pose de majestade e abdicar do trono e fugir do Reino Unido. Mas por quê?

A inteligência militar de seu país a aconselhou a deixar a Europa, pois uma Guerra em escala Mundial estaria para ocorrer em breve. E o que ela teria dito em “off”, foi mais ou menos assim.

 “A violenta tempestade está chegando, de maneira que a Grã-Bretanha nunca viu”.

Foi interpretado (?) como um cenário de Terceira Guerra Mundial, que será inevitável, de maneira que a Segunda Grande Guerra parecerá briga de vizinhos, em relação a esta... 

A linha foi cortada neste momento e a equipe de produção BBC foi abordada com urgência pelo diretor John Kirby que advertiu aos funcionários da emissora que todos deveriam ignorar, esquecer, apagar da memória tudo o que ouviram...

Eu, particularmente, acredito que isso seja um HOAX (boatos da internet), mas como toda notícia tem um fundo de veracidade, pode ser que seja uma mensagem para humanidade de que as coisas vão ficar tensas daqui pra frente - o que não é novidade nenhuma para quem está desperto e atento a tudo - mas para os desavisados que não acreditam em “conspirações”... ficarão sem chances de se arrumar.

O HOAX tem uma finalidade; o de “advertir”, e não se deve subjugá-lo.
Um caso clássico de hoax foi a transmissão de rádio 1938 por Orson Welles descrevendo uma invasão de Aliens na Terra.

Muitas pessoas que sintonizaram no meio do programa não ouviram a introdução e alerta de que era uma história de “ficção”. Daí, já viu o caos social que esse hoax deu na época.

Mas pense bem; qual o objetivo desse “trote”?
Lógico que eles estavam preparando as pessoas para algo parecido, talvez não uma “invasão”, pois ELES já estão entre nós, o que não faz o menor sentido, mas pela “comoção”, pela motivação em fazer as pessoas discutirem essa “possível realidade alien”.

E se acontecer um dia?
Se tivermos que manter contato?
Nada demais, nossos cérebros
já estão familiarizados

Androids Dream of Electric Sheep?  No Brasil como:  Blade Runner

Livro publicado em 1968 por Philip K. Dick que foi materializado em filme por Ridley Scott em 1982, cujo teor explora a questão: o que realmente nos faz seres humanos?

O tema da história desse livro magnífico de 1968, envolve aquilo que já conhecemos bem hoje como: drogas, religião, meios de comunicação de massa e dúvidas sobre nossa real identidade.

O ambiente é narrado no ano de 1992, após a Guerra Mundial Terminus onde a maior parte do planeta foi devastada por uma explosão nuclear que deu origem à uma precipitação radioativa que extinguiu várias espécies de animais e modificou geneticamente alguns humanos, classificando-os como Normais ou Especiais.

A população foi orientada a emigrar para outros planetas colonizados, sendo Marte o principal deles. A exceção foram os Especiais, que foram proibidos de emigrar para não contaminar os Normais com suas "modificações genéticas".

Durante a emigração, cada ser humano "Normal" ganhava um androide orgânico modificado, oriundo de um projeto bélico chamado Guerreiro Sintético da Liberdade.

Somos seres de luz, prisioneiros em corpos de carbono
“Quero mais vida, pai” (Blade Runner)

O único aspecto que distingue um replicante (Nexus 6) de um ser humano é a sua falta de emoção. 

Embora feitos de materiais biológicos de carbono – portanto, fisicamente indistinguíveis dos humanos - esses androides são considerados como peças de máquinas e são usados ​​somente nas colônias fora da Terra - em Marte. 

Alguns desses androides se rebelaram matando seus donos e conseguiram retornar ilegalmente à Terra com objetivo de tentar mudar, aumentar seu script/programa, que limita sua existência.

A geração de androides Nexus 6 são conhecidos como replicantes dotados de capacidades físicas e mentais bastante superiores às do homo sapien com uma pequena diferença; andróides não são empáticos.


“Empatia, evidentemente, existia apenas na comunidade humana, ao passo que inteligência em qualquer grau poderia ser encontrada em todo filo ou ordem biológica, incluindo os aracnídeos”      Pg 41 do livro - Androids Dream of Electric Sheep?

O caçador Deckard [interpretado no filme por H. Ford], aceitou a tarefa de caçar os replicantes altamente complexos - Nexus 6 – visando a recompensa que teria para adquirir um animal natural, já que a maioria estava extinta. Esse animal que ele desejava seria uma Ovelha.

Os animais reais eram raros, e mante-los vivos era importante e um símbolo de status social. As pessoas menos afortunadas, se voltavam para animais sintéticos (elétricos) muito mais barato, para manter um status que não possuíam – tal qual fazemos hoje através de carros com modelos novos.

Animais, em geral, desempenhavam um grande papel nesta sociedade pós-guerra que podia ser visto como a personificação da empatia, uma tarefa puramente altruísta. 

O papel dos caçadores de recompensa é capturá-los, certificar-se de que se tratam mesmo de um androide através de testes, e em seguida, desativá-los.

Um dos testes aplicados é o da empatia - teste Voigt-Kampff
Um medidor de resposta do sistema nervoso que avalia a veracidade da reação das pessoas a questões que só podem ser bem resolvidas com base em experiências pessoais ou humanas, através do hormônio da empatia.

Doomsday Book - (2012 filme Coreano)
 Montar origames ou soltar pipas – coisas que só humanos acham graça – não encontram função em robôs, são comportamentos restritos a humanos que geram prazer, emoção, sentimentos ligados a uma fase de sua vida, a um desafio que só encontra sentido no sentir.

A principal religião é mercerismo (mesmerismo?) – seguidores de Wilbur Mercer – através de Caixas de Empatia - Um dispositivo que permite que um grupo de pessoas se relacione umas com as outras, conectando usuários simultâneos em uma consciência coletiva.

Facebook em 1968? Sem dúvida alguma...

E em vez de ir a uma igreja ou templo para o culto, os seguidores da Mercer usam um aplicativo na caixa de empatia. 


A empatia leva a um senso de comunidade;
comunidade leva a empatia.
Se estamos nos individualizando
Estamos perdendo habilidades empáticas.

É através dos olhos - "porta de entrada para a alma" - que distingue um androide de um humano no filme Blade Runner, pense nisso.

Singularidade
É o momento em que a mudança tecnológica torna-se tão rápida e profunda que resultará a ruptura no tecido da história humana. Muitos não irão perceber que tudo mudou.

Dos escritores mais reconhecidos sobre o tema singularidade, como Vernor Vinge e Ray Kurzweil, argumentam que é difícil ou impossível para os seres humanos atuais preverem como a vida será após-singularidade. 

Kurzweil acredita que estamos nos aproximando de um momento em que os computadores se tornarão inteligentes, e não apenas inteligente, mas mais inteligente do que os humanos. Quando isso acontecer, a humanidade - os nossos corpos, nossas mentes, nossa civilização - será completa e irreversivelmente transformada. Ele acredita que este momento não é apenas inevitável, mas iminente. 

Segundo seus cálculos, o fim da civilização humana, tal como a conhecemos, está apenas 30 anos de distância.

Segundo Kurzweil, quando perceberem a singularidade (talvez tarde demais) encontrarão uma civilização muito reduzida, todos ligados a uma mente artificial central sem vontades ou motivações para existir, nenhuma individualidade ou liberdade de escolha, apenas seguindo o que uma mente superior ordenar, reduzidos ao estado de uma simples máquina trabalhando no compasso das metas, agendas a serem obedecidas.

Eles funcionam por meio de interação com as almas dos reptilianos, são apenas concebidos e construídos artificialmente, mas também funcionam como projeções mentais e psíquicas dos reptilianos. 

Isso também explica por que sua raça está morrendo: porque eles não são capazes de aprender o caminho para sair da sua condição

Eles também estão tentando modificar sua própria raça, do ponto de vista metabólico criando híbridos com humanos para resgatar a empatia perdida, a produção natural dos hormônios da Oxitocina.

Os aliens Greys somos nós amanhã...

Elon Musk é um agente ARIANO trilhardário (trilhões de dólares) considerado um dos maiores "visionários" em termos tecnológicos atualmente, que tem investido seu dinheirinho e agenda em projetos como a Tesla Motors, que revolucionou o conceito de carros elétricos; bem como a SpaceX, que levará os tolos humanos a Marte, e o Hyperloop, que pode se tornar o meio de transporte mais rápido do mundo. 

Afinal, quem tem conhecimento do futuro tem poder sobre o presente e a ideia de um universo simulado é recorrente nas falas de mentes brilhantes – podemos ver isso nos textos dos filmes Matrix, Jogos Vorazes e tantos outros.

"Podemos estar vivendo em um game de uma civilização avançada", diz Elon Musk
Imagine que a maioria das mentes humanas não pertença à raça original, mas sim às pessoas simuladas pelos descendentes avançados da raça original.

Nick Bostrom em seu livro mais recente, Superinteligência: Caminhos, Perigos, Estratégias - fala sobre todas as maneiras que uma inteligência artificial poderosa poderia destruir todos nós.

Bostrom avançou ideias radicais sobre o transumanismo e até mesmo argumenta que é mais do que provável que vivemos dentro de um mundo virtual gerado por computador.

Rich Terrile é diretor do Centro de Computação Evolucionária e Design Automativo no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA e também endossa essa teoria. Qual teoria?

Segundo Rich, vivemos em uma simulação controlada por uma espécie de "programador", em uma espécie de Matrix e o responsável pelo controle seria alguém do futuro. A explicação é que a Lei de Moore, que cita a evolução no processamento de máquinas (que dobra a cada dois anos) permite que isso seja teoricamente possível em algum momento.

O que acho intrigante é que, se existe um criador para nosso mundo no futuro, e ele seremos nós, isso também significa que há um criador para o nosso mundo e ele também é composto por nós. Isso significa que somos tanto Deus quanto servos de Deus e que fizemos tudo. O que acho inspirador é que, mesmo em uma simulação com muitas ordens de magnitude até níveis de simulação, algo no caminho escapou da "sopa primordial" para virar a gente e isso resultou nas simulações que nos fizeram. E acho que isso é muito legal", conclui, Terrile (2015)

Estão re-aprisionando almas, você não vê?
Fiz esse resumo acima para apresentar o meu mais recente livro sobre esse tema tão ameaçador a nossa integridade espiritual.

Laura Botelho
 
CAPA de Daniel Lannes
Quero muito alertar aos que me acompanham que não se descuidem, fiquem atentos, investiguem, pesquisem muito mais intensamente, pois temos pouco tempo para entender tudo isso, e como podem observar estamos entrando na Singularidade – um momento muito sutil em que perderemos a noção de quando as portas foram fechadas...

O texto desse meu livro trás tópicos fundamentais para sua atenção e despertar da consciência. Por mais que eu traga elementos para sua apreciação e atenção, nada será tão precioso do que ter um foco, um tema, um caminho a ser identificado e é isso que eu aponto no texto.

Espero que esse livro possa ajudá-lo a entender a gravidade da situação em que nos encontramos nesse AGORA. Precisamos escapar dessa prisão, mas com serenidade e sabedoria, para acessar muitas dimensões acima.



Registros de Epifânio (pesquise quem foi esse bispo) diz que:
"A alma é o alimento dos Arcontes e poderes sem o qual não podem viver, porque ela é do orvalho do alto e dá-lhes força” - Quando ela (alma/energia/espírito) torna-se imbuída de conhecimento, sobe para o céu e ganha Poder e, portanto, ascende além deles de onde ela veio a este mundo" continua Epifânio.

Laura Botelho

 Dicas de flimes que falam sobre esse tema - transumanismo. 
Ex machina

O homem bicentenário - a tentativa de resgatar sua alma de uma prisão milenar



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