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21 de mai de 2014

Mãe natureza, uma serial Killer.


A natureza não se importa com indivíduos numa espécie,
mas com o que a espécie como um todo está fazendo para o ambiente”.
Bruce Lipton

“Se você é útil pode ficar no grupo, senão, você está fora”

O plano Counter-Zombie Dominance de 30 de abril de 2011 é um documento alocado num website privado do Pentágono com o código CONOP 8888 – você pode acessá-lo na íntegra. Esse documento foi inicialmente revelado pela revista Foreign Policy, mas ganhou espaço na rede quando a notícia foi exposta pela CNN.

O documento de 31 páginas estabelece 8 tipos de adversários zumbis que os militares dos EUA poderão enfrentar em caso de um surto e explica como dete-los. Desses 8 tipos de zumbis temos os espaciais, zumbis armados e até mesmo zumbis vegetarianos, que comem todo tipo de plantas – preferem "grãos" em vez de um "cérebro".

Há os Zumbis robôs - “Robóticos orgânicos" – e segundo o manual de caça aos Zumbis, não se preocupe com o “código civil”, caso você não se sinta agindo bem ou não, apenas mate–os! Mate-os! Mate-os com o que tiver em mãos, até mesmo com um CD da Xuxa.

O plano de matança Zumbi americano reconhece que os países com os melhores cuidados de saúde e tementes a deus se recuperarão mais rapidamente e, portanto, serão capazes de conter a ameaça zumbi. Isso porque a ameaça de zumbis criados por alguma forma “demoníaca”, um tipo de 'magia negra' poderia ser de difícil exterminação, talvez só com ajuda de Jesus, mesmo.

Então grite forte: “ Em nome de Jesus, saia desse corpo que não te pertence, diabo!”

Ateus podem ser particularmente vulneráveis ​​as ameaças do ataque Zumbi", diz o documento. E com isso eu estou lascada... Nesse caso será preciso a proteção do Bispo Macedo e medalhas benzidas pelo Papa Leão X. Se não tiver nem um dos dois recursos, meu amigo... corra!!!

Como medida de último recurso, esgotadas todas as opções, o governo americano irá enfim "empregar armas nucleares dentro de território continental dos EUA para erradicar a hordas de zumbis." Tudo isso com única meta - a de restaurar a lei e a ordem - tudo pelo social.

O Prefacio desse documento CONPLAN 8888 define essa estratégia com um aviso: "este plano não foi realmente concebido como uma brincadeira".

Então fica sério e não ri...

Assuntos sobre Zumbis é um tema atual, mas o que realmente está por trás dessa “moda”? Filmes, seriados, novelas, livros expõem tudo que você deve saber sobre esse comportamento que leva um humano a um estado de morto/vivo. Algo semelhante a José Sarney. Quando a gente pensa que ele vai de vez, ele retorna das tumbas para chupar nossa vida.
 
ZUMBIS
“A natureza é uma assassina em série”

Segundo a tradição muçulmana, quando o “fim do mundo” estiver próximo, sinais serão reproduzidos por todos os cantos do planeta. 

Dos muitos sinais que eles apontam, vou citar apenas alguns que são repassados com mais freqüência em textos encontrados por aí. Você certamente já leu algo assim.

Os sinais:
Teremos um eclipse solar em meio ao evento do Ramadã, ao contrário do que pode acontecer normalmente (porque eclipses só ocorrem normalmente no final do mês, quando a Lua se interpõe entre a Terra e Sol)
O sol nasce a partir do oeste e “permanece imóvel” no céu em vez de marcar a oração da noite para os muçulmanos; 
Uma “cor” aparecerá no céu, estendendo-se em todo o horizonte (Auroras Boreais?)
Um fogo virá do Oriente, permanecendo no ar por três a sete dias 
O povo do Egito vai matar seu governante e destruir a Síria;
Um vento escuro no início do dia será seguido de um grande terremoto e inundação; 
A morte súbita ocorrerá acompanhada por perda de propriedade, vida e culturas; O medo será espalhado
Haverá pragas de gafanhotos (desequilíbrio ecológico?)
Grupos vão lutar por domínio e posse de terras
Escravos se levantarão contra seus mestres.
Os mortos se levantarão de seus túmulos, eles vão reconhecer uns aos outros e visitar um ao outro. (a explicação Zumbi?)

Muitos estudiosos já haviam chegado à conclusão de que Josefo tinha de fato criado o cristianismo.  O “Novo Testamento” é obra dos membros da família real Piso. Na realidade um esforço por parte de todos os membros da realeza que desejavam preservar e continuar a prática da escravidão. 



Essa família real inventou e promoveu a história e vida de um personagem fictício chamado Jesus. Essa superstição teve a finalidade de controlar as pessoas, pois só a realeza era alfabetizada e só eles teriam a liberdade de expressão para inventar qualquer coisa que pouquíssimos iriam perceber sua não autenticidade.

O povo não sabia ler. Ter acesso aos símbolos gráficos era coisa de reis, nobres e senhores de terras. Todos moravam no Maranhão nessa época quando Jesus foi inventado.

Ignorantes sobre tudo, não dominavam os símbolos e o conhecimento anterior de suas próprias vidas. O passado era registrado e contado pelos nobres, Senhores das terras, e a versão da história do mundo era contada oralmente pelos nobres para seu povo, século após século, e ninguém para interromper a farsa.

Podemos entender porque esses servos ignorantes analfabetos eram facilmente controlados por narrativas falsas, pois não tinham acesso a internet, não sabiam fazer uma simples pesquisa, não sabiam interpretar as palavras ou entender um contexto, mesmo quando bem “desenhado”. Um povo ignorante, sem vontade de estudar, pesquisar, fica na mão de quem sabe mais.

A ideia da família Piso para escrever o “novo testamento” objetivava abordar um dogma "universal", "uma religião de apenas um deus a ser venerado", já que os ignorantes pagãos adoravam muitos deuses, o que dificultava a centralização do medo. Temer a um só deus ajudava ampliar seu poder e controle sobre as massas de países já conquistados e conquistar mais facilmente outros países.

Eles precisavam oferecer uma “vida maravilhosa após a morte ao lado do trono do seu amo e Senhor" – o sonho de qualquer escravo - para que os seus próprios soldados não temessem enfrentar o inimigo e conseqüentemente o medo de morrer em batalha. Nada supera uma boa promessa. Os políticos entendem muito bem disso.

O Reino dos céus. Um mecanismo pelo qual consolava as viúvas e outros parentes desses tolos soldados que se entregavam a batalhas sem fim como zumbis – mortos de vida, de um futuro. A religião oferecia “conforto” e "esperança" para os aleijados, enfermos e reféns da guerra, promovida pelos Reis para manter seu império na família.

Até hoje esse argumento = deus - é usado para criar apoio para todas as guerras e domínio no Oriente Médio, nesse exato momento.

As pessoas na idade média eram tolas... Fáceis de serem enganadas. Acreditavam em analfabetos funcionais que diziam ter mensagens generosas do “Senhor” para a humanidade seguir a risca. Esses mesmos “canalizadores” dessa ladainha pagã de origem oriental milenar, não sabiam que seu deus não existia, que era apenas uma lenda, ou melhor, um símbolo pagão = o Sol.

E totalmente obtusos que eram disseminavam essa história ingênua por todos os cantos como um vírus que se instalava no hospedeiro e com ele padecia.

Todos os governantes romanos eram inter-relacionados seja pelo mesmo sangue (parentes) ou por afinidades de objetivos específicos (reinar ad infinitum) e essa farsa só foi possível prosperar por conta desse ambiente "controlado" que existia na época - um fato que só pôde ser desvendado, desmistificado ao publico mais esclarecido, em larga escala, após a implementação do Google e das redes sociais, o que facilitou demasiadamente o despertar da consciência de grupo – portanto, o CAMPO está mudando.

Somente poucos (monges e nobres) tinham acesso aos livros e muitos desses livros foram queimados nas bibliotecas de Alexandria, encobrindo a luz (conhecimento) por um longo tempo de trevas.

A Linhagem Real estava sempre no poder e se revezavam – tal qual nos 12 anos do PT. As informações e conhecimentos que detinham entre a realeza de sangue azul eram estritamente controladas entre grupos governantes com a finalidade de manter a massa de ignorantes sob domínio do medo e castigo.

Se eles não tivessem medo dos “reis” (dos homens) com certeza teriam medo de um deus zangado e vingativo.

Em outras palavras, uma 'fachada' deliberada foi criada e mantida por fins específicos. Todos os líderes religiosos estavam intimamente relacionados com a realeza, como papas 'santos' e escritores da igreja, bem como 'historiadores'.

Todos os que dominavam as “letras” – toda a simbologia – foram chamados de “esotéricos”, iluminados, iniciados.

Estudiosos em todo o mundo mostram como as verdadeiras raízes egípcias estão empregadas no cristianismo e deliberadamente encobertas pela igreja primitiva no momento do incêndio da biblioteca de Alexandria - raízes que somente agora estão sendo descobertas novamente pela arqueologia. 

Conceitos como a Trindade foram obtidos a partir de modelos egípcios (Osíris, Isis e Hórus), como nascimento virginal de Horus deu origem ao nascimento virginal de Jesus e Bhuda e como Akhenaton tornou-se o modelo para Moisés etc.

Mas ninguém tinha permissão para escrever para o público, exceto membros da nobreza e seus parentes próximos. O que garantia que “um Lula” qualquer não falasse algo que não deveria e reinasse por longo tempo.

E se um “alfabetizado funcional” falasse livremente para as massas o que havia descoberto sobre toda essa situação, ameaçando todo o sistema de fé no “Senhor” em vigor há milhares de anos... já sabe, né?

Esse iria comer grama pela raiz. Nada diferente de como é feito ainda hoje por todos governos nos quatros cantos desse planeta. Nada mudou.

A Bíblia, como a conhecemos, é divida em 2 grandes grupos de livros: O “Velho” e o “Novo” Testamento. A palavra “Testamento” para designar esses dois grupos de livros, significa = “aliança” (pacto, contrato, concerto).

O “Velho Testamento” (o pacto antigo) descreve principalmente a aliança de “Deus” com o povo de Israel. Ou seja, o primeiro pacto é o texto em que Enki faz uma aliança com seu povo. Ordena que seus homens e seus descendentes cortem o prepúcio, uma condição “física” que se assemelha aos deuses Anunnakis – distinguindo com isso, entre tantos homens comuns, um servo temente ao “Senhor” – ENKI, nosso pai.

Na velha aliança também vemos a indicação de ENKI para um pacto ainda maior que alcançaria todas as nações através de um “Messias” – seu filho Thoth - o “filho de deus”. Uma herança natural deixada do pai para o filho – suas terras e seu rebanho (nós).

O “Novo Testamento” – o novo contrato - alerta a vinda do tal Messias, Jesus Cristo (Epíteto de Thoth). Essa vinda “anunciada”, segundo narra os textos, se dará através do fim dos tempos, do juízo final, quando encerra uma nova etapa da administração anterior. A Empresa muda de dono.

Isso causará desconforto e as coisas ficarão caóticas para todas as civilizações quando a Zumbizada religiosa ficar perdida, estressada - chamando urubu de meu louro.

Então, mais uma vez repetindo:
O Novo Testamento, a Igreja e o cristianismo, foram todos assuntos criados pela família Calpurnius Piso, que eram aristocratas romanos. Todos os personagens contidos nele - Jesus, os Josés, as Marias, as Madalenas, as arrependidas e todos os discípulos, apóstolos, Paulo, e João Batista etc - são todos fictícios.

Foi justamente a admirável extravagância (ou cara de pau) do Papa Júlio ll que detonou a pior crise na história da Igreja. Em 1505, o papa começou a reconstrução da Basílica de São Pedro, no Vaticano, que estava em ruínas.

Para financiar a MEGA construção do estádio “Vaticanus”, autorizou todas as igrejas da Europa a vender “indulgências” (perdão divino) – documentos que davam absolvição total dos pecados em troca de dinheiro.

Isso enfureceu o monge alemão Martinho Lutero e a FiFA. E em 1517 publicou 95 teses denunciando a corrupção da Igreja e da Petrobrás.

Começava aí outra versão da mesma merda chamada Reforma Protestante. Todos os Zumbis foram pra rua protestar. Mas o que? Eles não sabem até hoje.

Eles estão sempre criando novas maneiras de manter o rebanho no cercado. Mudam as estratégias, se modernizam para atender as percepções infantis dos “analfabetos funcionais”.

Agora temos a versão high tech de “Jesus” – o tal de Sananda. Essa versão não aparece mais atrás do morro das Oliveiras. Fará uma entrada retumbante entre as nuvens em sua Nave Mega Blaster Elite Centurion. Ele vai levar todos os que se inscreveram para viver em Marte. A nova Jerusalém, ou o NOVO LAR.

Basta querer estudar, pesquisar. Tem muito material na WEB. Saia do lugar comum. Os livros didáticos atuais não lhe darão a percepção que precisa da nossa história para você ligar os fatos. Essa coisa de que “escravos fizeram pirâmides”... Por favor, muda do disco.

Estudar a história da humanidade pode nos ajudar a entender a política dos dias de hoje, e dar-nos a perspectiva muito necessária para chegar com soluções racionais equilibradas para os problemas de hoje, a fim de criar um ambiente melhor de aprendizagem e entendimento.

A história se repete
Esse “projeto Zumbi” não passa de uma operação, um plano de treinamento militar com base em um cenário fictício na Escócia para não carregar o risco de conseqüências sociopolíticas que essa realidade causaria nas pessoas.

Um treinamento militar contra humanos “zumbis desesperados” ameaçaria os planos REAIS e evidentes de um controle de massa (pós-catástrofes) do governo americano e outros.

Então, vamos ridicularizar a coisa para que o povo não perceba o que vem pela frente. Deixem os tolos rirem dos Zumbis. Jesus vai salvar a todos. Ou a gente ganha a COPA.

Eu convido você a assistir a esse vídeo sobre o filme Guerra Mundial Z (2013). Não é o trailler, mas o “making of do DVD original. Chamado “extra” por apresentar momentos da confecção artística que faz do filme um atrativo a mais.

Se você já viu o filme, verá algo mais e além nesse especial do que ele propõe a principio – “a pura diversão”. Quando eu assisti o filme pela primeira vez achei idiota, com um assunto repetitivo, mas a presença do Brad “Pritt” (a cola) me fez parar para vê-lo, e agora acredito que foi essa a intenção dos produtores do filme.

“Plano B”
O único artista em destaque no filme é o Brad Pitt. Sem ele esse filme passaria batido, você não saberia dele. O ambiente escolhido foi filmado na Escócia – Glasgow - e o prefeito “gentilmente” cedeu a cidade por 18 dias para as filmagens.

Pararam uma cidade por 18 dias para fazer um filme?!! Consultores militares e muitos soldados, incluindo marines, Swat, com armas reais, fizeram parte do elenco ao invés de figurantes.

Um navio Inglês moderno foi usado como ambiente de Studio. Para fazer um filminho? Estranho, não? A proposta do Guerra Mundial Z (2013) pode ser entendida se você também assistir ao filme ARGO (2012).

Então entenderá como as “aparências” Zumbis enganam...

laura Botelho






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