23 de jan. de 2026

Não somos 8 bilhões de humanos na Terra. Isso é um HOAX.


 
A Ciência alega que durante um milhão de anos, a população humana da Terra foi inferior a 26.000 pessoas.

Não existe um único censo global.

Os totais populacionais são produzidos por agências internacionais (ONU, Banco Mundial) através da compilação de censos nacionais, registros civis, pesquisas e modelos demográficos. O número de pessoas na Terra - que nascem e morrem literalmente a cada segundo de cada dia - é impossível acompanhar todas elas.

Já era falsa a afirmação de que “o mundo se tornará perigosamente superpovoado” quando foi postulada pela primeira vez no século XIX. Em 1960 também foi alardeada como a "A Bomba Populacional" o que também não condiz com a realidade.

Essa teoria da "bomba populacional" impulsionou o movimento ao longo da década de 1960 até o início da década de 1990 e mesmo depois. A principal característica do medo da bomba populacional tem sido a coerção.

O Fundo de População das Nações Unidas.

O governo dos Estados Unidos ajudou a fundar o Fundo das Nações Unidas para Atividades Populacionais (UNFPA) em 1969, com o objetivo de criar um centro de informações demográficas e populacional não partidária.

No entanto, o UNFPA rapidamente se transformou em um grupo de defesa de direitos que teve participação em mais de um programa coercitivo de controle populacional. Em menos de dez anos após sua fundação a UNFPA auxiliou no estabelecimento do programa de controle populacional mais brutal que o mundo já viu.

Com a ajuda direta do UNFPA, o governo chinês instituiu uma política que proibia as mulheres de terem mais de um filho durante a vida. Algumas mulheres que tentaram engravidar mais de uma vez foram forçadas a abortar. De fato, segundo o The Washington Post, apenas nos primeiros seis anos do programa, ocorreram 50 milhões de abortos forçados na China.

Conferência do Cairo sobre População e Desenvolvimento, em 1994, mostravam que as taxas de fertilidade estavam caindo rapidamente em todo o mundo

O fato é que a tão temida taxa de fertilidade começou a declinar no Ocidente há mais de 150 anos, muito antes do advento do planejamento familiar e do controle populacional nos moldes da ONU.

Atualmente, mais de 80 países atingiram o que se conhece como taxa de fertilidade abaixo do nível de reposição, o ponto em que as mulheres têm tão poucos filhos, geralmente considerado menos de 2,1 filhos por mulher, que os países não conseguem mais se repor.

Há quinze anos, o Japão alcançou um feito inédito no mundo: chegou ao ponto de ter mais pessoas com mais de 65 anos do que com menos de 15. Significa uma população que envelhece rapidamente, invertendo a pirâmide demográfica.

Esta é uma receita para o desastre econômico e para conflitos intergeracionais sobre os níveis de tributação governamental e os gastos com serviços sociais para idosos

Fato: os números de habitantes na Terra está superdimensionado.

Cada país faz estimativas de sua própria população. Países com boa infraestrutura e estatísticas rigorosas geralmente conseguem estimativas precisas, baseadas em censos e modelos estatísticos, que são então atualizadas com dados de natalidade, mortalidade, imigração e emigração, os quais precisam ser atualizados regularmente.

Pessoas que migram por alguns anos podem não ser devidamente desregistradas por vários motivos, desde preguiça até o desejo de manter alguns benefícios relacionados à residência anterior.

Países com infraestrutura precária, grandes extensões de terra subdesenvolvidas e populações predominantemente rurais têm muito mais dificuldade em obter dados precisos. A Índia não realiza um censo completo desde 2011.

Muitos países realizam censos de forma irregular, possuem sistemas de registro civil incompletos ou divulgam dados atrasados/filtrados.

Subenumeração em censos: populações de difícil acesso (assentamentos informais, migrantes, pessoas sem-teto, nômades, zonas de conflito) tendem a ser subenumeradas.

Em muitos países de baixa e média renda, a completude do registro civil é inferior a 80-90%. 

Superestimação: a dupla contagem (pessoas registradas em dois locais), registros desatualizados ou a inclusão de emigrantes podem inflar alguns totais nacionais.

Inexatidões nas estatísticas vitais: o registro incompleto de nascimentos e óbitos leva à incerteza nas estimativas de crescimento anual.

Verificações de consistência demográfica: a estrutura etária, a fertilidade, a mortalidade e as tendências migratórias devem ser compatíveis. 

Índia e Nigéria: historicamente, grandes fontes de incerteza global devido ao seu tamanho e à falta de dados.

Revisões após novos censos podem alterar os totais nacionais em alguns pontos percentuais, deslocando os totais globais em vários milhões ou até dezenas de milhões. 

Portanto, quando as estimativas populacionais "oficiais" dizem que existem 8,1 bilhões de pessoas na Terra, certamente não são 8,1 bilhões precisamente. 

Modeladores sérios afirmaram que o auge dos padrões de vida foi atingido por volta de 1970, 

CIDADE FANTASMA - CHINA

As pessoas têm menos filhos quando a pobreza diminui. Isso teve efeitos tão profundos que o crescimento populacional praticamente cessou em muitas partes do mundo, e em muitos países industrializados a população está diminuindo

A participação feminina na força de trabalho aumentou, enquanto a taxa de fertilidade diminuiu. Sem deixar de mencionar a campanha de liberdade pró aborto explicita das feministas em várias partes do planeta.

Mulheres com educação tem menos filhos. Islã proíbe as mulheres de estudar, pois isso gera infertilidade e menos muçulmanos na Terra.

Uma das descobertas surpreendentes que fizeram após a Segunda Guerra Mundial foi que, quando os países ricos fornecem ajuda humanitária suficiente aos países pobres para tirar suas populações da pobreza, o crescimento dessas populações começa a diminuir.

Mortalidade por COVID-19: o excesso de mortes relacionadas à pandemia expôs lacunas no registro de óbitos, levando a revisões das projeções de mortalidade e, consequentemente, da população em alguns países.

Em populações superpovoadas, a taxa de natalidade frequentemente cai abaixo da taxa de reposição até que a superpopulação diminua o suficiente.

A China e a Rússia são conhecidas por mentir sobre seus números populacionais

Regiões na China são conhecidas por inflar números para obter fundos, o que provavelmente é o pior ponto de dados únicos em qualquer contagem da população total do planeta. 

 Analise as importações brutas em relação à população. 

Se a China supostamente tem uma população de 1,4 bilhão de habitantes, suas importações per capita são surpreendentemente baixas para a segunda maior economia do mundo. Importações per capita muito abaixo das economias comparáveis

Sugere um consumo extremamente baixo… ou um número menor de consumidores.

Se a China tiver cerca de 450 a 600 milhões de habitantes, os números de repente fazem sentido.

• As importações per capita estão alinhadas com a produção industrial

• Alinha-se com o envelhecimento e a redução da força de trabalho

• Combina com décadas de supressão da natalidade

Comparação com o Japão:

Japão (~125 milhões): importações per capita muito elevadas

Envelhecimento da população, crescimento lento — os dados são internamente consistentes.  O consumo corresponde aos dados demográficos Isso não "prova" um número — mas é uma verificação que levanta questões.

Historicamente, quando um estado enfrenta um déficit demográfico e econômico enorme, a divulgação de informações é rara. As narrativas se tornam mais rígidas. A tensão externa aumenta.

As “cidades fantasmas na China” nos mostram que não há habitantes suficientes para essa ocupação. Cerca de 50 cidades fantasmas com aproximadamente 65 milhões de imóveis vazios. Estudos indicam que essas casas vazias poderiam abrigar toda a população da França (cerca de 68 milhões de pessoas).

Embora tenham infraestrutura moderna e bairros planejados, essas áreas permanecem praticamente desertas. Muitas dessas cidades nunca foram ocupadas de fato, seja pela falta de empregos nas regiões ou pelo alto custo das moradias — levantando dúvidas sobre o futuro urbano do país.

Historicamente, a China superestima seus números populacionais.

Fixian Yi, professor e especialista da China, estimou que a China superestimou sua população em 2020 em 130 milhões. Em 2021, o país revisou para cima as taxas de natalidade dos anos de 2010 a 2019 em 10 milhões.

Como a população do Brasil cresceu 45 vezes em 200 anos?


Censo 2022 menor que o esperado - registrou 203 milhões de habitantes, um número cerca de 5 milhões abaixo da estimativa projetada anteriormente pelo próprio IBGE para aquele ano.

Após críticas sobre possíveis falhas na coleta (omissões), o IBGE “revisou” os dados e, em 2024 e 2025, divulgou projeções com populações mais elevadas (cerca de 212,6 milhões em 2024 e 213,4 milhões em 2025).

Os países podem inflar o número de seus habitantes por diversas razões estratégicas. A manipulação de dados demográficos, embora prejudicial, ocorre para servir a interesses específicos dos governos.

Políticas e econômicas, muitas vezes para apresentar uma imagem de maior poder ou para obter vantagens logísticas.

Poder Político e Geopolítico: Uma população maior é frequentemente associada a maior influência internacional, força de trabalho e capacidade militar.

Países podem inflar números para parecerem mais fortes ou importantes no cenário mundial.

Aumento de Verbas e Recursos: A contagem populacional determina a distribuição de recursos públicos internos e internacionais.

Um número maior de habitantes pode garantir mais fundos federais, investimentos em infraestrutura e maior peso em votações, especialmente em governos locais.

Justificativa de Políticas: Dados inflados podem ser usados para justificar políticas públicas controversas ou projetos governamentais que dependem de uma grande base populacional para parecerem viáveis

Reforço de Posição em Instituições Internacionais: Um alto número de habitantes pode aumentar a representação ou o peso do país em organismos internacionais, conferindo-lhe maior poder de decisão.

RESUMINDO:

A superpopulação mundial é um hoax, uma estratégia muito bem desenhada por anos para organizar a vida na Terra.  O planeta está sendo bombardeado por energias externas e isso afeta a qualidade de vida aqui embaixo.

O clima está mais agressivo, mais intenso e desestabilizando as áreas onde as safras agrícolas serão destruídas ano após ano. Teremos fome, teremos desestabilização social o que gera estresse na humanidade implicando em muitas doenças e sintomas de ml súbito etc.

ELES precisam aniquilar a população mundial em um curto espaço de tempo para que possa ter controle sobre o que ainda resta. Os robôs entrarão em cena para coibir as pessoas de saquearem e depredarem o que restar.

Os robôs são soldados e não “amigos” da garotada. ELES estarão salvos e satisfeitos em seus bunkers enquanto as coisas aqui na Terra ficarão perigosas e bem angustiantes para os poucos sobreviventes.

Será uma fase, um novo ciclo do planeta holográfico... Quem estiver espiritualmente seguro saberá que tudo isso vai passar, e o conhecimento é o que o guiará para seguir em frente.

laura botelho

PACOTÃO de venda dos meus livros