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26 de mar. de 2015

Zelotes, os criacionistas petistas

"Muitos são aqueles que o comércio em
 truques e milagres simulados,
 enganam o povo tolo, e se ninguém
desmascarar seus subterfúgios,
eles irão impor a todos."
Leonardo da Vinci
 (Manuscrito F, Institut de France, 5v)

A narrativa do livro “Vidas Secas” de Graciliano Ramos está baseado num período particularmente complicado da política brasileira e mundial. No Brasil reinava governo de G. Vargas, enquanto na Europa as tensões resultariam na eclosão de uma 2ª Guerra Mundial. 

Revista Super Interessante
mes de abril - Espanha
A seca é um problema cíclico no planeta. Essa circunstância, assim como tantas outras sugere que as pessoas necessitam entender o “processo” climático e como se preparar para ele bem como para todo contexto global.

Mais do que oprimidos pelo ambiente, os seres humanos se tornam vítimas de mecanismos sociais abusivos que se aproveitam justamente dessa total “ignorância cíclica social” do tempo/espaço. Quanto mais informação você tem, menos receio terá de fazer boas escolhas.

Zelote – é um membro de uma seita judaica. Palavra originada do grego que significa - "aquele que é um seguidor fervoroso" - "ser zeloso" - "um entusiasta fanático".

Será que não está na hora de se livrar das correntes? Afinal, você está se protegendo do que?

Escritor, jornalista cientifico Robert Clarke em sua obra “O homem mutante” (1989), diz que no futuro todos teremos cabeças enormes (macrocephalic). O tamanho de nossas cabeças será maior porque "teremos um cérebro maior, com uma frente mais ampla e camadas corticais". 

Segundo Clark, essa não seria a única mudança anatômica para nossos sucessores. Do jeito que as coisas vão, muitas estruturas do corpo humano perderão as funções por pura falta de uso, da mesma maneira que perdemos no passado - das habilidades que se atrofiaram, que nos tornavam humanos super poderosos. Habilidades estas como a telepatia, a telecinese, a auto cura, a empatia e tantas outras que nem sabemos que as temos, ainda.

As amígdalas, segundo Clarke, bem como os dentes do siso, o apêndice (um caráter peculiar de quando éramos herbívoros) serão estruturas vestigiais de um velho programa.

É um fato acompanhado pela ciência de que o Homo sapiens sofrerá mutações em poucas décadas experimentando mudanças radicais a partir dos seus novos hábitos, estilos de vida e pensamentos reticentes, o que conseqüentemente afetará seu comportamento e seus corpos, bem como todo o ambiente. 

Uma mudança que está intimamente ligada à outra – Nós modificamos o ambiente e o ambiente nos modifica. Depende apenas de quem esta no controle; nós ou o ambiente.

Estamos perdendo habilidades intelectuais e emocionais.
Antropólogos dizem que até 2050 seres humanos viverão mais e terão menos filhos e caso os tenham, terão com idade avançada, a partir dos 40 anos. Outro dado que assusta é que cientistas afirmam que os homens do futuro serão menos viris... segue a máxima: “o que não se usa, atrofia”.

O ser humano será bissexual, não mais se identificando entre os “machos ou as fêmeas”, isso devido a pouca atuação significativa de hormônios andrógenos nos homens e estrogênios nas mulheres, o que define a preferência entre um sexo e outro. 

O ato sexual será apenas recreativo, pois a reprodução humana, já em baixa, será programada e artificial.

Geneticistas já observam que o cromossoma Y – que determina o sexo do feto masculino – está em declínio há anos - o que não precisa ser “cientista” para observar isso.

O filósofo Nick Bostrom, diretor do Instituto para o Futuro da Humanidade, da Universidade de Oxford, não tem dúvidas: transumanismo é um fenômeno que já está em andamento. A seleção artificial ultrapassou o natural.

Ideias fundamentais do transumanismo surgiram pela primeira vez em 1923 pelo geneticista britânico JBS Haldane em seu ensaio Daedalus: Science and the Future. Haldane previu que grandes “benefícios” viriam de aplicações das ciências avançadas de biologia humana, mas que cada avanço teria um cunho de “blasfêmia ou perversão" e não natural para cada sociedade.

Em particular, ele estava interessado no desenvolvimento da ciência da eugenia, ectogênese (criação e manutenção de vida em um ambiente artificial) e a aplicação da genética para melhorar características humanas, como a saúde e inteligência – habilidades que perdemos no tempo.

John Desmond Bernal escreveu “O mundo, a carne e o Diabo” em 1929, no qual ele especulou sobre as perspectivas de colonização espacial e mudanças radicais dos corpos humanos e da inteligência através de implantes biônicos e melhoria cognitiva. 

Seus escritos também foram temas em filmes apocalípticos onde já se questionava a continuação da raça ariana. Bernal sabia demais...


Elizabeth Kolbert  em seu livro - “Sexta Extinção” – nos mostra que a extinção em massa já se desenrola bem diante de nossos olhos.  Ao longo da história do planeta há registros de 5 extinções em massa, um momento na vida da Terra em que a diversidade repentinamente e dramaticamente sofre uma reviravolta.  

The Sixth Extinction” foi escrito e baseado a partir do trabalho de dezenas de pesquisadores e muitas disciplinas como no campo dos geólogos que estudam núcleos profundos do oceano, dos botânicos que seguem a linha das árvores, dos biólogos marinhos que estudam a Grande Barreira de Corais e tantos outros que compõem esse estudo.

Cientistas de todo o mundo estão atualmente monitorando a sexta extinção, previsto para ser o evento muito mais devastador que o do impacto de um asteroide que eliminou os dinossauros. Dessa vez a extinção será “humana”, dando lugar a robôs orgânicos.

Fatos e datas desencontrados
O pesquisador Bob Cornuke organizou 4 expedições ao Irã baseado em um relatório de um engenheiro americano que pôde visualizar algo fora do comum no cume de uma montanha em 1943.

Sua expedição chegou até a altura da montanha cerca de 4000 metros. A equipe descobriu no topo dos 4000 metros conchas provindas de organismos que só crescem debaixo d’água. O que se conclui que num determinado período de tempo, não muito distante, o cume daquela montanha de 4600 metros de altura já esteve completamente submerso.

Bob descobriu também que, ao contrário dos exemplares marinhos descobertos em altitude, estes animais não estavam completamente fossilizados, o que significa que ainda tinham matéria orgânica dentro de suas conchas que poderiam ser facilmente datadas.

Mas os resultados dos testes “carbono 14” mostraram que estes moluscos tinham cerca de 40 mil anos o que não condiz com as amostras coletadas – seria impossível ainda terem matéria orgânica após 10 mil anos, que dirá, 40 !

O Grand Canyon é um laboratório a céu aberto que prova que a terra foi criada nos últimos milhares de anos e em seguida coberta por um dilúvio mundial. Não faz tanto tempo assim.

O Grand Canyon exibe mais camadas sedimentares do que quaisquer outros sítios em todo o planeta, e seus indícios apontam para o fato de que o desfiladeiro foi formado durante uma BIG catástrofe e não há divergências intelectuais quanto a isso, é um fato unânime - o desfiladeiro do Grand Canyon foi esculpido por maciça quantidade de água. Mas quando?
   
Temos duas conclusões claras.
O teste do carbono 14 é falho, porém a data dividida por 10 mil anos apresenta uma possibilidade válida, ou seja, 4 mil anos aproximadamente e a segunda conclusão é que; se há erro de datação para este “quase fóssil”,  é fácil ver que estão mentindo quanto a morte dos dinossauros e qualquer outro elemento que tenha sido submetido ao teste do “carbono 14”.

Foram 7 dias ou milhões de anos, afinal?
Há cientistas que discordam da teoria de que a terra tem milhares de milhões de anos. Eu não sou cientista, mas tenho minhas convicções. Eu posso crer no que quiser (ainda) e pelo muito que já li e estudei, eu acredito que a Terra (o programa holográfico) tem pouco tempo de existência

Em que números acreditar? 

A diferença entre as duas teorias – o do planeta antigo – evolucionismo e o planeta novo – criacionismo - é justamente o “tempo” (que não existe) criado em discussão.

O criacionismo é um pensamento baseado em textos Bíblicos (Genesis) que conta que o homem e tudo mais que conhecemos até agora, é de autoria genial de um único “criador” que fez tudo em uma semana e que se auto denomina “deus” (EU) – o que necessariamente não é o deus dos cristãos, judeus ou muçulmanos. OK? Cada um puxa a brasa pra sua sardinha.

Um único sujeito programou todo esse jogo? Difícil. Mas tá escrito, tá lá no manual da Terra: “No princípio criou Deus os céus e a terra”.

Já os evolucionistas defendem a tese que o homem é resultado de uma longa evolução iniciada há cerca de 5 milhões de anos, desde os Hominídeos aos atuais “homens” com suas características doentias.

A teoria evolucionista surgiu a partir da publicação do livro de Charles DarwinA Origem das Espécies”, em 1859 que defende a tese de que homem e macaco possuem a mesma ascendência, da qual as outras espécies foram se desenvolvendo ao longo do tempo.

No meu ponto de vista, tanto Criacionistas quanto Evolucionistas, não estão de todo errados, estão sendo enganados pelos mesmos sujeitos com versões diferentes. Nos distraem com números e datas que não batem em nada com a cronologia do nosso ambiente. 

Por que nos manter distantes do momento da “criação”?
O cérebro trabalha com imagens. Ele só pode executar um programa se tiver uma imagem para se espelhar. Tal qual um arquiteto precisa da maquete do prédio para “ver” como ficará. Da mesma forma, ter uma imagem "divina" de como as coisas “aconteceram no passado” é a receita mais certa para programar um cérebro zelota para criar o que foi descrito.

Entre as partes principais do Apocalipse, o Observador fica à mercê de algumas imagens intermediárias, que servem de elos de ligação (ancoras) entre eles. A pessoa não raciocina, apenas observa a "imagem" !

Preste atenção.
O dilúvio bíblico é datado (não sei por quem) no ano 2348 A.C. E narra a lenda que esse evento ocorreu 1652 anos após a “criação da terra” no ano de 4000 A.C. E de todas as catástrofes naturais que atingiram os povos pré-históricos, as inundações deixaram as marcas mais profundas. 

No oriente médio existe um mito de um dilúvio universal que é a Epopéia de Gilgamesh, uma história da mesopotâmia. No original remonta ao ano 2700 a.C., o terceiro milênio, no local aonde hoje é o Iraque. Um numero que faz muito sentido se comparamos com a Bíblia. 

A história da Arca de Noé e do Dilúvio surgiu originalmente no oriente médio, o mesmo local aonde nasceu o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo. A narrativa do grande evento está na Bíblia e no Corão.

O relato é sempre o mesmo – o de um acontecimento catastrófico decorrido no início da história da humanidade, não muito depois “da criação do homem”.

O exército de terra
O Imperador  da Dinastia Qin da China em 221 aC. é referido como o "Filho do Céu" - reconhecido como o governante de "Tudo abaixo do céu" (ou seja, do planeta) 

Em 221 aC, o rei de Qin adotou um novo título para refletir seu prestígio como um governante maior do que os governantes que o antecederam (?)
 
Exército Terracota - China 
Ele chamou a si mesmo de Shi Huangdi – “Primeiro Imperador”. 
Na “mitologia chinesa”, os soberanos eram governantes piedosos creditados com façanhas como; a criação dos primeiros seres humanos a partir do barro. São clamados como heróis culturais, os inventores da agricultura, das roupas, astrologia, música etc

Narra a lenda que por conta dos poderes divinos do tal Huang, teria sido chamado também de "O Santo" ou "Imperador Divino", “Filho do Céu”, “Senhor dos Dez Mil Anos

Já adivinhou quem é o tal Shi Huangdi ? Acertou. É o nosso querido e velho réptil, Thoth. Ele está em todas.

O Exército de Terracota ou "Guerreiros de Terracota" é uma coleção de  esculturas representando os exércitos de Qin Shi Huang, o primeiro imperador da China. Foi descoberto em 29 de marco de 1974 por agricultores locais na província de Shaanxi. 

Esse complexo artístico está sendo anunciado como uma forma de “arte funerária” onde dizem que um exercito de terra foi “enterrado com o imperador” em 210-209 aC (que até hoje esse senhor não foi encontrado)
Moais - ilha de Páscoa

Quatro poços principais, cerca de 7 metros de profundidade, foram escavados e encontrado um exército composto de 8.000 soldados, 130 carros com 520 cavalos e 150 cavalos de cavalaria, a maioria dos quais permanecem soterrados em covas nas proximidades.

As figuras de terracota são de tamanho natural, e não há uma igual a outra. São homens com estatura média de 1,70m. Eles variam em altura, uniformes, e penteados de acordo com grau de hierarquia. Estavam pintados com pigmentos brilhantes, rosa de várias cores, vermelho, verde, azul, preto, marrom, branco e lilás. O que aumenta o realismo das figuras. 

Você acredita mesmo que esse complexo foi devidamente “enterrado” pelo povo? Faz sentido isso? Se ignorarmos as datas, e nos focarmos nos personagens, veremos que esse exército, assim como os Moais na ilha de Páscoa foram SOTERRADOS após um grande, um BIG evento.

Você não entendeu nada do que eu lhe passei acima? Não alinhavou as datas, costurou os eventos? Está perdido? Tudo bem. Não era para entender de primeira. Muita coisa a gente lê e não entende mesmo...

Tipo; “operação zelote”. Faz sentido pra você? Quanto tempo você acredita que “deus” será protegido? Quanto tempo mais os zelotes irão agüentar ficar de bico calado? Vamos precisar de um novo dilúvio?...

laura botelho