É difícil não dar atenção aos inúmeros avisos que estão bem diante da nossa cara.
Não se trata de querer "ver" pelo em ovo, mas estou vendo! Fazer o que?! E esse "pelo" estranho no "ovo" que estou vendo não é algo normal.
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| Planta Nuclear de Chernobyl - 1986 |
Chamo isso de sinal - um movimento diferente do habitual que merece minha atenção e no caso, dividirei minha percepção aqui. Se você não enxergar o pelo, nem o ovo... esquece, muda de canal, sua percepção para semiótica é péssima.
Deslocalização
Pesquisas sobre desastres ambientais anteriores
mostraram que a separação da família e a deslocalização de seu habitat, elevam o risco de problemas de saúde mental pós-desastres.
A investigação sobre os efeitos do
deslocamento sobre os resultados de saúde
mental indicou que as pessoas deslocadas pioram a saúde mental do que os
grupos que não foram deslocados internamente (deslocadas no seu próprio país). Refugiados
reassentados em outros países são muito afetados em sua saúde mental.
Depois que o Cyclone Tracy devastou a
comunidade de Darwin, Austrália, um estudo de sobreviventes descobriu que os
evacuados que não retornaram à
comunidade no prazo de 1 ano
apresentaram sintomas fortes de depressão
e preocupação, do que os indivíduos que saíram, mas retornaram a suas terras, e daqueles que se recusaram sair durante o desastre.
Em uma revisão recente da literatura de
deslocamento, os autores sugeriram que os efeitos
negativos da deslocalização forçada são em grande parte decorrentes da
perda de laços sociais e dos sistemas
de apoio.
A resiliência é provavelmente a
observação mais comum após um desastre. Além disso, os efeitos de eventos traumáticos nem sempre são ruins.
A maioria dos sobreviventes a um evento
terrível que foram preparados para isso, descreveram resultados positivos: de que aprenderam que poderiam lidar com crises de forma
eficaz e sentiram que estavam melhores por terem enfrentado esse tipo de
desafio.
Bem orientados, o desastre também pode aproximar uma
comunidade ou reorientar um indivíduo
para novas prioridades, objetivos ou
valores.
Os efeitos emocionais após desastres
naturais não parecem mais detectáveis em comparação com as populações de
controle após cerca de dois anos,
enquanto vários estudos mostraram que os efeitos de eventos causados pelo homem (terrorismo) podem ser muito mais
prolongados (Green & Lindy, 1994) (From Disaster Mental Health Response
Manual, página 44).
Acidente nuclear em Chernobyl - Aconteceu há 31 anos – em 26 de abril de 1986.
Trinta trabalhadores da limpeza foram
mortos durante, ou logo após o acidente, onde um reator nuclear na cidade de
Chernobyl, na Ucrânia, explodiu
Esse acontecimento é um dos dois únicos
acidentes de energia nuclear (até esse momento que escrevo) classificados como
um evento de nível
7 - classificação máxima na Escala Internacional de Eventos
Nucleares - o outro acidente foi o recente em Fukushima, março de 2011.
Cerca de 350 mil pessoas foram evacuadas da área ao redor da planta de
Chernobyl.
E hoje mais de 2.500km2 de terra em
torno de Chernobyl permanecem "oficialmente inabitáveis", uma zona quente
radioativa por milhares de anos.
Porém,
cerca de 100
pessoas insistem em viver lá.
Eles são os últimos remanescentes de
mais de 1.000 mulheres mais idosas que voltaram para a zona de exclusão nas semanas e meses após o desastre.
As idosas querendo voltar para suas terras,
não encontraram resistência dos funcionários do governo para impedi-las, ao
contrário, concordaram:
“Vamos
deixar as pessoas mais velhas voltarem para casa. Eles morrerão em breve, mas
serão felizes”
E com isso, se passaram 30 anos...
Muitos sobreviveram à fome de Stalin, às
atrocidades dos nazistas e a todas as dificuldades da Segunda Guerra Mundial e
agora, não estavam dispostos a fugir em face de um inimigo que era invisível - a radiação nuclear.
Eles foram atraídos por uma conexão
muito profunda com a pátria e a casa. Ambiente onde seus pais nasceram e
morreram, onde seus filhos cresceram, suas histórias, onde estavam seus jardins e animais.
A ONU estimou que a radiação do desastre
acabaria por matar talvez 9 mil pessoas
ou mais, mas não foi bem assim que aconteceu.
Trauma
da deslocalização
Muitos morreram há 30 anos atrás, mas estes
foram justamente os que viveram na zona
de exclusão, dentro das cidades e confinados em apartamentos oferecidos
pelo Estado, longe de suas casas e suas vidas do campo.
Ao chegar em casa, ao estar na sua
pátria nas casas em que vivem suas vidas, eles evitaram sofrer o trauma dos povos realçados em todos
os lugares. As pessoas deslocadas sofrem
níveis mais altos de alcoolismo, desemprego e - muito importante neste caso - círculos sociais interrompidos.
Então, ao permanecer na zona em que
conhecem e sempre viveram, evitaram os efeitos prejudiciais do trauma de deslocalização
O conflito de informações na área de Chernobyl desnorteia
aqueles que por um lado verificam seu contador
Geiger avisando que estão em alerta vermelho em termos de contaminação radioativa, e por outro
lado, seguindo a estrada, ao longo do passeio, avistam arvores, pássaros, animais e
um ambiente lindo e bucólico como deveria ser.
Um relatório de pesquisadores da AIEA (International
Atomic Energy Agency) sobre a saúde pós evento, chamou
atenção para os riscos para a saúde
mental, a partir de medos exagerados
sobre os efeitos da radiação.
Usaram a designação da população afetada
como “vítimas", em vez de "sobreviventes", do momento que perceberam como indefesos, fracos e sem controle sobre o futuro essa população estava.
A AIEA afirmou que isso pode ter levado
a um comportamento que causou novos efeitos
na saúde e não necessariamente a radiação ambiente.
Apenas 7 anos para
as mudanças radicais?
Você está
pronto?
Uma visão para o ano 2025 do site
Nesse link os dados estatísticos estão baseados em um espaço
de apenas 8 anos - não se sabe em
que parâmetro específico construíram esses dados – onde apontam que a população
chinesa e indiana aumentará ligeiramente.
A população russa perde milhões
de pessoas, mas permanece relativamente estável. A população brasileira aumenta.
O que chama muita atenção é que os EUA
é o único país que tem uma queda significativa e alarmante de sua população,
bem como o Reino Unido.
França e Itália mostram grandes quedas. A Alemanha mostra pouca queda de
habitantes. Seria por conta da invasão Muçulmana?
Nota resumida do site sobre essas revelações
acima:
Este site é um ambiente de dados Norte Americano, que oferece arquivos
e dados estatísticos de amplitude
mundial sobre vários aspectos como; aviação civil e militar, armamento e
exércitos, mísseis e munição, tecnologia militar e aeroespacial e outros dados estratégicos e econômicos de alguns países, mas nem
todos.
A maioria dos dados econômicos e demográficos utilizados na
elaboração das previsões está amplamente disponível por instituições como a CIA, FMI, ONU, USG, etc.
Há vários anos Dagong,
a agência de classificação chinesa,
publicou um relatório analisando a economia física dos estados comparando-o com
os da China, Alemanha e Japão.
A conclusão foi que o PIB norte-americano é algo entre US $ 5
a US $ 10 trilhões em vez dos US $ 15 trilhões, conforme informado oficialmente
pelo USG. Historicamente, é sabido que a antiga
União Soviética estava inventando estatísticas
falsas anos antes do colapso.
Nenhuma guerra pandêmica ou nuclear está incluída nessa previsão.
O elemento-chave para
entender o processo de diminuição de população nos EUA para a próxima
década chama-se: migração.
No passado, especialmente no século 20, o fator chave que
permitiu que os EUA subissem ao seu status de colosso foi a imigração com
os benefícios de uma expansão demográfica, incluindo a captação de cérebros (Alemanha nazista) do resto do mundo
beneficiando os Estados Unidos.
Vemos uma parte significativa da população americana migrando para a América Latina e Ásia, enquanto a migração para a Europa - sofrendo
uma doença similar
No entanto, o número de mortos será horrível.
A crise demográfica atingirá o mundo no futuro próximo e
deverá durar entre 3 e 8 décadas, mais ou menos, dependendo dos avanços
tecnológicos e questões ambientais.
Os países preveem que os números das populações refletem o
nascimento/óbitos, mas também os movimentos
migratórios. Muitos países vão
aumentar sua população bruta devido
à imigração, enquanto sua população
nativa pode encolher.
Ao longo dos últimos dois mil anos, testemunhamos a
civilização ocidental construída em torno do Mar Mediterrâneo se deslocando para o norte da Europa e, em
meados do século 20, mudando para um
eixo atlântico para finalmente se concentrar nos Estados Unidas nos últimos
anos.
O próximo movimento verá a civilização centrada na Ásia com a Rússia e a China no topo.
Historicamente, uma mudança
no paradigma econômico resultou
em um número elevado de mortos – o que raramente é destacado pelos historiadores.
Quando a transição das áreas rurais para as grandes cidades
aconteceu na Europa, muitas pessoas incapazes de aceitar o novo paradigma se mataram Um fator psicológico,
não convencional, mas real.
Este site é sem fins lucrativos, construído em tempo livre que fornece
informações e serviços. Não estão vinculados a nenhum governo. Não são ligados a um culto de morte ou satânico
ou comerciantes de armas. Domingo, 26 de outubro de 2014.
Não entendeu nada? Tem que desenhar?
Tudo bem, deixa pra lá...
laura botelho



