“O despovoamento deve
ser a maior prioridade da política externa para o terceiro mundo, porque a
economia dos EUA vai exigir quantidades grandes e crescentes de minerais do
exterior, especialmente de países menos desenvolvidos. A população mundial
deve ser reduzida em 50%"
Henry Kissinger
"Em vez disso, a
doença ofereceu a forma mais eficiente e mais rápida para matar os bilhões que
devem morrer em breve para resolver a crise populacional. AIDS não é um
assassino eficiente, pois é muito lento. Meu candidato favorito para a
eliminação de 90% da população do
mundo está no Ebola, porque é altamente letal e mata em dias, em vez de
anos. Temos doenças transmitidas pelo ar, com 90% de mortalidade em seres
humanos"
Essa frase é do Dr. Eric Pianka da Universidade do
Texas, ecologista evolucionário e especialista em lagartos (literalmente, não é
força de expressão). Ele aponta soluções para reduzir a população mundial de
muitas maneiras.
Jim Lovelock, é um cientista Inglês,
ambientalista, de 96 anos hoje. Ele defende que o planeta Terra age como um super organismo e, portanto, se auto-regula,
como nós.
"Será uma época
sombria", reconhece. "Mas, para quem sobreviver, desconfio que vá ser
bem emocionante"
Na visão de Lovelock, até 2020 (4 anos), secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Nada
a fazer, apenas se preparar para eles.
E ele vai além: até 2040 (apenas 24
anos), o Saara vai invadir a Europa,
e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando em uma
selva de trepadeiras kudzu. Cidade de Phoenix
se tornará um lugar inabitável,
assim como partes de Beijing
(deserto), bem como Miami (pela a elevação
do nível do mar) e Londres (pelas enchentes).
A falta de alimentos
fará com que milhões de pessoas se dirijam para o Hemisfério Norte, elevando as
tensões políticas. Os chineses terão
que rumar para Sibéria. Uma guerra
entre Rússia e a China poderá ser inevitável por conta disso.
Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa,
virão as epidemias... Por que “epidemias” fazem
parte do “fim do mundo”, sempre?
Não precisa ser especialista em saúde ou ter um título de doutorado
em Harvard para entender porque os sintomas se alastram. Basta entender que
ambientes caóticos alteram o emocional das
pessoas diante
do MEDO de perder a casa, os filhos/parentes,
os bens materiais, enfim, toda uma vida
que será deixada para trás. Sem um “futuro” o cérebro pira, acredite.
Populações de migrantes fugidos pela guerra ou de extremos climáticos,
carregam em si a angustia da “perda”. Não estamos acostumados a deixar nada
para trás e vamos “lutar” para manter as coisas como são, custe o que custar.
Essa “luta” e “fuga” descontrolada emocionalmente, é um
componente perfeito para perda de energia interna. O caos passa a fazer parte
da biologia de cada um. A defesa do organismo se deprime.
Os sintomas de MEDO
são clássicos e visíveis: diarréia, dor de cabeça, tontura, pressão no peito ou
taquicardia, ânsia de vomito, cansaço, desanimo, febre alta. Sintomas que se
aplicam a qualquer “doença”, mas que não passa de um sistema natural de alerta.
Do conflito interno não resolvido.
Narra a lenda que até o ano de 2.100,
a América do Norte e Europa sofrerão aquecimento de 8 ºC, o dobro do que prevê o IPCC.
Calor ou frio demais afetam nosso senso
de resposta a exigências do ambiente. Portanto, estaremos lerdos e confusos, prontos apenas para atacar, matar qualquer um
que fale num tom um pouco mais alto. Como animais acuados, o ser humano (com
pouca ou nenhuma informação sobre o que está acontecendo) se tornará uma
máquina letal, um exterminador de um futuro.
Nesse passo a humanidade estará caminhando para imagens perceptíveis
como nos filmes “O livro de Eli” e “A Estrada” e mais recentemente a “Quinta onda”.
Previsões de muitos cientistas indicam que a ZONA TEMPERADA do nosso planeta se
deslocará para ambos os pólos, equitativamente. No caso do hemisfério Sul, a ponta da Patagônia estará bem agradável para se
viver num futuro distante.
Afinal; quem está preparado para um terrível e inimaginável caos social?
Acredito que poucos, apenas os que sabem dormir quando os ventos sopram
Cinco dias no Memorial - 28 de
agosto a 1 de setembro de 2005.
Esse é o título do Best Seller do livro de não-ficção da Médica
e jornalista americana Sheri Fink. O
texto refere-se a passagem devastadora ocasionada pela força do furacão Katrina
que afetou toda uma comunidade em New Orleans, em agosto de 2005. Os fatos são
precisamente relatos dramáticos ocorridos dentro do Memorial Medical Center no decurso do evento.
O texto descreve acontecimentos no interior do Memorial
Medical Center, nos 5 dias após ao furacão Katrina, onde milhares de pessoas ficaram
presas em seus leitos sem ajuda urgente das autoridades governamentais. (andaram
pra eles)
A espera angustiante por socorro deu início a uma bizarra
triagem. Pacientes em estado crítico foram submetidos à eutanásia com a supervisão dos profissionais do hospital.
O hospital ficou sem luz e seus geradores de back-up falharam,
deixando-o sem ar condicionado, sistemas de esgoto e água potável, equipamentos
médicos essenciais, sem comida, sem nenhum tipo de recurso tecnológico para
amenizar o sofrimento dos internos em estado grave, como bombas para manter oxigênio,
coração, sangue, pulmões e rins...
O interessante do livro é que a autora examina as conseqüências jurídicas e políticas da
decisão de sacrificar os pacientes e as questões
éticas em torno da eutanásia
e cuidados de saúde em cenários de desastres
ou zonas de guerra.
O que fazer? Como agir nesses casos? O que você faria? Por que
não trabalhamos mais nesses assuntos? Eles serão essenciais daqui pra frente! Por
que negligenciamos essas informações? Do que temos medo? Se não acontecer,
ótimo! Estaremos mais fortes do que antes.
No total, 45 pacientes morreram antes do hospital ter sido
evacuado e 23 foram identificados
como tendo concentrações de morfina e
outras drogas em seus tecidos (indução a eutanásia).
As acusações contra o corpo médico não tiveram efeito e o júri
decidiu não indiciá-los.
Novo evento ocorreu com o furacão Sandy em 2012 e novamente houve falha
do governo dos EUA para fazer cumprir as normas de "preparação para
emergência"
Se observarmos melhor a conduta dos nossos governantes mundiais
em relação a “preparação para
emergências” em muitos países - com destino certo para catástrofes - é evidente
que a morte de muitos contribui para as metas de despopulação já programada há
anos pelos deuses.
Eles não farão nada, não mexerão uma palha para amenizar a
dor, o desconforto, o pânico das vítimas – o que inevitavelmente desencadeará as
“epidemias do medo” que serão geradas por
cada movimento terreno.
Sexta - feira, 22 de janeiro, 2016 - 20:05h
Mais de 20 soldados ucranianos morreram e mais de 200 soldados
são hospitalizados em um curto período de tempo, por conta de um vírus mortal que é imune
a todos os medicamentos.
"Continuamos a
registrar novos fatos de crescimento das epidemias de infecções respiratórias
agudas entre os militares ucranianos. Assim, desde o início desta semana, mais
de 200 militares ucranianos foram levados para hospitais civis e militares de
Kharkov e Dnepropetrovsk. É importante repetir que a inteligência DPR relatou
anteriormente a pesquisa que está sendo realizada em um laboratório privado na
localidade Shelkostantsiya, a 30 km de distância da cidade de Kharkov, e
envolvendo US peritos militares. Segundo a nossa informação, é lá onde a
estirpe de gripe californiana mortal vazou ", disse Basurin.
“Os médicos registraram
o vírus desconhecido, como resultado de infectados com febre alta que não atende a qualquer medicamento, e em dois dias os
levam ao desfecho fatal" disse Vice-Comandante Eduard Basurin,
do relatório sobre a situação MoD.
Eu bato nessa tecla diariamente e vocês devem estar de saco de
cheio dos meus alertas vermelhos... Gostaria que muitos entendessem o que estou
alertando ao invés de apenas verem drama e suspense de minha parte.
Não há mais volta no tempo. Estamos nos dirigindo para uma
zona perigosa, mas muito proveitosa para
os evoluídos, se encarada com conhecimento dos fatos.
Um dia, todos nós vamos morrer, não resta duvida, mas o enredo
estressante não está no momento da travessia, mas no “quanto” estaremos
preparados para quando esse instante chegar.
Eu quero, sinceramente, assistir tudo de camarote.
Falarei sobre esse tema que muito me preocupa no Seminário em BH no dia 02 de ABRIL de 2016. Quero levar as pessoas temas intrigantes como: podemos ficar sem comer por
mais de 30 dias sem causar danos ao nosso organismo? Posso reverter meu sintoma
entendendo como me sinto emocionalmente? Como ajudar meus filhos e idosos a se
prepararem para um caos social?
Quer saber mais? Me escreve – link azul
Laura botelho
Somente depois de três dias após a morte do ator Paul Walker, os
produtores do drama ‘Contagem Regressiva‘ (Hours) marcaram a data de lançamento
do filme sobre o evento Katrina.
Um pai que tenta manter seu filho nascido prematuro durante o apagão no Hospital.
É só uma dica, esse video não está legal. Busque outro.



