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29 de jun de 2015

Videos - Televisão brasileira já fala sobre vida extraterrestre.


Está cada dia mais comum encontrarmos assuntos como "vida extraterrestre" em TVs, documentários abertos a população em geral. Esses assuntos antes circulavam em TVs fechadas ou em mídia muito restrita a um público com um nível de atenção privilegiado. 

Vida "alien" estava associada a "ficção", a filmes de horror com invasões, ou de outra ponta, a ridicularização do tema em filmes de comédia como "Marte ataca" e outros. 

Será que a coisa está ficando "fora de controle"?  Será que a internet popularizou a informação a tal ponto que não se pode mais "fazer de conta" que essa possibilidade não existe? Essa ideia poderia ser possível? - a de que outros seres, diferentes de humanos, convivam conosco há milênios ?

Eu penso em breve promover um debate com muitas pessoas a respeito do que faremos com esse conhecimento... 


  • O que faremos a respeito dessa mudança de percepção? 
  • O que isso implica na nossa vida, no nosso futuro, no nosso entendimento sobre "vida humana" de nossos filhos e netos? 
  • Que tipo de implicações surgirão com esse contato físico e intelectual com esses seres que estão evoluídos TECNOLOGICAMENTE zilhões de anos luz de nós? 
  • Como fica a história humana diante dessa nova esfera de conhecimento? 
  • Teremos que mudar tudo que aprendemos?
  • Iremos regredir espiritualmente ou avançar tecnologicamente? 
  • Como reagirão as pessoas que não estão preparadas para esse contato? Suicídio em massa? Panico geral? 
  • Alienação ou revolta geral contra governantes que ocultaram essa relação por anos? 

Estou muito interessada em ter essa conversa com um público que esteja preocupado com esses temas e sua evolução. Vou me organizar para isso. Acho que esse é o momento, temos pouco tempo...

laura botelho






27 de jun de 2015

Código - Inverno escuro (Dark Winter)


"Se você contar uma mentira suficientemente grande e ficar repetindo isso, as pessoas vão, eventualmente, vir a acreditar. A mentira pode ser mantida apenas durante o tempo em que o Estado pode proteger as pessoas das consequências políticas, econômicas e / ou militares da mentira. Torna-se assim vital importância para o Estado usar todos os seus poderes para reprimir a dissidência, pois a verdade é o inimigo mortal da mentira, e, portanto, por extensão, a verdade é o maior inimigo do Estado." 
Joseph Goebels,
Ministro do Reich para
Esclarecimento Público
e Propaganda

A Operação "Inverno escuro" (dark winter) foi o nome de código para uma simulação de um ataque bioterrorista de nível sênior, realizado entre 22 e 23 de junho de 2001 pelos Estados Unidos.

Você soube disso? Claro que não. Não passou no Fantástico, então você não fica sabendo de nada, mas nesse BLOG você ficará esperto.

Tara Thomas O'Toole e Inglesby - do Johns Hopkins Center for Strategies Biodefense Civil (CCBS) (Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais) - e Randy Larsen e Mark Demier do - Analytic Services - foram os principais designers, autores e controladores do projeto “inverno escuro”.

Um exercício de guerra no mundo real que teve como objetivo testar o tempo de resposta de uma emergência a um ataque biológico, bem como a introdução de um vírus epidemiológico numa sociedade “organizada”. O vírus escolhido para esse ataque simulado foi o vírus da varíola.

O resultado da simulação foi o “esperado” – a coisa saiu do controle dentro de alguns dias - e previu o "colapso em instituições essenciais" bem como a desordem civil e uma centena de vítimas fatais. Foi evidente o pânico generalizado que resultou na ruptura social em massa e violência da multidão e as muitas dificuldades que a mídia teria para enfrentar a prestação de informação necessária sobre os procedimentos de segurança aos cidadãos.

O cenário “simulado do projeto” envolveu um suposto ataque iniciado com varíola na cidade de Oklahoma desencadeando sintomas para as cidades da Geórgia e Pensilvânia, consequentemente. 

De todas as armas biológicas, a mais temida historicamente pelos americanos é a varíola, pois não há nenhum tratamento médico eficaz, ela some sozinha.  

A Assembléia Mundial de Saúde declarou erradicada mundialmente a varíola, em 1980, e desde esse anuncio oficial os programas de vacinação contra a varíola e produção de vacinas, cessaram em todo o mundo. Indústrias farmacêuticas que faziam a vacina foram desmanteladas, segundo a organização, quase todos no planeta estão desprotegidos contra a varíola. (mensagem forte essa – você já se borrou de medo fácil)

“Varíola” - é a palavra que vem à boca de todos os peritos, quando perguntado: "O que te assusta mais?" – Isso porque, eles não estão sobre o governo do PT... varíola é coisa para os fracos.

Segundo os organizadores de terrorismo, há três categorias de agentes que poderiam ser usados ​​como armas bioterroristas com base na facilidade de divulgação ou transmissão, potencial de alta mortalidade, risco de pânico na população, perturbações sociais e requisitos para a preparação do público - isso inclui o =  antraz, varíola, botulismo, tularemia e os vírus que causam febres hemorrágicas como o Ebola

Esqueceram da temida dengue... mas isso, a gente tira de letra.

Todas essas “doenças” começam com sintomas de gripe que são difíceis de diagnosticar nos primeiros dias, portanto o script quem dá são eles. A mídia diz aquilo que você terá, e você terá.

Peste Negra – 1346 - 1353
Latim - Plague – plaga – praga = 'golpe'.


Na escola nos foi dito que uma epidemia atingiu o mundo durante o século XIV (1347-1350) na Europa, na China, no Oriente Médio e outras regiões do globo matando 1/3 da população européia e proporções provavelmente semelhantes nas outras regiões destruindo praticamente a civilização da época.

A Peste Negra foi apontada como ter sido originada na China. Casos surgiram na Europa Mediterrânea e na Itália, no sul da França e Espanha, onde a praga correu por cerca de 4 anos consecutivos com 70% a 75% de mortes da população total. 

Recentes descobertas científicas relacionaram e analisaram as inúmeras “idades das trevas” nos grandes impérios como do Egito, Babilônio e Romano que se desmoronaram dando origem a novas “civilizações” que pontuaram e orientaram a história humana até esse momento.

As datas das crises ambientais sugeridas pelos cientistas como possivelmente atribuíveis a eventos de mudanças sociais soam familiar para nós que estudamos sobre isso.

1ª - 3.200 a.C
2ª - 2.300 a.C
3ª - 1.628 a.C
4ª - 1.159 a.C
5ª - 530 - 540 d.C

A última crise mundial existencial ocorreu entre os anos 530 e 540 d.C – que marcou o início da Idade das Trevas na Europa. Nessa altura, o Império Bizantino lutava contra a ocupação bárbara das terras do antigo Império Romano do Ocidente. Além da sociedade nobre, os colonos também foram dizimados com a peste a ponto de levar o Imperador Justiniano a promulgar novas leis de sucessão para lidar com a situação da perda aguda dos seus militares e burocratas.

Um inverno rigoroso de 2 anos de duração deu início no ano 535. d.C – estudos mostram que árvores da Califórnia até a Irlanda e Sibéria pararam de crescer. As plantações minguaram, morreram, a escassez de alimentos trouxe a fome e a peste - como conseqüência - dizimou grupos inteiros de humanos na Itália, China e Oriente Médio.

Narra à lenda que a Peste Negra cresceu como epidemia tipo bubônica (Yersinia pestis), conforme descrito nos clássicos trabalhos de 1894 Yersin e Kitasano. Mas hoje há outra visão sobre os velhos fatos que apontam categoricamente que a “peste” foi mais que uma epidemia virótica, mas uma epidemia metafórica!

Samuel K. Cohn, amplamente citado por Mike Baillie e outros pesquisadores continuam a contestar as provas que afirmam que a peste teria sido bubônica, pois a identificação de vítimas individuais mortas foi feita a partir de contextos arqueológicos apenas, e como peste bubônica não deixa vestígios esqueléticos fica difícil uma constatação pontual.

Em 1984, Graham Twigg publicou “A Peste Negra: uma reavaliação Biológica” - onde ele argumentou que o clima e a ecologia da Europa, e particularmente a Inglaterra, tornou quase impossível para os ratos e pulgas terem transmitido a peste bubônica.

A “pestilência” em Outubro de 1347 d.C parece ter surgido no período durante o cerco à colônia de Génova, Caffa, na Crimeia (Ucrânia). Uma epidemia que atrasou a construção das catedrais e do feudalismo, sendo substituída por uma nova civilização com novas descobertas, “renascendo” assim, um novo ponto de vista, logo que a população voltou a se erguer do “golpe”.

Narra um cronista da época, sobre a peste em Siena:
"A mortandade começou em maio de 1348. É impossível descrever o horror: filhos ficaram sem pais, maridos sem esposas. Ninguém, nem mesmo por amizade ou dinheiro, queria enterrar os mortos, que eram atirados em enormes valas comuns... Ninguém chorava pelos mortos, porque todos esperavam morrer".


Algumas observações mostram que não sabemos com certeza sobre muita coisa - ou fomos enganados sobre o teor do evento ou a capacidade de percepção sobre o todo estava comprometida pelas partes.

Nosso conhecimento sobre a Peste Negra na idade média vem quase inteiramente a partir de registros escritos, que podem ser manipulados, e essas fontes conflitam com o que sabemos hoje da moderna Y. pestis (peste bubônica)

A velocidade da transmissão da Peste Negra foi relatada ter se espalhado 385 km em 91 dias, em comparação com a Peste bubônica “moderna” que avança 12-15 km por ano mesmo com a ajuda da locomoção rápida dos trens, aviões e carros atuais.

A praga moderna só pode ser mantida em temperaturas entre 10 e 26°C e requer alta umidade e temperaturas relativamente quentes, enquanto a peste negra citada ocorreu na Noruega em meio ao inverno rigoroso e no Mediterrâneo quente e seco.

Vários lugares (incluindo Florença, em 1348) mais de 75% da população parece ter morrido em contraste com a maior mortalidade para a peste bubônica moderna que foi de 3% em Mumbai em 1903.

Parece “coincidência”, mas a Peste Negra acelerou a transição para uma "moderna formação social”, lançando uma dinâmica base comportamental para uma sociedade "inovadora" na Europa – a capitalista. Acredite.

O declínio e crise do sistema feudal provavelmente afetou as pessoas especialmente vulneráveis a tudo. Emocionalmente abaladas, inclusive ​​à praga e a todo tipo de enfermidade, sucumbiram aos eventos da época.


Mas será que a peste foi realmente o estopim para a quebra desse antigo modelo de sociedade? Uma mudança tão radical de costumes poderia ser resultado de mordida de pulgas? Que maneira estranha de evoluir...

Alguns investigadores concluíram que muitos desastres foram relacionados a colisões com cometas ou fragmentos desses que atingiram a Terra em ciclos determinados.

Pestilência - Etimologia que veio a ser amplamente aceita em toda a Europa durante a Idade Média dividiu o termo pestilência - temps, “do tempo” - te, lencia clardat, pes = Tempesta, o brilho, a luz.

Concluindo: pestilência significa: "o momento da tempestade causada pela luz das estrelas"

O século XIV sofreu uma lista inteira de catástrofes globais, o que incluiu terremotos, incêndios, inundações, temperaturas muito baixas, névoas nauseantes e quebra de safra – resultando no caos social. Fontes documentais contemporâneas apontam para menção de chuvas, escassez de plantio e a fome que seguiu matando milhares de pessoas.

Pessoas que viveram na Londres medieval não tinham a menor ideia de que uma das maiores erupções vulcânicas do Holoceno dos últimos 10.000 anos, e, certamente, a maior do último milênio originou todos esses problemas que foram sentidos em todo o globo, como uma névoa seca que desceu em todo o mundo, resfriando a superfície da Terra.

A ordem social foi enfraquecida sob o estresse das guerras e uma população com fome e exausta torna-se vulnerável ​​a todo tipo de “doenças”.

Um historiador David Keys descreveu em seu livro, citando os escritos de um bispo sírio do século VI, João de Éfeso:

"O sol se tornou escuro. Cada dia que brilhou por cerca de quatro horas e ainda leve, esta era apenas uma sombra débil.”

Um contemporâneo Historiador italiano, Flávio Cassiodoro, escreveu:

Estamos maravilhados de não ver sombras de nossos corpos ao meio-dia. Temos verão sem calor


As guerras subsequentes a peste e quase contínuas da Idade Média, foram patrocinadas pelos nobres para arrebatar a riqueza dos enfraquecidos, dos camponeses que perderam tudo com as mudanças climáticas e fugiram para longe para não serem contaminados com a peste. Uma verdadeira guerra pela sobrevivência.

Toda a Europa foi transformada em campo de batalha na Primeira Grande Guerra Mundial piorando ainda mais em 1918. Tropas inteiras griparam-se.

Dores de cabeça, febre e falta de ar com os pulmões cheios de líquido matavam mais que as baionetas dos inimigos. A estimativa do número de mortos em todo o mundo durante essa pandemia de gripe em 1918-1919 flutua entre 20 e 40 milhões, segundo registros escritos.

O grande número de mortos na Espanha apareceu em duas ondas diferentes durante 1918. Enquanto a primeira onda de gripe atingiu especialmente os Estados Unidos e a Europa, a segunda devastou o mundo inteiro deixando gripadas as populações da Índia, Sudeste Asiático, Japão, China e Américas Central e do Sul.

Só para se ter uma ideia da grandeza desse evento, nem os combates da primeira ou da segunda Grande Guerra Mundial mataram tanto quanto essa gripe.

Primeira Grande Guerra (1914-1918) - Cerca de 9 milhões e 200 mil pessoas morreram nos campos de batalha. Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - responde pela morte de 15 milhões de combatentes.

Mais uma vez há uma teoria de que a gripe foi alastrada pelos ratos e suas pulgas... e estranhamente, mesmo com esta “doença tão contagiosa”, algumas cidades da Europa foram poupadas. 

O problema nessa história que não bate é que supostamente ratos infectados teriam que se deslocar a uma velocidade absurda pelos países longínquos com um monte de pulgas infectadas em seus corpos, e essas por sua vez, teriam que infectar a todos que tivessem contatos com elas. Perceba que a gripe pulou de continente em continente numa época em que viagens marítimas duravam meses.


Registros indicam que a terra foi, de fato, submetida a bombardeio do espaço durante o século 14 e que esta pode muito bem ter sido não só a causa do terremoto de 25 de janeiro de 1348, mas também a causa da Peste Negra.

Mike Baillie, arqueólogo britânico, um dendrocronologista que estuda os anéis das árvores, fez uma análise desses anéis que mostrou que ano de 540 d.C em diferentes partes do mundo o clima radicalmente mudou. As temperaturas caíram o suficiente para impedir o crescimento de árvores como amplamente dispersos como o norte da Europa, Sibéria, norte oeste da América, do Sul e sul da América. 

Ele comparou esses anéis de árvores com amostras de gelo que foram analisadas e descobriu uma coisa muito estranha, de que há uma ligação entre amônio nos núcleos de gelo e bombardeamento extraterrestre na superfície da Terra.

Mike Baillie nos mostra que a assinatura é exatamente a mesma presente no momento da Peste Negra em ambos os anéis das árvores e nos núcleos de gelo, e em outras épocas chamadas "pragas e pandemias". 

Baillie descobre que havia um escritor do século 14 que descreveu a praga como uma "corrupção da atmosfera".

O historiador alemão, Hecker, nos informa:
Na ilha de Chipre, a praga do Oriente já havia estourado, quando um terremoto sacudiu os alicerces da ilha, e foi acompanhado por um furacão tão terrível, que os habitantes fugiram em desespero ... O mar transbordou ...Antes do terremoto, um vento pestilento se espalhou tão venenoso, um cheiro que muitos, foram dominados por ele, de repente caíram e expiraram em agonias terríveis. ... e como naquela época as ocorrências naturais foram transformados em milagres, foi relatado que um meteoro de fogo, que desceu sobre a terra longe, no Oriente, tinha destruído tudo dentro de uma circunferência de mais de cem léguas, infectando o ar distante e largamente” (Cohn)

Os impactos, rendendo muitos megatons de energia explosiva, produziram vastas nuvens de fumaça e poeira que circularam o globo terrestre por anos, diminuindo a sol, derrubando as temperaturas, matando o plantio, levando a fome, doença e naturalmente a morte. 

No ano 530 d.C, uma chuva de meteoros incomum foi registrada por dois observadores do Mediterrâneo. O trabalho de Philip Ziegler, autor do livro “Peste Negra”, demonstra em relatos essa hipótese da chuva de meteoros.

Secas, inundações, terremotos, gafanhotos, trovão subterrâneo, furiosas tempestades, raios, folhas de fogo, pedras de granizo, fogo do céu, fumaça fedorenta, ambiente corrompido, uma grande chuva de fogo, massas de fumaça. (Ziegler)

Então? Acredita ainda que a humanidade foi impulsionada a evoluir por conta de mordida de pulgas? Estão ocultando as muitas mudanças climáticas e cíclicas no planeta. Isso reflete uma coisa: quem tem essas informações de “quando” e “como” elas acontecem, têm o controle de tudo.

A peste retorna à Europa e um livro sobre a melancolia e é editado com grande sucesso. Em 1621 foi publicado na Inglaterra um livro intitulado A anatomia da melancolia (The Anatomy of Melancholy) por Robert Burton. A melancolia se prolonga no tempo e sua evolução tem caráter indefinido.

Dizia-se que a melancolia era devida à bile negra. Esta palavra vem do Grego melaine kholé, “bile negra”. Portanto, ela era gerada na região descrita. Logo, uma pessoa melancólica era quieta, triste, retraída, rancorosa, presa fácil de pesadelos, apática pela vida.

A palavra "apatia" (do grego a = não, e pathos = sofrimento) quer dizer "não sofrimento". Se você não “vive”, não sofre...

A peste, “doença” transmissível, dissemina-se pela população e a melancolia também pode disseminar-se – como uma espécie de contágio psíquico, dominando o clima de opinião e a conjuntura emocional de um grupo, uma época, um lugar.

O medo insuportável que trás mudanças
O medo da infecção levou muitas pessoas a se isolarem uns dos outros, assim contribuindo para o caos social e ansiedade individual e depressão. O medo de sua própria vida e as vidas de seus entes queridos era irracional, o que às vezes se transformava em pânico levando à raiva e à adoção de práticas bizarras de sobrevivência.


Muitos proclamaram que a peste foi um castigo merecido de deus. Outros tomaram a iniciativa de perseguir estrangeiros, imigrantes e minorias, bem como aqueles infelizes que foram percebidos como bruxos. 

Sem uma consciência maior sobre o que sentiam e o que ocorria em todo planeta, o abuso por parte dos mais informados sobre todos os temas tomou conta do pensamento de uma época onde o incentivo para crença em uma ação divina - sem a devida informação sobre esses eventos cósmicos - deixou a humanidade apoiada em uma única esperança de sobrevivência – a de que um deus os salvasse de todo mal.

"Em 1918, o Exército dos EUA forçou a vacinação de 3.285.376 nativos nas Filipinas quando há epidemia estava se formando, apenas os casos esporádicos de natureza leve habitual. Das pessoas vacinadas, 47.369 desceu com varíola e, destes, 16.477 morreram. Em 1919, o experimento foi duplicado. 7.670.252 nativos foram vacinados. Destes 65.180 vítimas desceu com varíola, e 44.408 morreram. No primeiro experimento, um terço morreu, e no segundo, dois terços dos os infectados morreu
- do livro do Dr. William Koch, O Fator de Sobrevivência em Neoplastia e doenças virais. "

Dr Rodermund, um médico no estado de Wisconscin, esfregou em seu corpo extrato de feridas de varíola, a fim de demonstrar aos seus colegas médicos que um corpo saudável não poderia ser infectado com a doença. Ele foi preso e colocado em quarentena na cadeia, mas não antes de ter entrado em contato com muitas pessoas.  Nem um único caso de varíola desenvolvido através desta "exposição". Henry Lindlahr MD (Philosophy of Natural Therapeutics pág 39).

As coisas se tornam sincronizadas quando a gente sabe mais e mais de muitos temas. Essa semana tive conhecimento de um novo vídeo game que será lançado (é o que dizem) em 08 de março de 2016.

O nome do jogo – “Tom Clancy. A Divisão” 
Foi anunciado durante a  conferência de imprensa em 2013, juntamente com um demo de jogo de 7 minutos. A trama do jogo se passa em Nova York, 3 semanas depois de uma epidemia viral, desencadeada num evento onde as pessoas se aglomeravam em shoppings num “Black Friday”.


No jogo, a doença se espalha e faz com que o Governo dos Estados Unidos entre em colapso em 5 dias; serviços básicos falham um por um, e sem acesso a comida ou água, o país desce rapidamente no caos.

Por ordem do presidente dos EUA, é acionada a tal "Divisão" - uma equipe tática emergencial com a missão de restabelecer a ordem depois do colapso social completo. O objetivo é descobrir a conspiração mundial, combater as ameaças do vírus, e “lutar contra os inimigos que desencadearam a epidemia” (?).

No começo do game, o protagonista ganha uma mala com alguns suprimentos, suficientes para cerca de 72 horas. Com o progresso da história, é preciso conseguir novos itens por conta própria. O jogador terá que procurar por água e comida - serão elementos importantes, mas não necessariamente que precisem consumir estes recursos para sobreviverem, mas para usá-los como moeda de troca

E aí, caiu a ficha? Fez a ligação?

Os vídeos games são instruções precisas para os alienados de tudo – um programa para um “novo mundo” que virá pela frente. Não foram feitos para idades acima dos 30, mas para mentes infantis e desavisadas que saibam como manusear um Joystick...

Vai correr atrás de água, comida e vacinação, tolinho? Pára com isso!
Você terá que “alimentar” seu próprio cérebro com boa, excelente informação, ou seu inverno, promete ser bem escuro...


laura botelho




A realidade virtual é fantástica... 

19 de jun de 2015

Reencarnação, crianças e cordinhas

Dr. Jim Tucker é Diretor médico da Clínica de Psiquiatria Infantil e Familiar, e Professor Associado de Psiquiatria e Ciências Neurocomportamentais da Universidade de Virgínia (EUA), autoridade em pesquisa que utiliza método científico com crianças que relatam “vidas passadas”. O psiquiatra infantil passou mais de 10 anos estudando casos de crianças, geralmente entre as idades de 2 e 6 anos de idade, que alegam terem sido outra pessoa.


Crianças têm memória mais recente de outras vidas
De acordo com sua pesquisa, 70% das crianças que se lembram de vidas passadas descrevem mortes violentas. Meninos são responsáveis ​​por 73% delas, pois os homens são mais propensos a morrer de morte violenta. Crianças nascidas com membros deformados - ou mesmo sem dedos, pés e mãos – dizem terem sido assassinadas e afirmam que o assassino havia removido esses dedos, pés ou mãos durante a matança. 

São mais de 2 mil casos catalogados e detalhadamente comprovados.
Tucker é discípulo do Dr Ian Stevenson, pioneiro e criador do método de entrevista e pesquisa em campo sobre reencarnação. Stevenson morreu em 2007 e começou a investigar esses estranhos fenômenos, relatados por crianças, por volta de 1961.

Dr. Ian Stevenson foi professor de psiquiatria e diretor da Divisão de Estudos de Personalidade da Universidade de Virginia, documentou casos de relatos de reencarnação na Índia, África, Oriente Próximo e Extremo Oriente, Grã-Bretanha, Estados Unidos, e em outros lugares em que as crianças surpreenderam seus pais com precisão sobre as pessoas que alegaram terem sido antes de nascer. 

Crianças agem como se tivessem sido transferidas, sem aviso, do corpo de um adulto para um bebêAlgumas destas crianças reconheceram antigas casas e bairros, bem como amigos e parentes ainda vivos. Às vezes as suas marcas de nascença assemelham cicatrizes que correspondem a feridas que sofreram antes da morte. Obviamente, as crianças são muito jovens para terem absorvido grande quantidade de informações, especialmente sobre pessoas falecidas em cidades distantes. Nos melhores casos, eles não poderiam ter sabido sobre eles. 

Em 1964 Stevenson abandonou a psiquiatria para dedicar-se inteiramente à investigação sobre os fenômenos psíquicos, isso porque sugeriu que o estudo desses casos poderia iluminar problemas na medicina e psicologia.

Sintomas como fobias inexplicáveis de infância, habilidades misteriosas que parecem desenvolver espontaneamente ou crianças que estão convencidas de que seu sexo está errado, deformidades congênitas, questões como preferências alimentares irracionais etc...foram objetos de seus estudos.

De certa forma, foi comprovado que as crianças, quase sempre, param de falar sobre vidas passadas quando chegam aos 6 ou 7 anos, ao que tudo indica, passam a levar vidas normais assumindo outra “persona” (máscara).


Segundo os estudos desses cientistas, a morte violenta é um fator comum nesses casos. Aquelas que foram vítimas em acidentes, homicídios, suicídios ou catástrofes naturais têm um registro mais vivido do que as crianças que tiveram uma vida prazerosa e mais tranqüila. 

Hindus vêem a experiência da vida em termos de um ciclo constante de nascimentos em que estamos condenados a lutar e sofrer, até que tenhamos atingido a consciência e pudermos escapar do ciclo reencarnatório.

Foi observado que a média de tempo de uma reencarnação é de 15 anos, em um estudo constatado com pessoas que foram assassinadas na Índia. As análises não demonstraram intervalos mais longos entre vidas – o que significa menos memórias. 

Raramente verificaram casos em que o intervalo foi maior do que 25 anos para reencarnar.  Mas para a maioria das pessoas é possível que haja um intervalo entre a morte e o renascimento muito mais longo do que os casos estudados até agora. Essa estimativa de 15 anos foi uma “média”.

Ridicularizar a ideia da reencarnação foi a intenção da igreja. Alguns cristãos do sul da Europa acreditavam em reencarnação, até o Conselho de Nice proibir tais crenças em 553 AD. Ideias darwinianas também contribuíram para destronar a alma. Em A República, de Platão, ele descreveu a reencarnação como almas prestes a renascer bem como a escolha de suas vidas futuras. 

Estariam essas memórias presentes em um campo morfogenético como a WEB? Essa informação poderia ser acessada e compartilhada pelas máquinas (cérebros) menos afetadas pela MATRIX (como as crianças)?


Eu (Laura), pelo muito que já li de várias escrituras, ditas sagradas, inclusive no novo e velho testamento, que algumas pessoas até percebem que morreram, ou percebem que não têm mais acesso ao mundo anterior, mas que por ausência de informação sobre esse estado, transitam transtornadas, inconformadas, tentando encontrar uma forma de voltar a seu ambiente anterior e reencontrar seus entes queridos, suas “coisas” que ficaram para trás.

Siga meu raciocínio...
O universo é uma estrutura informativa, holográfica, fragmentada e por isso, caótica. Cada resposta, sim ou não, cada escolha que fazemos, é um bit de informação que é gerada por um evento do tipo mental.

Cada ser humano é basicamente um robô mecânico susceptível a ter um impacto significativo e corrosivo nessa estreita dimensão. Mas não tem que ser assim por mil anos... O ser humano deixa de ser um mero boneco ou robô (inconsciente) quando descobre sua imortalidade, seu poder de mudar esse ciclo reencarnatório. Se já morreu, não pode morrer de novo, certo? 

Esse meu Blog foi criado a partir do momento que comecei a “ver” o que outros ao meu redor não enxergavam. Mas calma; eu nunca vi ETs, naves ou espíritos vagando por aí. Nunca ouvi vozes do além, nunca tive experiência dita “paranormal”. Sou a pessoa mais “comum” entre os mortais.


O que mudou em mim foi que passei a observar como o ambiente (noticias, fatos, pessoas, pensamentos etc) me afetavam quando, EU (Laura), permitia que isso ocorresse.  Eu não sabia que eu tinha o poder de anular o efeito do “mal”, da dor, da infelicidade e até mesmo da “doença”. Eu não sabia nada...

Foram anos e anos estudando, lendo, catalogando casos, pesquisando autores, comparando dados, fatos e fotos. Fazendo links com aquilo que eu sabia intuitivamente. Informações que chegaram ao meu cérebro quando eu era bem pequena, de forma "metafórica", lúdica, divertida... e hoje, a ficha caiu!

Descobri também porque eu evitei acreditar, verificar e até mesmo concluir, logo no início, que eu era apenas um robozinho de carbono, uma menina de madeira que não tinha alma, uma mente independente, e que era manipulada por quem puxasse a cordinha...

Até que certo dia, uma “luz” bateu na minha cabeça e bagunçou tudo! Doeu... putz, como doeu... mas sobrevivi ao desconforto de ser “diferente” no meio. Os que puxavam as cordinhas se revoltaram por eu não fazer mais o que eles queriam. Fui taxada de maluca, desequilibrada, excêntrica ou soberba... Enfim, eu incomodava por não pensar da mesma maneira como antes.

Foram muitos os autores do meu despertar, dessa “luz” que bateu forte sobre minha casca dura me fazendo raciocinar, e de tanto pensar acabei descobrindo que a dor nos afasta da autodestruição.

Essa autodestruição não é da carne, de órgãos ou de pele, mas do programa (Matrix) que nos gerencia desde a mais tenra idade. Não se pode anular um programa sem ter outro para substituí-lo, e sem um bom script, a máquina (cérebro) pira, trava, não vai pra frente, não funciona com toda sua potencialidade.

E como se faz para não pirar, não travar?
Lendo, pesquisando, conversando, analisando, mudando aquilo que não está nos favorecendo, por algo que nos satisfaça, nos complete, nos dê paz, nos anime a caminhar cada dia como se fosse uma vida nova. Eu sei que isso é muito difícil de fazer, não é para qualquer um... tem que ser muito determinado, autentico, com excelente autoestima, mas também não é impossível. 

O mais hilário de tudo isso é encontrar gente que me diz que eu vivo num mundo de fadas e aconselho coisas que são “humanamente” impossíveis de se concretizar. Será? Só podemos dizer que algo não dá certo se testarmos. Mas a maioria morre de medo de ousar mudar alguma coisa em suas vidas ou até mesmo um ponto de vista, e é a partir daí que os deuses relaxam... sabem que sem as cordinhas você não se levanta e sai andando sozinho, não pensa.

E onde entra a reencarnação no aprendizado da morte?
O reencarnar é um ato voluntário, mesmo que protegido pela ignorância. Você reencarna porque não sabe que é imortal, não sabe bem o que é, nem tão pouco sabe o que fazer com sua “nova vida” sem as cordinhas.

O SER reencarna porque desconhece a sua função na evolução. Não reconhece etapas de conhecimento e reconhecimento. Não percebe que as emoções são acionadas por pensamentos, e que esses, geram movimentos comportamentais que promovem significativos aprendizados, conhecimentos importantes e necessários para que você não desça na roda novamente.

Mas as emoções precisam ter um acompanhamento coerente e forte, do contrário elas solapam a razão e nos faz cair nas muitas armadilhas pela estrada. 

Quando o SER deixa essa dimensão de maneira drástica, de forma bruta, sem a percepção da sua própria morte física e a de outros – como exemplo: catástrofes geológicas, climáticas, guerras, acidentes aéreos, navais - onde há um numero grande de participantes – cria-se uma nuvem de incerteza quanto a nova “realidade”.

Quando um grupo passa pela mesma experiência (morte coletiva) fica difícil perceber se estão vivenciando algo novo ou ainda estão no “velho script”. A noção de estar “ainda vivo” se confunde com a necessidade de se desejar estar vivo!

Aprender a morrer não significa fazer uma bela transição de um estado físico para o gasoso, mas principalmente, ter CONSCIENCIA (conhecimento) de como isso funciona e se é capaz de manter a serenidade e determinação de subir os degraus que faltam para sua ascensão espiritual. Você é luz (onda), não matéria (partícula)

São mais de 60 milhões de refugiados só em 2014
Aprender a morrer é ser capaz de desapegar do contato físico, da necessidade vital de TER alguém a quem se ancorar. Aprender a seguir sozinho, mas não “solitário”, o caminho para outras dimensões, é estar em paz (ausência de medo). Crer que há muito mais pela frente do que essa pobre existência material.

Outra observação que faço sobre nossa existência é que: discutir se a reencarnação é boa ou ruim não faz muito sentido, pois um pássaro que nasceu numa gaiola não sabe como chegou ali, portanto não entende por que sair de dentro dela por livre escolha, a menos que falte água, comida ou o ambiente seja demasiadamente cruel diariamente.

O pássaro não sabe que pode voar, ser livre para ter muitas experiências. Ele não sabe onde tem água e comida lá fora. Pior. Não sabe que fora da gaiola não há necessidade de ter absolutamente nada.

Pois bem, passarinho... esse planeta será cruel, pois vai sacudir, vai inundar, vai queimar, deixar desalojados, famintos e sedentos todos que nasceram em gaiolas. Eles vão vagar, sofrer e morrer sem saber que passaram para outro nível de experiência. Vão voltar para trás de novo, de novo, até que um dia uma “luz”, ou o lado “racional” (hemisfério esquerdo) os desperte desse sono profundo.

Portanto, tá na hora de aprender a voar, e bem alto, pois os deuses estão mudando o holograma, afim de pegar muita gente desavisada e enfiar em outra gaiola por mais mil anos...

laura botelho

         
Aprendendo a morrer 
Aprendendo a morrer - parte 2 
Aprendendo a morrer - parte 3










13 de jun de 2015

Video - O doador de memorias

O Doador De Memórias é um filme de 2014.

Toda a história é passada em uma pequena comunidade, em um "mundo" perfeito - "aparentemente ideal" - de que muitos sonham - sem doenças, violência, mentiras, conflitos, guerras...

Algo utópico, que só é possível quando a linguagem (palavras/scripts) é controlada, isso por que acessa memórias que geram emoções que afloram a consciência. Mas todo esse controle tem a ajuda fundamental de injeções diárias que anestesiam e anulam qualquer tipo de sentimento "inadequado". Além de regras básicas - como a de não tocar o outro.

Os anciões são responsáveis por "poupar" os demais habitantes dessas memórias sensoriais, desses sofrimentos tão "humanos" e irracionais. Não entender o que as emoções estão lhe dizendo é o primeiro passo para a anulação da evolução espiritual. 

Manter-se totalmente alheio ao que o coração sente é tranca-lo em uma máquina orgânica "perfeita" e jogar a chave fora, em fronteiras desconhecidas. Entender a simbologia das emoções é libertador. Tente. 

Bom... o resto tenho certeza que você vai perceber. Eu comento sobre isso o dia todo. Espero que você acorde também. 

Assista antes que tirem do ar. 

laura botelho

11 de jun de 2015

Video - David Icke comenta os filmes Jupiter e Matrix e seus produtores.



David Icke - fala sobre os filmes Jupiter e Matrix, assim como outros - a realidade contada de forma ludica, pra não assustar as criancinhas. 

Só vê aquele que conhece. Se não conhece, não vê. Você precisa aprender a enxergar além do óbvio. 

laura botelho 

5 de jun de 2015

PlayStation 7 - a vida humana como diversão dos Deuses

"Qualquer pessoa que der sua liberdade
por um pouco de segurança temporária,
não merece nem a liberdade nem a segurança."
George Washington 

O que acho intrigante é que, se existe um criador para nosso mundo no futuro, e esse seremos nós, isso também significa que há um criador para o nosso mundo e ele também é composto por nós. Isso significa que somos tanto Deus quanto servos de Deus e que fizemos tudo. O que acho inspirador é que, mesmo em uma simulação com muitas ordens de magnitude até níveis de simulação, algo no caminho escapou da "sopa primordial" para virar “nós” e isso resultou nas simulações que nos fizeram. E acho isso muito legal” –


Foi o que disse Rich Terrile, diretor do Centro de computação evolutiva e inteligência artificial e Design Automated Jet Propulsion Laboratory, NASA, onde lida com a natureza da consciência

A teoria desse funcionário da NASA é que a experiência humana pode ser resumida a algo como uma versão incrivelmente avançada, metafísica, do jogo “The Sims”. Avançada em termos de simulação, no sentido de fazer com que enxerguemos somente "o que precisamos ver quando precisamos ver".

Ele tenta provar suas teorias através da física, citando semelhanças sinistras entre a mecânica quântica, as regras matemáticas que regem nosso universo e a criação de ambientes de jogos de vídeo.

Na mecânica quântica, as partículas não têm um estado definido, a menos que elas estejam sendo observadas. Muitos teóricos têm passado muito tempo tentando descobrir como explicar isso, e Rich afirma que nossa consciência é algo "mágico" e bem arquitetado demais para não ser fruto de uma simulação de computador.

A essência da teoria de Rich é que um "programador do futuro” projeta nossa realidade para simular o curso do que o programador considera ser história antiga, por qualquer razão, que ainda não sabemos.

Teste de Turing sobre inteligência artificial
O Teste de Turing testa a capacidade de uma máquina exibir comportamento inteligente equivalente a um ser humano, ou indistinguível deste. Turing nunca teve a intenção que seu teste fosse usado como um meio prático de medir a inteligência de programas de Inteligência Artificial, apenas afirmava que, se um computador fosse capaz de enganar 1/3 de seus interlocutores, fazendo-os acreditar que ele seria um ser humano, então estaria pensando por si próprio.

Max Planck, fez um discurso em 1944, em Florença, na Itália, intitulado: “A Essência/Natureza/Caráter da Matéria”, relatou o seguinte trecho, traduzido do alemão:
Na qualidade de alguém que devotou a vida inteira à ciência mais esclarecida, ao estudo da matéria, posso fazer a seguinte afirmativa como resultado de minhas pesquisas sobre os átomos: a matéria, como matéria propriamente dita, não existe! Toda matéria se origina e existe apenas em virtude da força que faz vibrar as partículas de um átomo e que consegue manter unido esse extremamente diminuto sistema solar. Devemos assumir que por trás dessa força existe uma Mente consciente e inteligente. Essa Mente é a matriz de toda a matéria


Lei de Moore.
Ela afirma que o poder da computação praticamente dobra a cada dois anos. Portanto, utilizando a Lei de Moore, dentro de uma década (ou menos) supercomputadores terão a capacidade de computar toda uma vida humana dentro dos seus 80 anos de existência, incluindo cada pensamento jamais concebido durante esse tempo de vida no espaço de um mês. Isso seria como um PlayStation 7 capaz de calcular cerca de 10.000 vidas humanas simultaneamente em tempo real, ou sobre toda a vida humana em uma hora.

Há quantos PlayStations em todo o mundo? Mais de 100 milhões, certamente. Então, pense de 100 milhões de consoles, cada um contendo 10 mil seres humanos. Isso significa que, por esse tempo, conceitualmente, você poderia ter mais seres humanos que vivem em PlayStations do que você tem  de  humanos vivendo na Terra hoje” -  diz Rich Terrice.

Estaríamos vivendo em
um jogo super avançado bem agora? 
Perfeitamente, é o que os cientistas afirmam.

Terrice diz que: “Como cientistas, nós colocamos processos físicos nas estruturas matemáticas, ou em uma equação. O universo se comporta de uma maneira muito peculiar porque segue a matemática. O universo não tem de trabalhar dessa forma. Ele não tem que ser tão fácil que abrevie basicamente algumas páginas de equações que contêm informações suficientes para simulá-lo

A outra coisa interessante é que o mundo natural se comporta exatamente da mesma forma que o ambiente de Grand Theft Auto IV. Nesse jogo, você pode explorar Liberty City perfeitamente em detalhes fenomenais. Eu fiz um cálculo de quão grande é essa cidade, e verifica-se que é um milhão de vezes maior do que o meu PlayStation 3. Você vê exatamente o que você precisa ver de Liberty City quando você precisa vê-lo, abreviando todo o jogo para o universo. O universo se comporta da mesma maneira”. Conclui Rich .

Na entrada da Academia da escola platônica foram escritas as palavras:
"Que ninguém ignorante de geometria entre aqui."
Quantos entraram?

Tributo significa:
Soma de dinheiro ou retribuição paga por um país para outro em reconhecimento de submissão ou como o preço da paz ou proteção. Como senso de "oferta, presente, símbolo" foi empregado a partir de 1580.

Você assistiu o filme “Jogos vorazes”?
É ambientado em uma nação chamada Panem, durante um período futurístico, não definido, após a destruição da América do Norte. Uma nação totalitária que abrange todo o território norte-americano e o Canadá, fundidos em uma única entidade.


Conhecida como "Capital", rodeada por 12 distritos mais pobres, definidos por uma sequência numérica que vai de 1 a 12, mantém um estado policial com alta tecnologia como a única evolução normal do sistema político para monitorar, controlar e doutrinar as massas como uma força policial maciça que está sempre pronta para reprimir qualquer tipo de revolta. Câmeras de vigilância, os chips RFID e hologramas 3D são utilizados pelo governo para manipular a vontade de uma população fraca e sem instrução.

Algum tempo antes do início dos eventos havia um 13º distrito, que foi destruído pela Capital nos chamados Dias Escuros, por terem se rebelado, o que deixou os outros moradores de Panem desnorteados.

Para evitar “novas revoltas” e manter a lembrança presente do seu poder e autoridade, a Capital criou os Jogos Vorazes, uma competição anual que é transmitida ao vivo pela televisão para toda a população de Panem durante uma celebração chamada Dia da Colheita, onde são selecionados por sorteio uma garota e um garoto entre 12 e 18 anos de cada distrito – um processo obrigatório.

O filme narra um lugar – tal qual nosso presente - mas não conseguimos identificá-lo claramente - onde as massas pobres e miseráveis ​​vivem sob a tirania de alta tecnologia de uma elite branca e rica que observa e prospera à custa dos pobres famintos “de tudo”.


Os tributos - como são chamados os jovens participantes dos jogos - são forçados a entrar em uma perigosa arena, controlada pela Capital, e precisam lutar entre si até a morte para que, no fim, reste apenas um sobrevivente. Tal qual nos vemos hoje na qualidade de “espectadores famintos”, a perversidade e o voyeurismo dos meios de comunicação pelo governo, como uma cola para manter a ordem social injusta intacta – nada diferente do Big Brother Brasil. 

Entenda: há duas coisas que agarram a atenção de cérebros robotizados que operam no sistema básico: sexo e sangue (atração e repulsão).

A violência do evento agarra a atenção das massas, que se esquecem de que os Jogos servem como um lembrete de servidão das pessoas de sua elite. O estado mantém propositadamente a fome perpétua da classe mais baixa, a fim de melhor controlá-los.
Desde tempos imemoriais, os sacrifícios de sangue eram considerados a forma mais elevada de "tributo" aos deuses, The Hunger Games (jogos vorazes) portanto, é uma versão moderna desses antigos rituais que as massas precisam participar para evitar a ira dos deuses. 

No primeiro filme da série,  Jogos Vorazes, o rapaz Peeta diz que: "a caça de animais não é diferente da caça de humanos". Um dos personagens de nome “Tito” aguça os dentes, porque ele come carne humana.

Na trilogia - “Jogos Vorazes” – podemos observar que é endereçada a mentes jovens adormecidas e despreparadas - sobre crianças matando outras crianças - um exemplo extremo de engenharia social promovendo a sobrevivência do mais forte. Este é o primeiro nível da programação preditiva para plantar ideias no subconsciente do publico. Lá na frente, quando envelhecerem, não contestam mais nada. Sempre foi assim.

Quando um SER, do tipo “humano”,
deixa de ser uma simples máquina de carbono?

No meu ponto de vista, o Ser nessa composição humana transcende a máquina, quando ele intui, entende, percebe sem duvida alguma, que é apenas parte desse mecanismo chamado corpo. Quando o SER toma para si a responsabilidade de sua evolução e sai da qualidade de vitima, ele passa a ser o operador da sua máquina cerebral, o que o mantém ciente do seu “mundo”, e claro, como esse tal “mundo” o afeta.

O sintoma (doença) é o caminho para esse aprendizado e se ignorarmos esse mecanismo biológico natural estaremos igualmente aniquilando a única coisa que nos torna diferentes das máquinas; a captação da emoção e sua tradução simbólica como forma de aprendizado para um equilíbrio evolutivo.

A robotização do ser humano já é um fato, mas a maioria não vê isso como uma ideia ruim, pois o que 99%dos robôs desejam é a perpetuação e manutenção da sua espécie. Robôs estão aqui para servir, e é isso que farão, por toda a eternidade.


Stephen Hawking diz que o desenvolvimento da Inteligência Artificial pode ​​significar o fim da raça humana. Talvez você não entenda a profundidade dessa afirmação, mas o que essa mente brilhante está nos dizendo é que há “uma alma presa a um animal morrendo” (WB Yeats).

"Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis"
João Batista

O Carbono é a base de toda a vida na Terra e até fora dela. Carbono – do latim carbo, significa “carvão”. O Carbono -12 é a forma mais abundante de carbono representando aproximadamente 99% de todas as formas conhecidas de carbono. O isótopo Carbono-12 - um dos 5 elementos no DNA humano - é composto por 6 prótons, 6 elétrons  e 6 nêutrons =  666.

Quarta feira de cinzas: Ao impor as cinzas sobre a testa do tributo o padre diz: “Lembra-Te homem que és pó e ao pó retornarás”...

Agora adivinha: onde a autora dos “Jogos Vorazes” vive? 
Em Newtown, onde ocorreu o evento suspeito “Sandy Hook”.
Pura “Coincidência”...

Se ficar difícil, eu desenho, mas na próxima postagem...


laura botelho

Tubos gigantes de plasma cercam a Terra no alto da atmosfera, foi o que uma astrônoma descobriu. Ela conseguiu mostrar que estes tubos seguem linhas do campo magnético da Terra e se estendem por grandes distâncias da superfície. E usando uma nova técnica de imagem, a astrônoma foi capaz de criar filmes de rastreamento do movimento dessas estruturas, e até mesmo mapeá-los em 3D.




Daniel P. Sheehan é advogado, orador público e educador. 

Graduado pela Universidade de Harvard. Atuou como Diretor Associado de Pesquisa de Direito Internacional Presidente Jerome Cohen e como co-editor dos Direitos Civis de Harvard e Civil Liberties Law Review. Ao longo dos últimos 45 anos ele tem participado em numerosos processos judiciais de interesse público, incluindo o caso Pentagon Papers, o caso Watergate, o escândalo Irã-Contras e outros. Ele também tem falado publicamente sobre UFOs e visitas alienígenas e a futura anunciação de "vida alien" pelo Vaticano.

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